quarta-feira, 12 de junho de 2013

Nascimento do PAREPA


21 DE DEZEMBRO DO ANO DE 2012

O imperceptível há de tornar-se perceptível, por aqueles que são limpos de mão e puros de coração, e aguardam ansiosamente o dia da revelação do Filho do homem

NASCIMENTO DO PAREPA, PArtido da REconstrução do PAraíso. Horário: 20:00 Horas

LOCAL: Igreja Evangélica Obras do Espírito Santo. Localização: Jardim Guanabara, cidade de Presidente Prudente, Estado de São Paulo, País Brasil, Hemisfério Sul, Continente Latino-Americano, Planeta Terra. 

PRESENÇA: Quatorze corpos-espíritos em busca de uma nova sociedade, livre de toda e qualquer opressão.

MODELO A SER SEGUIDO EM TODA A TERRA

TRÊS HINOS FORAM CANTADOS. 169 por Jonathan; 577 por Osvaldo; 187 por Agnaldo.

LEITURA DA PALAVRA POR SILVIO: Jó 2.7

Após a abertura dos trabalhos com uma oração, então Pastor Luiz Baldez faz uso da Palavra e por cerca de meia hora expressa a sua esperança e confiança na chegada de um novo tempo. Com tino diz que ficou difícil falar de política, tanto é a podridão no seu meio. Mas enfatiza que este Encontro que está acontecendo no espaço da Igreja Obras do Espírito Santo dirigida por ele é sobre outra e nova política, a Teocracia de Deus. Enfatiza que ao contrário da política feita pelos homens que é jogo de interesse, de puro interesse, a Teocracia de Deus se revela a verdadeira política, pois se resume ao serviço. Ao serviço em prol da sociedade, e com especificidade ao serviço com os necessitados. A Teocracia de Deus trás inquebrantável a ética, a moral, e o respeito a toda a diversidade de que se compõe a sociedade. Deus não é um particular, mas um universal. Deus é O Universal, assim como expressado por Mestre Ekhart, Hegel, Teilhard de Chardin e por Pietro Ubaldi.

Após meia hora com explanações que enfatizam a proximidade do Reino, e não economizando palavras que a organização é fundamental, é preciso criar a base sobre a qual se levantará todo o edifício do novo partido, entrelaçar e harmonizar as suas diferentes organizações de poder que trará a libertação, a libertação de modelos político-econômicos que se revelaram predadores, não só da natureza como do espírito, passa então a palavra para Adamir Gerson para que fale sobre a criação do Parepa neste dia de 21 de dezembro, que, como ele mesmo diz convicto de esperança, será um dia histórico.

Capítulo Primeiro

Adamir Gerson em tom de oração: Ao nosso Pai amado: sejas louvado hoje e eternamente. E se dirige aos presentes: “Saudações e agradecimentos a todos os irmãos que ouviram o chamado do Pastor Baldez e aqui se fizeram presente. Vamos pedir a Deus que nos dê uma noite abençoada e quando estivermos saindo daqui, para as nossas casas, que a nossa saída seja como a de Abraão do Egito, rico, riquíssimos, da graça de Deus e do conhecimento da sua santa e bendita Palavra”.

E prossegue com a palavra: “No final da década de 70 aconteceu no ABC paulista, mais precisamente que na cidade de São Bernardo do Campo, o pipocar das greves operárias. Os trabalhadores estavam sendo oprimidos pelo patronato e decidiram fazer a greve como forma de sua luta e de suas reivindicações. E realizavam as suas assembléias no estádio de Vila Euclides. Dezenas de milhares de trabalhadores se reuniam no Estádio de Vila Euclides para ouvir um desconhecido líder sindical, barbudo, com a voz rouca, chamado Luis Inácio, que mais tarde veio se tornar Presidente da República Federativa do Brasil.

“Mas surgiu a reação dos militares, da ditadura militar, e os trabalhadores foram impedidos de continuar no Estádio de Vila Euclides. Sem ter para onde ir então um frade que acompanhava todos aqueles acontecimentos com esperança, Frei Beto, indicou a igreja matriz de São Bernardo do Campo lugar em que continuariam com as suas assembléias de operários. De modo que foi por entre os bancos da igreja matriz de São Bernardo do Campo, na discussão de operários, que o então metalúrgico Lula nasceu como líder político.

“E aquele frade no meio deles, Frei Beto, homem de fé, profundo conhecedor das Escrituras, naqueles dias em que Lula nascia politicamente e naqueles dias de nascimento do PT não teve a menor dúvida de que aquelas gigantescas greves ocorridas no ABC paulista e que tiveram desfecho político na Igreja Matriz de São Bernardo do Campo, transformando um líder operário em um líder político, tudo aquilo foi cumprimento de profecia. Para Frei Beto aqueles acontecimentos não foram outra coisa senão que a mulher gloriosa de Apocalipse 12 dera à luz ao seu filho varão com a missão de governar todas as nações com vara de ferro. A mulher gloriosa era a Igreja Matriz de São Bernardo do Campo e o filho varão era o operário iletrado Lula. Luta tinha um histórico de vida que fazia lembrar em muito a José do Egito, posto governante do Egito por Deus, e quem mais poderia ser o filho varão com a missão de governar as nações da terra senão Lula? Uma verdade: a reação da ditadura militar, tentando impedir aquele nascimento novo no Brasil, para Frei Beto não era outra coisa senão a reação do dragão, lutando para tragar o filho varão.

E Adamir Gerson prosseguia com a palavra, endereçando-a aos presentes: “Mas, façamos a pergunta: Apocalipse 12 se cumpriu realmente naquele final da década de 70 e início da década de 80, como creu Frei Beto? A Igreja Matriz de São Bernardo do Campo foi mesmo a mulher gloriosa de Apocalipse 12 e Lula o seu filho?

“As esperanças de Frei Beto não foram em vão. E aqueles acontecimentos operários que tiveram desfecho político na Igreja Matriz de São Bernardo do Campo foi mesmo um parto divino; mas o que nascia naquele dia era Esaú. Aquele operário barbudo, nascendo politicamente numa igreja vermelha, a Teologia da Libertação, e sendo por ela posto nas fraldas vermelhas do Marxismo, o que se deu naqueles dias foi o nascimento de Esaú.

“Do Esaú que incapacitado de retirar do mato o alimento de sua sobrevivência, por indolência, preguiça ou lá o que for, barganhou o que tinha de mais sagrado, a primogenitura, por um prato de comida. Desprezou uma dádiva dada por Deus: ‘De que me vale a primogenitura se simplesmente estou morrendo de fome? De que nos vale a ética, de que nos vale a moral, se não temos o poder? Bradavam o Esaú Lula e PT. E assim trocaram a ética, a moral, o embasamento espiritual que fez muitos olharem para o PT e Lula naquele início da década de 80 com confiança no futuro, sim, trocaram a primogenitura, o que era primeiro, o alicerce de todo agir, pelo prato de lentilhas do poder, como costumava dizer Leonel Brizola.

“O PT se esvai... como se esvaiu Esaú... e o futuro que o aguarda, e está bem perto, já batendo às portas, é o choro amargo de Esaú por ter tido tudo e ficado sem nada...

“Mas, passado quase trinta e quatro anos, podemos dizer que não foi naqueles dias, mas é hoje, neste dia 21 de dezembro do ano de 2012, que a mulher gloriosa de Apocalipse 12 está dando à luz ao seu filho que há realmente de governar a terra com vara de ferro. Não foi o PT, como creu piamente Frei Beto, Leonardo Boff, e todos os teólogos ligados à Teologia da Libertação, de que o PT iria criar um Brasil e uma terra de gente de rosto feliz, mas é o PAREPA nascendo no dia de hoje. Aqui, numa igreja simples, freqüentada por pessoas simples, boa parte recuperada das drogas e do crime, como foi o testemunho do jovem Jefferson, que testemunhou faz dois meses o Evangelho o resgatou do crime no Estado do Paraná, e está se recuperando dos seus traumas, e do jovem Jonathan que disse faz quatro dias deixou a penitenciária de Caiuá, depois de se envolver com o crime do tráfico. Aqui não tem os holofotes que cercaram a igreja matriz de São Bernardo do Campo, com aquele nascimento sendo literalmente televisado para o Brasil e o mundo. Ninguém sabe de nada do que está acontecendo aqui nesta noite, aqui na igreja Obras do Espírito Santo, a não ser este grupo pequeno de pessoas e seguramente Deus, que está no nosso meio.

“E será este nascimento, e não aquele quem irá realmente criar um Brasil e uma terra de gente de rosto feliz. Porque ao contrário daquele nascimento, que nascia desligado do Alto, confiando no poder e na capacidade de homens, este nasce ligado à Transcendência, confiando, não no seu poder, mas no poder e na capacidade de Deus. É Deus, através de instrumentos de carne, quem irá construir um Brasil e uma terra de gente de rosto feliz. Fazer com que a terra inteira viva debaixo da graça e do amor de seu filho Jesus Cristo.

“E para finalizar quero dizer: Se o PT foi capaz de trocar ética e a moral pelo prato de lentilhas do poder, a ética e a moral serão os instrumentos com os quais o PAREPA construirá o poder. Resultando num poder limpo e transparente, que há de enxugar todas as lágrimas, as lágrimas do desempregado, as lágrimas dos lares destruídos, as lágrimas da mãe que no lugar de ver o filho na escola o vê numa penitenciária, as lágrimas da Terra que chora por causa da depredação que se faz contra os seus recursos naturais. E quando lá no pólo norte uma calota de gelo se derrete é uma lágrima que escorre por sua face...”

E Pastor Luiz Baldez retoma novamente a palavra. E ao estar mais uma vez falando da Teocracia de Deus, que o que o move a acreditar no PAREPA é que se trata de uma nova política, portadora dos valores do Reino, então Adamir Gerson abre a Bíblia no livro do Apocalipse e pede para o jovem Jefferson fazer a leitura do verso 15 ao verso 18 no capítulo 11. E após a leitura, Adamir Gerson retoma a palavra.

Capítulo Segundo

Estamos aqui a dizer que tem chegado o tempo do reinado de Cristo. A leitura da Palavra feita pelo irmão Jefferson não deixa nenhuma dúvida quanto ao governo de Cristo. Mas, é preciso esclarecimentos para que a chegada deste grande momento na história da humanidade seja compreendida em toda sua magnitude.

“No ano de 1823 o inglês John Acquila Brown publicou o livro The Even-Tide, que quer dizer A Noite. E ele fez constar no livro uma profecia que podemos dizer se cumpriu ao pé da letra. Tomando como ponto de partida a destruição de Jerusalém por Nabucodonozor, que datou no ano 604ª.c, e interpretando os sete tempos que aparecem no livro do profeta Daniel (1) como um período profético de 2520 anos, período profético que ele entendeu seria o tempo exato em que o trono de Deus permaneceria vago, sendo seu último rei Zedequias, ora, Brown concluiu simplesmente que no ano de 1917 Israel iria se manifestar no seu estado pleno. Literalmente que neste ano iria ser estabelecido novamente a Teocracia de Deus, agora sublimada. Literalmente o reino messiânico visionado por todos os profetas, em especial por Isaías.” E Adamir Gerson se dirige aos presentes e faz a pergunta: “Alguns dos irmãos que estão aqui nesta noite sabe responder o que de importante aconteceu no ano de 1917 ligado a profecia de Brown?” Dirige-se a um e a outro com a pergunta. E quando aponta para Carlos Batista, celestial de longa data, ele responde: “A revolução russa!”

“Sim, a revolução russa. A revolução russa foi o acontecimento que deu cumprimento cabal ao profetismo de John Acquila Brown. O governo que se estabeleceu na Rússia naquele final da década de 10 e início da década de 20, que expropriou a riqueza dos poderosos e os mandou embora, de mãos vazias, com os oprimidos se saciando plenamente, aquele governo encabeçado por Lênin foi sim o cumprimento da profecia constante no livro The Even-Tide.

“Mas, como tem muitos estudiosos da Palavra de Deus que conhecedores da profecia de John Acquila Brown reconhecem que ela realmente foi verdadeira; um vaticínio que se cumpriu realmente naquele ano de 1917, apenas que se toma outro acontecimento, a Declaração Balfour, documento assinado pelo chanceler inglês que outorgava de forma oficial o direito dos judeus retornarem ao antigo lar de seus antepassados e reconstruir ali para si um “Lar Nacional”, ora, qual dos dois acontecimentos seja o verdadeiro? A mente lógica irá dizer: se foi a Declaração Balfour não pode ter sido a revolução russa; e seu foi a revolução russa não pode ter sido a Declaração Balfour”.

E Adamir Gerson prossegue nos seus esclarecimentos, dizendo: “Realmente as mentes tem ficado confusas sobre estes dois acontecimentos frente à profecia de Brown. E posso dizer que tem chegado o tempo de tudo ser devidamente esclarecido. Ora, no dia 2 de novembro do ano de 1917 o chanceler britânico, Lorde Balfour, assinou a histórica Declaração, permitindo aos judeus retornar ao antigo lar de seus antepassados, deixando de ser peregrino entre as nações, de ser enxotados de governo a governo; e neste mesmo período doze líderes bolcheviques se reuniram e decidiram fazer a revolução, uma revolução que iria dar aos oprimidos um lar nacional, o socialismo, com eles deixando de peregrinar de emprego em emprego, de ser enxotado de patrão a patrão.

“O que foi isso?", pergunta Adamir Gerson aos presentes, e ele mesmo responde: “Foi que naquele final do ano de 1917 deu-se na terra o aparecimento do fruto do Reino. O que é um fruto? Ora, planta-se a semente; e ela morre para nascer uma arvore, e futuramente quando aparece o fruto junto com ele re-aparece também a sua respectiva semente. Isto explica porque o advento do socialismo na terra o mesmo foi gestado entre o povo judeu. Marx, Engels, Lênin, Trotsky, Kamenev, Zinoviev, eram judeus. Dos doze líderes bolcheviques que participaram do histórico encontro que decidiu a revolução sete deles eram judeus; e do órgão máximo da Revolução, Comissário do Povo, das 556 cadeiras 457 eram ocupadas por judeus.

“Mas, é preciso mais este esclarecimento: aquele governo, voltado para o socialismo, que se estabeleceu na Rússia naquele final da década de 10 e início da década de 20 foi mesmo o governo do Reino, mas pelo lado da lei. Ele reviveu Moisés, o judaísmo. Por isso a história do Lênin foi repetição puro e simples da história de Moisés. Mas, futuramente o governo do Reino iria reviver Jesus. Seria então um novo tempo, um novo socialismo a ser construído, não mais pelo poder do fuzil e da baioneta, mas agora pelo poder do Evangelho. Pelo poder da Palavra de Deus. Todos iriam compreender a real vontade de Deus, na alegria do espírito, se entregando a ela: a construção de uma terra em que todos são realmente iguais, se relacionando como irmãos, cada qual tendo segundo as suas necessidades. Transformando e convertendo, aos poucos e progressivamente, o reino da opressão iria se transformando em reino de Jesus Cristo.”

E concluiu Adamir Gerson: “Bem tem feito o Pastor Baldez ao falar que o que está nascendo nesta noite, aqui na Igreja Obras do Espírito Santo, é a Teocracia de Deus. Porque o socialismo foi realmente Teocracia de Deus. Quer queiram quer não, foi cumprimento da Palavra de Deus. Oculto, invisível a todos, a comunistas, a católicos, a evangélicos, a capitalistas, todavia o socialismo foi mesmo Teocracia de Deus. O início do reino messiânico davídico sobre a terra, a verdadeira visão que teve John Acquila Brown naquele ano de 1823. E hoje, dia 21 de dezembro do ano de 2012, aqui no espaço da Igreja Obras do Espírito Santo, a Teocracia de Deus está se revelando em nova figura de espírito, no lugar da Ditadura do Proletariado, a revivência da Lei, eis agora a Democracia de Jesus, a revivência da Graça; no lugar do Partido Comunista, que quis construir na terra o Paraíso sem Deus, eis agora o PAREPA, que há de construir o Paraíso sob domínio absoluto do Todo-Poderoso, numa íntima ligação com a Transcendência; entre céu e terra.”

E Pastor Luiz Baldez retoma a palavra, dizendo: “Irmão Gerson, não é bom pararmos? Muitas informações podem ter o efeito de confundir. Não é melhor passarmos a mensagem em sucessivas reuniões?” Adamir Gerson: “Sim. Vou apenas abordar mais um tópico que creio não pode ficar para trás fora deste dia”.

Capítulo Terceiro

De modo que Adamir Gerson prossegue, dizendo: “Na metade do século passado, com o aparecimento da Teologia Humanista, uma geração inteira de teólogos que se acordou para os graves problemas sociais e políticos da sociedade, a luta por transformações não podia ser atributo só do povo socialista, mas o povo cristão tinha também a obrigação de se inserir nela, a verdade é que não tardou e houve o confronto entre as duas concepções. De modo que os de mentalidade teológica afirmavam que a História possuía reducionismo teológico absoluto. A História era cristofinalizada. Mas os de mentalidade antropológica, vide o povo socialista, negavam por completo que a História pudesse ter reducionismo teológico absoluto e fosse cristofinalizada. Como nenhuma das partes conseguiu provar a sua tese, a questão foi protelada, jogada para o futuro. O futuro iria decidir quem, então, estava com a verdade.

“E a verdade é que estamos aqui para causar o desempate. E afirmar com embasamentos necessários que aqueles que defenderam que a História possuía reducionismo teológico absoluto e era cristofinalizada estiveram com a verdade. A História realmente possui reducionismo teológico absoluto e é mesmo cristofinalizada. Ela nasceu do Cristo e tende para o Cristo.

“A História vai de Paraíso a Paraíso. Todo o devir histórico não foi outro senão que o Paraíso estava sendo gestado no ventre da História. O retorno de Eva se deu com a religião cristã, e o retorno de Adão, com o socialismo. O que está acontecendo neste dia 21 de dezembro do ano de 2012 é tão somente que Adão e Eva estão principiando a se manifestar juntos, em um só corpo, um só espírito. Antes deste dia de 21 de dezembro podemos dizer a humanidade caminhou na noite escura da pré-história, em que o homem foi lobo do próprio homem, mas a partir de home, deste dia em diante, a humanidade estará caminhando na luz da História. Na libertação de Ciro aqueles receberam a missão de reconstruir Jerusalém, e hoje, na libertação do Ciro Maior, Jesus Cristo, presente aqui no meio de nós, eis que estamos recebendo a missão para reconstruir o Paraíso de Deus e introduzir nele uma humanidade que foi lavada, remida no sangue do Cordeiro, para que ocupe as moradas eternas que o filho do carpinteiro um disse as iria construir para os seus. Deus nosso Pai seja hoje e eternamente louvado!”

quarta-feira, 8 de maio de 2013

Tempo da Revolução. Os Jovens da UJS e os Evangélicos


TEMPO DA REVOLUÇÃO. OS JOVENS DA UJS E OS EVANGÉLICOS

O trabalho "Tempo da Revolução. Os Jovens da UJS e os Evangélicos" foi originalmente escrito com outro título e naquela oportunidade o mesmo colheu do Pastor Ademar, Professor de Grego no Seminário Teológica da Assembléia de Deus a seguinte reação, como segue: Ademar Souza e Silva < pastorademar@gmail.com> escreveu:
JESUS CRISTO É A NOSSA VITÓRIA!!!!!!!!!!!!!!!!!! 1Jo
Querido e amado Adamir Gerson.
Parabéns.
Você é um grande escritor.
Gostei.
Li e reli avidamente seus escritos.
Muito obrigado.
Eu te amo em nome de JESUS CRISTO.
Continue firme.
Você é um homem iluminado.
Aleluia!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
EU SOU A LUZ DO MUNDO.
QUEM ME SEGUE,
NÃO ANDARÁ EM TREVAS.
MAS TERÁ A LUZ DO MUNDO. João 8.12
Saúde prá você.

Pr. Ademar
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Por volta do ano de 97, 98 Adamir Gerson conheceu os jovens da UJS (União da Juventude Socialista), entidade estudantil ligada ao Partido Comunista do Brasil.

Tendo ficado no meio deles, indo e vindo com as boas novas, no ano de 99 foi surpreendido pelo jovem Ronaldo dizendo ele para Adamir Gerson que estavam se preparando para a revolução comunista que, segundo ele, iria ocorrer em breve, em aproximadamente cinco anos. Por volta do ano de 2004, 2005, no mais tarde no ano de 2006, vai explodir a revolução proletária no Brasil; e, então, os burgueses irão comer o que a nossa mão der. E o jovem Ronaldo dizia isto com a maior das certezas, dizendo que em todo o Brasil estava havendo preparações para a grande revolução.

Bem, o tempo declinado por Ronaldo para explodir a revolução proletária chegou, 2004, 2005, 2006, e a verdade é que a revolução não veio, todavia deixando a intrigante pergunta: o que teria levado não só Ronaldo, mas todos aqueles jovens, cerca de doze, a acreditarem piamente que estavam em curso no Brasil preparações para a revolução do socialismo? Ainda mais, as suas esperanças estarem se dando em um clima completamente adverso, pois em toda a terra o socialismo estava sendo questionado por conta das grandes manifestações na Europa que fizeram ruir governos socialistas.

Havia realmente no Brasil preparações para a revolução? Havia sim, para a revolução do socialismo celestial. A revolução do socialismo celestial iria acontecer, seria deflagrada a partir do povo evangélico que sem o saber carrega adormecido no espírito ao socialismo. Os evangélicos vinham crescendo numericamente, dobrando a sua população em apenas duas décadas, em cadaq esquina surgindo uma nova igreja, e mais do que isso: cada vez mais se interessando por política!

E chama à atenção que paralelamente a esse crescimento e desenvolvimento político por parte dos evangélicos os comunistas do PC do B também vieram passando por metamorfose revolucionária. Abandonaram o sectarismo político e se tornaram homens e mulheres do diálogo, sem, contudo, jamais abandonar a luta pelo socialismo.

O que é isso? Como explicar essa metamorfose nos revolucionários do PC do B?

É o seguinte: quando os escravos hebreus foram libertos do Egito por Moisés e tomaram o rumo de Canaã, a terra da promessa, ora, quando atravessaram o Mar Vermelho e seguiam rumo ao seu objetivo, antes de atravessarem o rio Jordão, conquistaram aos amorreus a terra de Gileade. E Moisés deu Gileade como herança para a tribo de Rubem, e para a Tribo de Gade, e para a meia-tribo de Manassés.
           
Acontece, porém, que o objetivo final da marcha hebréia era Canaã que se situava depois do rio Jordão e não Gileade, antes do rio Jordão. As promessas que Deus fez a Abraão seriam de que sua descendência peregrina iria ocupar e encontrar descanso em Canaã.
           
De modo que tendo chegado o momento exato dos filhos de Israel atravessar o rio Jordão e ir desalojar os cananeus e filisteus e ocupar seus lugares a verdade é que aqueles que tinham recebido Gileade como herança se negaram a atravessar o rio Jordão. Estavam satisfeitos com o que tinham.
           
Mas Moisés agiu duro com eles. Caso se negasse a atravessar o rio Jordão até mesmo o que tinham iriam perder. Por fim as tribos de Rubem e de Gade, e a meia tribo de Manassés consentiram em atravessar o rio Jordão na frente dos seus irmãos a fim de ajudá-los a também conquistar a sua herança.

E no antítipo tudo isto voltou a se repetir. Lênin e os revolucionários bolcheviques naqueles anos críticos de 17, 18, 19 fizeram a revolução e marcharam resolutamente na direção do Comunismo. Atravessaram o seu Mar Vermelho, que foi a vitória sobre a contra-revolução interna e a vitória sobre as nações imperialistas, caminharam pelo deserto cercados de nações hostis, e sempre seguindo rumo ao Comunismo. Mas, tal quais os escravos hebreus, a verdade é que os revolucionários marxistas também tiveram a sua Gileade, a conquista do deserto, a saber: o Socialismo Real!

Mas o objetivo final de sua marcha não era o socialismo real, mas o Comunismo! De modo que o mesmo chamado de Moisés que chegou às tribos de Rubem e de Gade, e á meia tribo de Manassés, também iria chegar para os marxistas-leninistas-stalinistas. Iriam ser conscientizados que o socialismo real é Gileade, a terra que os hebreus conquistaram aos amorreus antes do Rio Jordão, e que o lugar de descanso do proletariado seria o Comunismo, depois do Rio Jordão. Iriam ser conscientizados do que realmente estava depois do rio Jordão, depois do socialismo.

Ora, tendo chegado o momento da travessia do Rio Jordão aqueles que conquistaram sua herança antes do Rio Jordão se negaram ao prosseguir na marcha, porque já tinham sua herança, o que significa dizer que por ser o antítipo de imediato os marxistas irão se negar à travessia do Rio Jordão da Revolução. Bem, o que fará com que os construtores do socialismo real a princípio se neguem a atravessar o Rio Jordão da revolução, que significa passar do socialismo para o Comunismo? Porque ouvirão que o Cristianismo e o Marxismo fazem parte do mesmo processo de Redenção, a luta de Deus contra a grande cidade que em sentido espiritual se chama Sodoma e Egito (Apocalipse 11.8). Ouvirão que a passagem do socialismo para o Comunismo se dá no exato momento em que os marxistas reconhecem nos cristãos seus irmãos de sangue. Reconhecem que se colocar a espiritualidade cristã no Marxismo o que se tem é o Comunismo. E que se tirar do Comunismo a espiritualidade cristã o que fica é o socialismo. Em uma palavra, ouvirão que a passagem do socialismo para o Comunismo se dá na reconciliação do Marxismo com o Cristianismo. Essa reconciliação é que significa a travessia do Rio Jordão por parte da revolução. E tudo isto lhes soará estranho porque não constam na Teoria que fez e formou seus seres intelectuais.

É verdade, tendo chegado o momento da travessia do Jordão as tribos de Rubem e de Gade, e a meia tribo de Manassés se negaram à travessia. Mas Moisés lançando em seus espíritos esclarecimentos, de que a promessa que Deus fez a Abraão era Canaã, depois do rio Jordão, finalmente os rubenita-gadita-manassitas se curvaram a Moisés, deixando Gileade aos cuidados de suas esposas e de seus pequeninos e eles mesmos indo atravessar o rio Jordão na frente dos seus irmãos a fim de ajudá-los a também conquistar sua herança. De recalcitrantes se tornaram nos Valentes de Jah!. Isto significa dizer que os marxistas irão se conscientizar que realmente falta ao socialismo o complemento do cristianismo e que foi esta falta a razão de sua queda. Como dito pelo teólogo Leonardo Boff, as massas tem sede de pão, mas também tem sede de transcendência, esta falta na Teoria já detectada no final da década de 20 pelos primeiros luminares da Escola de Frankfurt. Destarte, a espiritualidade cristã se cruzando com a materialidade socialista torna o imperfeito em perfeito, isto é, neste cruzamento, mútua fecundação, tanto o socialismo se converte no Comunismo como o cristianismo se converte no Reino de Deus, Comunismo e Reino de Deus representando o pleno amadurecimento tanto de marxistas como de cristãos. E isto é certamente o cumprimento magistral das palavras que Jesus colocou em Paulo segundo o que está em ICoríntios 13.9-10. O que é completo se manifesta para tomar o lugar do que é parcial.

É verdade, quando Moisés dirigiu palavras sábias aos rubenita-gadita-manassitas, de que deveriam atravessar o rio Jordão na frente dos seus irmãos, chegou o momento da morte de Moisés. Moisés, que atravessou o Mar Vermelho, agora não iria atravessar o rio Jordão. Outro iria atravessar no seu lugar, Josué, preparado pelo mesmo Deus que preparara Moisés no deserto de Midiã. E Moisés morre, vendo com os próprios olhos a terra da promessa do outro lado, que ele mesmo não entraria, mas a sua descendência tomaria posse. E Moisés morre e os filhos de Israel pranteiam Moisés por trinta dias. Por fim se entregam à nova liderança de Josué, e vão atravessar o Rio Jordão, indo desalojar de Canaã cananeus e filisteus. É verdade, nessa passagem do socialismo para o Comunismo, mudanças profundas ocorrem na Revolução. O Marxismo atravessou o Mar Vermelho da Revolução, mas agora que chegou o tempo da travessia do rio Jordão da Revolução, outro atravessará no seu lugar, o socialismo celestial.

E assim como aconteceu na situação típica, quando a Arca do Pacto foi colocada sobre os ombros dos sacerdotes de Deus, com a Arca do Pacto atravessando na frente de todo o povo, para pavor dos reis de Canaã que se uniram a uma para enfrentar Josué e os filhos de Israel, a verdade é que a Arca do Pacto que irá agora atravessar em ombros dos sacerdotes de Deus, em ombros de homens e mulheres que se acordaram para o Deus da revolução, é o PAREPA, PArtido da REconstrução do PAraíso. E certamente que o pavor que caiu sobre os reis de Canaã, com Adonis-Zedeque, rei de Jerusalém, mandando dizer a Hoão, rei de Hébron, e a Pirão, rei de Jarmute, e a Jafia, rei de Laquis, e a Debir, rei de Eglom: Subi a mim e ajudai-me, sim, certamente que à notícia de que no Brasil o socialismo está se levantando com uma força muito mais forte, muito mais avassaladora, causará pavor nas nações opressoras. E certamente que Estados Unidos, União Européia e nações títeres mundo afora ficarão de alerta. De prontidão. De modo que é mesmo Apocalipse 19.19 em pleno andamento. E a razão que o socialismo está se levantando com uma força avassaladora é porque o povo evangélico se acordou da noite pro dia que o socialismo é Deus, ora, evangélicos e marxistas se levantando como a um só povo, isto fará com que essas nações, aterrorizadas, cooptem ao seu lado o “novo Francisco de Assis”, obra de imitação, porque o verdadeiro Francisco de Assis, com a missão de reconstruir a Igreja de Deus, com a missão de reconstruir o Paraíso de Deus, está se levantando nos trópicos do Brasil.

Voltando ao Jovem Ronaldo

Começamos a entender porque naquele final da década de 90 o jovem Ronaldo, juntamente com mais doze jovens, acreditavam piamente que a sua militância na UJS não estava sendo em vão. Era preparação para a grande revolução que em breve iria explodir no Brasil. Certamente que era a presença do Espírito Santo em suas vidas. Era Deus os alimentando. Porque iria chegar o momento em que o Grande Chamado para realizar a revolução iria chegar a estes jovens. Estes jovens iriam receber o Chamado e a Missão para irem a todo o povo evangélico e os acordar para o socialismo. Iria falar-lhes de Marx como tendo sido o novo Abraão, de Lênin como tendo sido o mesmo Moisés. Iria falar-lhes que a escapada dos escravos hebreus da opressão do Egito rumo à Canaã se repetiu na escapada do proletariado da opressão do capitalismo rumo ao socialismo. Iria falar-lhes que o afundamento das forças militares de Faraó nas águas empoladas do Mar Vermelho se repetiu na destruição das nações imperialistas que naquele ano de 1918 entraram no território revolucionário. Iria até mesmo falar-lhes que o ataque de Amaleque aos filhos de Israel, covarde, pelas costas, aproveitando-se da situação de um povo que estava cansado e exausto, se repetiu no ataque covarde das forças de Hitler à Pátria-Mãe do Socialismo naquele ano de 1941.

Helinho

É verdade quando o jovem Ronaldo dizia, cheio do espírito: estamos nos preparando para a grande revolução que em breve explodirá no Brasil, era mesmo o espírito de Deus atuando naqueles jovens. E temos uma prova contundente a esse respeito. Helinho, líder daqueles cerca de doze jovens. Helinho tornou-se um jovem maduro, se abriu para o Evangelho, adquiriu uma fé inabalável em Deus, de modo que se pode dizer que Helinho deixou de estar no socialismo para estar no Comunismo. Galgou esse estágio superior, que Fidel Castro julgou estar no conteúdo da parábola de Mateus 20.

Certamente que em breve toda a UJS estará se levantando no patamar novo do socialismo celestial. E no lugar do tempo gasto em baladas no final de semana eis que agora estes jovens sairão pelas vilas, e pelos bairros de suas cidades a bater em portas evangélicas e lhes falar ali do socialismo. O que hoje é feito pelas Testemunhas de Jeová que ao final de semana saem em grandes grupos à porta das pessoas isto será feito pelos jovens da UJS. Em grupos irão para um canto da cidade a levar para aqueles que conheceram Jesus na mediação de Paulo agora também o complemento da mediação em Marx. Toda a cidade terá de saber que estar em Jesus é estar afastado das concupiscências da carne, mas também afastado das concupiscências do dinheiro. Fora Sodoma! Fora Egito! É o clamor que se ouvirá; porque Sodoma e Egito têm traspassado a muitos com muita dor. Esta cidade que crucificou Jesus (Apocalipse 11.8) tem crucificado a muitas mães, a muitos pais, que no lugar de verem seus filhos passar a juventude na escola os vê passando a sua juventude atrás das grades, entregues às drogas, ao crime, e a tantas e tantas futilidades que o sistema capitalista é mestre em parir, pois estas futilidades ajudam-no a se manter de pé.

Shuanck Telles

É verdade, iria chegar o tempo em que Deus iria agir no espírito de todos os jovens da UJS e eles iriam adquirir sentido revolucionário. E verdade é que Deus já tem começado a agir. É o jovem Shuanck Telles que em Maceió está trabalhando junto aos jovens da UJS no intuito de acordar-lhes para o socialismo celestial. Em breve aqueles jovens de Maceió irão se acordar, e acordados irão acordar todos os jovens de Maceió e do Estado de Alagoas. E a notícia se espalhará contagiando cidade á cidade, Estado à Estado, país à país, continente à continente. É o grande exército de Deus, conforme Joel 2, começando a sua caminhada pela terra: De todos os lugares, vinham aos milhares, e em pouco tempo eram milhões; Invadindo ruas, campos e cidades, espalhando amor aos corações, Guerra dos Meninos, do Roberto e do Erasmo, uma antevisão do que está prestes a acontecer no Brasil a partir dos jovens da UJS.

sexta-feira, 3 de maio de 2013

Os Comunistas na Palavra de Deus

Como Nasceu o Anticomunismo entre os Cristãos?

Estamos nos primeiros dias do ano de 1918. Nesse preciso instante está acontecendo no país Rússia a maior revolução social de todos os tempos. Um acontecimento nunca visto em seis mil anos de história. Cumprindo milenares profecias, em especial Jó 20 (1), o lumpen proletário acabou de se levantar e destruir o poder burguês. Os poderosos foram derrubados do trono e espalhados mundo afora saindo do país apenas com a roupa do corpo. Completamente com as mãos fazias (Lucas 1.51-53); enquanto as suas propriedades, suas riquezas, passam para a mão e controle do lumpen proletário, daqueles que em Daniel 4.17 é chamado de “o mais humilde da humanidade”.

E estes que estão fugindo espavoridos da Rússia e entram na Inglaterra, na França, nos Estados Unidos, lançam pedidos de socorro. “Intervenham na Rússia e destruam os comunistas, antes que eles façam o mesmo em vossos países”, diziam amargurados aqueles que tinham poder na Rússia e da noite pro dia perderam tudo. E imediatamente essas nações respondem ao seu pedido de socorro. Organizam poderosos exércitos e os enviam à Rússia para combater a vitória bolchevique. De modo que naquele ano de 1918, quatorze nações invadem a Rússia por todos os flancos para esmagar a revolução e trazer o povo de volta á escravidão capitalista. (Mas Paulo Francis, de Nova Yorque, disse que foram vinte e uma nações – que ele chamou de “nações covardes” – que naquele ano de 1918 invadiu a Rússia).

A verdade é que um ano depois todas elas foram derrotadas. Os bolcheviques, tendo ficado na mesma situação dos escravos saídos do Egito, espremidos entre o mar e as forças de Faraó que vinham em sua retaguarda, sem ter por onde escapar, sim, a verdade é que os bolcheviques ficaram espremidos entre a contra-revolução interna e a contra-revolução externa. Não obstante, um ano depois todas aquelas forças estavam destruídas, tanto as internas como as externas, pois no comando dos bolcheviques tinha um espírito de luz chamado Vladimir Illich Ulianov, o Lênin.

Essas nações, quatorze ou vinte uma, pouco importa, tendo fugido espavoridas da Rússia, em desespero encontraram para si uma luz no final do túnel. Se não puderam derrotar militarmente os bolcheviques, viram que poderiam fazer utilizando os cristãos. Assim, começaram a cooptar os religiosos cristãos, protestantes e católicos, e os colocar na luta contra o comunismo.

E esses religiosos, sem o saber, estavam se prestando ao inglório papel de Balaão. O seu antítipo. É que os escravos hebreus quando saíram do Egito e atravessaram o Mar Vermelho, após vencer os amorreus no caminho a notícia chegou a Balaque, rei de Moabe. E Balaque ficou muito amedrontado; e passou a ir com presentes até o profeta Balaão para que este viesse em seu socorro – E Moabe passou a dizer aos anciãos de Midiã: Esta congregação lamberá tudo agora ao redor de nós como o touro lambe a erva verde do campo. E Balaque, filho de Zípor, naquele tempo específico, era rei de Moabe. Enviou então mensageiros a Balaão, filho de Beor, em Petor, que está junto ao Rio da terra dos filhos do seu povo, a fim de chamá-lo, dizendo: Eis que um povo saiu do Egito. Eis que cobriram a terra até onde se pode ver e estão morando bem defronte de mim. E agora vem deveras, por favor; amaldiçoa-me deveras esse povo, pois são mais forte do que eu. Talvez eu possa golpeá-los e expulsá-los do país; porque bem sei que aqueles a quem abençoas é abençoado e aquele a quem amaldiçoas é amaldiçoado (Números 22.4-6). 

A verdade é quando a revolução aconteceu na Rússia e todas as forças burguesas, as de dentro e as de fora, foram derrotadas, então elas em desespero apelaram para as forças religiosas do Cristianismo. Apelaram para o Papa, para os pastores, para presbíteros, para todos. E começou a incutir nelas que não lhes restava nada senão lutar contra o comunismo, do contrário também iria perecer.

Foi assim que os cristãos se tornaram anticomunistas, contrários ao crescimento do socialismo. Sem saber que apenas estavam fazendo o papel de Balaão, do infeliz Balaão, daquele Balaão que não somente não conseguiu amaldiçoar os escravos saídos do Egito como também foi morto à espada por eles. É verdade, não obstante as maldições lançadas por religiosos cristãos contra os comunistas, excomunhão, ofensas, mesmo assim eles prosseguiram ao bom êxito, não somente vencendo o nazismo na Segunda Guerra Mundial como expandindo as fronteiras do socialismo para o dobro. Porque Aquele que estava com os comunistas, Javé dos exércitos, era mais forte e mais poderoso do que estas forças religiosas.

A carta de Judas descreve bem a essas forças religiosas que se prestaram ao papel de Balaão contra o comunismo: Ai deles, porque foram pela vereda de Caim e se arremeteram no proceder errôneo de Balaão, para uma recompensa, e pereceram na conversa rebelde de Corá. Estes são os rochedos ocultos sob a água, nos vossos ágapes, banqueteando-se convosco, pastores que se apascentam a si mesmos sem temor; nuvens sem água, levadas pelos ventos; árvores no fim do outono, mas infrutíferas, duas vezes mortas, desarraigadas; ondas bravias do mar, que espumam as suas próprias causas para vergonha; estrelas sem rumo fixo, para as quais está reservado para sempre o negrume da escuridão.

O quanto a Palavra de Deus é verdadeira! Agora mesmo o pastor Renato Viana, Pastor Presidente da Missão Evangélica Novo Israel, do Rio Grande do Norte, depois de dizer que Marx “estava queimando no inferno com sua doutrina infernal” o mesmo se referiu a Marx e Engels como “casal homossexual”. Como está na carta de Judas: ondas bravias do mar, que espumam as suas próprias causas para vergonha.

quinta-feira, 2 de maio de 2013

Como nasceu o anticomunismo entre os cristãos


Como Nasceu o Anticomunismo entre os Cristãos?

Estamos nos primeiros dias do ano de 1918. Nesse preciso instante está acontecendo no país Rússia a maior revolução social de todos os tempos. Um acontecimento nunca visto em seis mil anos de história. Cumprindo milenares profecias, em especial Jó 20 (1), o lumpen proletário acabou de se levantar e destruir o poder burguês. Os poderosos foram derrubados do trono e espalhados mundo afora saindo do país apenas com a roupa do corpo. Completamente com as mãos fazias (Lucas 1.51-53); enquanto as suas propriedades, suas riquezas, passam para a mão e controle do lumpen proletário, daqueles que em Daniel 4.17 é chamado de “o mais humilde da humanidade”.

E estes que estão fugindo espavoridos da Rússia e entram na Inglaterra, na França, nos Estados Unidos, lançam pedidos de socorro. “Intervenham na Rússia e destruam os comunistas, antes que eles façam o mesmo em vossos países”, diziam amargurados aqueles que tinham poder na Rússia e da noite pro dia perderam tudo. E imediatamente essas nações respondem ao seu pedido de socorro. Organizam poderosos exércitos e os enviam à Rússia para combater a vitória bolchevique. De modo que naquele ano de 1918, quatorze nações invadem a Rússia por todos os flancos para esmagar a revolução e trazer o povo de volta á escravidão capitalista. (Mas Paulo Francis, de Nova Yorque, disse que foram vinte e uma nações – que ele chamou de “nações covardes” – que naquele ano de 1918 invadiu a Rússia).

A verdade é que um ano depois todas elas foram derrotadas. Os bolcheviques, tendo ficado na mesma situação dos escravos saídos do Egito, espremidos entre o mar e as forças de Faraó que vinham em sua retaguarda, sem ter por onde escapar, sim, a verdade é que os bolcheviques ficaram espremidos entre a contra-revolução interna e a contra-revolução externa. Não obstante, um ano depois todas aquelas forças estavam destruídas, tanto as internas como as externas, pois no comando dos bolcheviques tinha um espírito de luz chamado Vladimir Illich Ulianov, o Lênin.

Essas nações, quatorze ou vinte uma, pouco importa, tendo fugido espavoridas da Rússia, em desespero encontraram para si uma luz no final do túnel. Se não puderam derrotar militarmente os bolcheviques, viram que poderiam fazer utilizando os cristãos. Assim, começaram a cooptar os religiosos cristãos, protestantes e católicos, e os colocar na luta contra o comunismo.

E esses religiosos, sem o saber, estavam se prestando ao inglório papel de Balaão. O seu antítipo. É que os escravos hebreus quando saíram do Egito e atravessaram o Mar Vermelho, após vencer os amorreus no caminho a notícia chegou a Balaque, rei de Moabe. E Balaque ficou muito amedrontado; e passou a ir com presentes até o profeta Balaão para que este viesse em seu socorro – E Moabe passou a dizer aos anciãos de Midiã: Esta congregação lamberá tudo agora ao redor de nós como o touro lambe a erva verde do campo.  E Balaque, filho de Zípor, naquele tempo específico, era rei de Moabe. Enviou então mensageiros a Balaão, filho de Beor, em Petor, que está junto ao Rio da terra dos filhos do seu povo, a fim de chamá-lo, dizendo: Eis que um povo saiu do Egito. Eis que cobriram a terra até onde se pode ver e estão morando bem defronte de mim. E agora vem deveras, por favor; amaldiçoa-me deveras esse povo, pois são mais forte do que eu. Talvez eu possa golpeá-los e expulsá-los do país; porque bem sei que aqueles a quem abençoas é abençoado e aquele a quem amaldiçoas é amaldiçoado (Números 22.4-6).

A verdade é quando a revolução aconteceu na Rússia e todas as forças burguesas, as de dentro e as de fora, foram derrotadas, então elas em desespero apelaram para as forças religiosas do Cristianismo. Apelaram para o Papa, para os pastores, para presbíteros, para todos. E começou a incutir nelas que não lhes restava nada senão lutar contra o comunismo, do contrário também iria perecer.

Foi assim que os cristãos se tornaram anticomunistas, contrários ao crescimento do socialismo. Sem saber que apenas estavam fazendo o papel de Balaão, do infeliz Balaão, daquele Balaão que não somente não conseguiu amaldiçoar os escravos saídos do Egito como também foi morto à espada por eles. É verdade, não obstante as maldições lançadas por religiosos cristãos contra os comunistas, excomunhão, ofensas, mesmo assim eles prosseguiram ao bom êxito, não somente vencendo o nazismo na Segunda Guerra Mundial como expandindo as fronteiras do socialismo para o dobro. Porque Aquele que estava com os comunistas, Javé dos exércitos, era mais forte e mais poderoso do que estas forças religiosas.

A carta de Judas descreve bem a essas forças religiosas que se prestaram ao papel de Balaão contra o comunismo: Ai deles, porque foram pela vereda de Caim e se arremeteram no proceder errôneo de Balaão, para uma recompensa, e pereceram na conversa rebelde de Corá. Estes são os rochedos ocultos sob a água, nos vossos ágapes, banqueteando-se convosco, pastores que se apascentam a si mesmos sem temor; nuvens sem água, levadas pelos ventos; árvores no fim do outono, mas infrutíferas, duas vezes mortas, desarraigadas; ondas bravias do mar, que espumam as suas próprias causas para vergonha; estrelas sem rumo fixo, para as quais está reservado para sempre o negrume da escuridão.

O quanto a Palavra de Deus é verdadeira! Agora mesmo o pastor Renato Viana, Pastor Presidente da Missão Evangélica Novo Israel, do Rio Grande do Norte, depois de dizer que Marx “estava queimando no inferno com sua doutrina infernal” o mesmo se referiu a Marx e Engels como “casal homossexual”. Como está na carta de Judas: ondas bravias do mar, que espumam as suas próprias causas para vergonha.

sexta-feira, 26 de abril de 2013


Santo Anastácio e as Imagens de Paz

No ano de 2002 Adamir Gerson foi inspirado pelo seu Deus para que fosse a Brasília e levasse um recado seu para um determinado político. Não tendo o encontrado, e informado que o mesmo estava no exterior, e que só voltaria dentro de dez dias, Adamir Gerson se viu num sério apuro. Porque só tinha o dinheiro da volta e não tinha como ficar dez dias em Brasília. Mas porque o seu Deus disse que era para entregar o trabalho nas mãos do referido político, então decidiu ficar em Brasília. Não encontrando vaga nos albergues da cidade finalmente encontrou um barraco abandonado entre o Diretório do PDT e o Congresso Nacional que por ocasião da morte do índio Galdino esteve barraco tinha sido incendiado. Sem dinheiro para comer, um pessoal do PDT fez uma vaquinha e angariou para ele trinta reais, o suficiente para os dias que passou em Brasília. E sucedeu, quando dormia no barraco em cima de uma tábua que viu por debaixo um monte de ratos pretos. E se lembrou de Francisco de Assis quando se achava moribundo em um lugar cercado de ratos. Tendo esperado o referido político e entregue em suas mãos o trabalho do Reino, então voltou para a sua cidade no interior paulista.

E quando voltou naquele início de maio, sintonizando a esmo seu rádio, eis que ouviu um locutor dizer, na Rádio Cultura de Santo Anastácio, que na quarta-feira próxima iria haver na Igreja matriz da cidade uma missa ecumênica.

Porque era forte nele a presença do espírito de Javé, que o impelia, eis que na quarta-feira Adamir Gerson se achava ocupando um banco da Igreja matriz de Santo Anastácio, cidade que se localiza cerca de quarenta quilômetros de Presidente Prudente.

O que sucede é que quando os ponteiros dos relógios se aproximavam das 20 horas eis que todos na Igreja se levantaram e começaram a olhar para trás, para a porta de entrada da Igreja. E Adamir Gerson também se levantou e começou a olhar para ver o que era. E eis que viu entrar na Igreja três jovens, cada um levando alçado um cartaz que juntos formavam a palavra paz. E logo atrás dos jovens eis que viu entrar três sacerdotes, e o ministro Sidnei, que estava no altar com o microfone e fora o locutor que anunciara na Rádio local, declinou os seus nomes. E eis que eram pastores Ari e Benedito, da Igreja Luterana e Assembléia de Deus respectivamente. E os dois ministros de Deus entraram na Igreja matriz de Santo Anastácio ladeando Monsenhor José Antônio.

A missa Adamir Gerson não pode assistir porque na Rodoviária ficou sabendo que a última Circular partia de Santo Anastácio para Presidente Prudente às 20:30 horas, mas nos dois dias seguintes pôde ouvir depoimentos dos dois homens de Deus, pois o Ministro Sidnei trouxe-os para o seu programa na Rádio Cultura, num dia Pastor Ari e no dia seguinte Pastor Benedito.

A missa, deveras, além de ter sido muito bela – pois Pastor Benedito, além do corpo ajudador próximo, também levou consigo o Coral da Igreja que com os seus hinos tradicionais encheu ainda mais aquele lugar divino de canto divino – também foi muito proveitoso, pois, deveras, os dois homens de Deus não se cansaram de dizer que uma experiência como aquela não podia sofrer corte de continuidade, pois revelavam para a sociedade que os cristãos podem e devem se unir, como condição de serem mais ainda úteis à sociedade.

Porque Adamir Gerson foi a Santo Anastácio e presenciou aquelas imagens, representantes dos três ramos do cristianismo ocidental entrando juntos na Igreja matriz de Santo Anastácio? Foi ali unicamente por ir ou porque levado pelo próprio Deus? Afinal, bastasse que naqueles segundos em que sintonizou a Rádio Cultura e ouviu o anúncio do Ministro Sidnei, sim, bastasse que naqueles segundos não o tivesse sintonizado e esta revelação não estaria vindo à tona agora.

Ora, sabemos que a Palavra de Deus diz de forma peremptória sobre um tempo em que a Terra passaria a estar sob o domínio político de Jesus Cristo (Apocalipse 11.15-18). E é muito certo que Jesus fará o seu domínio através do povo cristão. Mas, com o povo cristão dividido, Jesus fará o seu domínio? Ou ele, seguindo as pisadas de Ciro, que derrubou os muros de divisão que havia entre medos e persas, impedindo-os de se unir contra um inimigo comum, Babilônia, ora, Jesus como Ciro Maior, não cuidaria em fazer o mesmo com seus filhos católicos, protestantes e pentecostais? Derrubando entre eles os muros de inimizade e eles, agora simplesmente cristãos, tomando posição para se unir ao povo socialista, para, então, conquistarem Babilônia, a Grande, de modo toda humanidade ser liberta do seu jugo e retornar, livre, para o Paraíso de Deus? Para o Jardim do Éden, lugar de onde foi expulsa por causa da desobediência?

Ora, é certo que as imagens de pastores Ari e Benedito entrando na Igreja matriz de Santo Anastácio ladeando Monsenhor José Antônio representam a maturidade dos cristãos, que é como a maturidade Daquele que não obstante não haver tratos entre judeus e samaritanos, todavia ele transitava entre todos e tinha diálogo com todos. E a maturidade que levou pastores Ari e Benedito entrarem na Igreja matriz de Santo Anastácio ladeando Monsenhor José Antônio é a mesma maturidade que faz Pastor Benedito e Monsenhor José Antônio entrarem na Igreja Luterana ladeando Pastor Ari e faz Pastor Ari e Monsenhor José Antônio entrarem na Igreja Assembléia de Deus ladeando Pastor Benedito. Basta que haja o sopro divino e o chamado Daquele que se deixou morrer na cruz para que todos os muros de divisão fossem derrubados.

Bem, porque mesmo Adamir Gerson, tendo passado dez anos, está trazendo à lembrança aquela missa ecumênica que presenciou naquele ano de 2002 na cidade de Santo Anastácio? Não é que o próprio Deus está se mobilizando para formar a sua poderosa força política, e assim, e somente assim, resgatar os pobres do seu sofrimento? Porque a força política que aí está não se presta a isto, se prestando muito mais a conservar todo esse estado de coisas? Que tem conservado todo este estado de coisas porque o povo de Deus tem estado como os escravos hebreus no Egito, que no lugar de se unirem e lutar contra o rei do Egito, saindo do país e indo para o lugar que Deus lhe reservou, ao contrário, o que faziam era brigar entre si? Questões menores impediam de ver a questão maior? Que ao avistá-la, eis então esse quadro belíssimo que o Livro do Êxodo nos legou, centenas de milhares de corpos deixando as masmorras do Egito e, livres, tomando o rumo da terra da promessa?

Que os cristãos segurem agora nas mãos um do outro e juntos oremos a oração que Jesus nos ensinou: Pai nosso que está no céu, santificado seja o vosso nome, venha a nós o vosso reino, seja feito a tua vontade, assim como é no céu que assim também seja na terra.

sábado, 20 de abril de 2013

Eu acuso esta geração de ter crucificado Cristo pela segunda vez


“Eu acuso esta geração de ter crucificado Jesus pela segunda vez”, William Marrion Branham, pregador norte-americano falecido no ano de 1965.

Esse William Marrion Branham foi claro quanto à sua missão: O meu ministério é o de João Batista. O que significa dizer que Branham tinha consciência de que sua missão era preparar o caminho para a vinda do Filho do homem. Tinha consciência de que imediatamente após ele viria o Filho do homem, que descreveu não como um evento cosmológico, cercado de aparência exterior (Lucas 17.20), mas manifestação em carne. O Filho do homem seria tão somente um humano carregado com as características de um profeta.

Consciente a isso, se manifestou William Soto Santiago, dizendo: “Eu sou! Eu sou aquele que Branham disse viria imediatamente após ele”.

Está na hora dos homens e mulheres de Deus, que tem o espírito, decidirem, entre William Soto Santiago e Adamir Gerson. Quem realmente é o verdadeiro! Sim, quem é esta figura messiânica descrita por William Marrion Branham: “Bom. Se eu pensasse que há uma denominação, ou, um grupo de crentes que tenha melhor que o que temos aqui... Irmãos! Eu desejaria me unir a este pequeno Corpo com Isso imediatamente. Eu sempre tenho crido, e pensado, que, talvez eu viva para ver esse dia, quando eu possa mudar; quando eu possa ver essa pessoa surgir em cena. Então eu poderia tomar a minha pequena igreja, e dizer: “IRMÃOS. ESTE É O HOMEM PELO QUAL TEMOS ESPERADO! ESTE É O HOMEM QUE TEMOS BUSCADO! Eu tenho esperado isso. E, se atualmente isso tem ocorrido, então eu estou esperando dizer daqui: “Irmãos. ESTE É O QUE BUSCAMOS!” Vindo daqui! Eu quero ver a Igreja mantendo-se nesta forma. (Extrato da Mensagem: PONDO-NOS AO LADO DE JESUS, por William Marrion Branham – 1 de junho de 1962, página 8, parágrafo 34.)

Lembrando que esse William Marrion Branham vaticinou a suma importância do ano de 1977, divisor de era. De fato, Adamir Gerson teve o seu encontro teofânico em 1978 ocasião em que passou a receber diretamente de Jesus o seu reinado eterno. Assim, pois, antes de 1978 o domínio do homem, depois de 1977 o domínio de Deus.

Lembrando também que William Marrion Branham pronunciou a célebre frase: eu acuso esta geração de ter assassinado Jesus pela segunda vez.

Aqui se mostra a diferença entre Branham e Adamir Gerson, a mesma havida entre Jesus e João Batista. Porque Deus deu a Branham a frase, mas a Adamir Gerson a explicação científica de como e do porquê desta geração ter crucificado Jesus pela segunda vez. Adamir Gerson descreve com clareza meridiana, e cartesiana, que a volta de Jesus se deu no corpo espiritual do socialismo, e tudo o que os homens fizeram com o socialismo estavam fazendo ao próprio Jesus. Abaixo segue trabalho esclarecedor ao extremo de tal. Que Deus os ilumine e os guie na leitura. Graça e paz.

A Volta de Jesus. Já veio. Fez novamente milagres. Foi novamente traído. Foi novamente assassinado. Mas em breve estará novamente ressuscitando

Muitos estão esperando a volta de Jesus, uns com a esperança de serem levados diretamente para as mansões celestes e outros na certeza de que este mundo vil irá ser subvertido para dar lugar ao novo mundo de Deus.

Como o novo Deus segreda aos seus profetas, cabe a Adamir Gerson levar esta grande mensagem, e os homens e mulheres de Deus certamente que não ficarão calados, mas se movimentarão no sentido de que tudo venha ganhar o grande público, que se permanece cochilando, os maus dominam, mas se acordam é um novo mundo que emerge.

Primeira Parte. No ano de 1818 o batista Guilherme Miller teve a revelação de que o tempo profético das duas mil e trezentas noitinhas e manhã, Daniel 8.14, iria se cumprir por volta do ano de 1843. Tendo tomado como base o decreto do rei Artaxerxes de permissão para a reconstrução de Jerusalém, que ele datou no ano de 457ª°, chegou, pois, ao ano de 1843.

Por doze anos Miller manteve em secreto a revelação, mas então a tornou público. Por causa de sua lógica, a verdade é que um número grande se seguidores se colocou ao lado de Miller. Em 1940 decidiram que tinham de sair a campo e chamar o povo ao arrependimento, sim, para o encontro glorioso com Jesus Cristo, que então se avizinhava, e eis que ele vinha para restaurar a terra.

Tendo marcado uma data para aquele ano de 1843 e Jesus não tendo voltado, então o movimento esfriou e pareceu cair em desgraça. Mas eis que um discípulo de Miller, Samuel Snow, descobrira que Miller partira da primavera de 457ªº quando deveria ter partido do outono. Tendo refeito os cálculos, então chegaram à conclusão que a data exata da volta de Jesus seria o dia 22 de outubro do ano seguinte, 1844.

Como Fênix, o movimento reacendeu novamente e agora com muito mais força pois entenderam que o erro primeiro foi na verdade Deus provando a sua fé. E uma multidão imensa, perto de quinhentas mil almas, agora se levanta na nova esperança. Inundam as ruas com panfletos, com chamados urgentes, e então no dia 22 de outubro os montes se acham repletos de pessoas vestidas de branco para se encontrar com Jesus.

A data passou e Jesus não veio e então todos ficaram prostrados ao chão. O próprio Miller se recolheu ao ostracismo, enquanto a maioria voltava aos seus afazeres diários.

Mas, passado cento e cinqüenta anos, em que em todo este período não faltou zombadores contra Miller, se divertindo por ele ter sido um “falso profeta” eis que surge uma revelação do próprio Deus sobre aqueles acontecimentos. E a revelação vem esmagando a todos que zombaram e ainda zombam de Guilherme Miller, com a explicação científica de que Miller realmente foi verdadeiro, um profeta nas mãos do Deus que não faz nada sem antes revelar aos seus escravos, os profetas.

De fato, naquele preciso momento Jesus estava mesmo voltando, não como eles esperavam, mas de um modo radicalmente diferente: através do jovem judeu protestante Karl Marx, então com vinte e poucos anos.

Vejamos: Miller teve a revelação no ano de 1818 e foi este o ano em que Marx nasceu. No período em que Miller e seus seguidores decidiram ganhar as ruas com o anúncio da volta de Jesus, entre os anos de 1840 e 1841, ora, foi este o período em que Marx recebeu a láurea de Doutor em Filosofia e começou a sua efervescência revolucionária. E os anos do grande clímax, 1843 e 1844, foram os anos em que Marx, após ter se casado e, como um novo Abraão, deixado casa, pais, parentes, pátria e se tornado peregrino no mundo, sim, foi nestes anos de 1843 e 1844 que Marx escreveu suas primeiras obras de vulto, A Questão Judaica, em 1843 e Manuscritos Econômicos-Filosóficos.

Podemos realmente afirmar que a volta de Jesus se deu mesmo com Marx? O que dizia Miller sobre a volta de Jesus? Que ele iria voltar e iniciar o processo da restauração da terra.

Ora, o processo da restauração da terra se acha no profeta Isaías, o seu conteúdo sublime: Pois eis que crio novos céus e uma nova terra; e não haverá recordação das coisas anteriores e nem subirão ao coração. E o profeta Isaías continua a sua descrição de como será esta nova terra. Veja como ele descreve o seu cotidiano: (...) E hão de construir casas e as ocuparão; e hão de plantar vinhedos e comer os seus frutos. Não construirão e outro terá morada; não plantarão e outro comerá. Porque os dias do meu povo serão como os dias da árvore; e meus escolhidos usufruirão plenamente o trabalho das suas próprias mãos.

Ora, esta sociedade do Reino, restaurada, em que não há parasitas usufruindo do trabalho do próximo, teoricamente ela se manifestou pela primeira vez justamente naquele ano de 1844, ano de intensas expectações messiânicas, como conteúdo da obra Manuscritos Econômicos-Filosóficos.

Obs. A segunda parte abordará aquele momento em que Jesus, mais uma vez, fez o seu batismo e começou o seu ministério público, mais uma vez. Fez novamente os seus grandes milagres, foi novamente traído e novamente crucificado. PELOS MESMOS HOMENS! E a terceira parte aborda o momento glorioso da ressurreição, quando todos os homens e mulheres de boa vontade dirão, na força do espírito: É A PARÚSIA! Deixem meu corpo e minha alma se moverem em todos os seus caminhos!
O quadro completo é esse: PRIMEIRO MOMENTO. Guilherme Miller à Ellen White à ABRAÃO – KARL MARX. Tempo: 1818 – 1844.
SEGUNDO MOMENTO: Charles Tasse Russel à Joseph Rutheford àMOISÉS – LÊNIN. Tempo: 1870-1917.
TERCEIRO MOMENTO: William Marrion Branham à William Soto Santiago à FILHO DE DEUS – FILHO DO HOMEM. Tempo: 1978 – 2012.

“Tu ouviste. Observa tudo. Quanto a vós, não o contareis? Eu te fiz ouvir coisas novas do tempo atual, sim, coisas mantidas em reserva, que não conhecias. Terão de ser criadas no tempo atual e não desde aquele tempo, sim, coisas de que antes de hoje não ouvistes falar, para que não digas: Eis que eu já as conhecia” Isaías 48.6-7

sexta-feira, 19 de abril de 2013

Jesus já veio. E se acha no meio de nós


A Volta de Jesus. Já veio. Fez novamente milagres. Foi novamente traído. Foi novamente assassinado. Mas em breve estará novamente ressuscitando

Muitos estão esperando a volta de Jesus, uns com a esperança de serem levados diretamente para as mansões celestes e outros na certeza de que este mundo vil irá ser subvertido para dar lugar ao novo mundo de Deus.

Como o novo Deus segreda aos seus profetas, cabe a Adamir Gerson levar esta grande mensagem, e os homens e mulheres de Deus certamente que não ficarão calados, mas se movimentarão no sentido de que tudo venha ganhar o grande público, que se permanece cochilando, os maus dominam, mas se acordam é um novo mundo que emerge.

Primeira Parte. No ano de 1818 o batista Guilherme Miller teve a revelação de que o tempo profético das duas mil e trezentas noitinhas e manhã, Daniel 8.14, iria se cumprir por volta do ano de 1843. Tendo tomado como base o decreto do rei Artaxerxes de permissão para a reconstrução de Jerusalém, que ele datou no ano de 457ª°, chegou, pois, ao ano de 1843.

Por doze anos Miller manteve em secreto a revelação, mas então a tornou público. Por causa de sua lógica, a verdade é que um número grande se seguidores se colocou ao lado de Miller. Em 1940 decidiram que tinham de sair a campo e chamar o povo ao arrependimento, sim, para o encontro glorioso com Jesus Cristo, que então se avizinhava, e eis que ele vinha para restaurar a terra.

Tendo marcado uma data para aquele ano de 1843 e Jesus não tendo voltado, então o movimento esfriou e pareceu cair em desgraça. Mas eis que um discípulo de Miller, Samuel Snow, descobrira que Miller partira da primavera de 457ªº quando deveria ter partido do outono. Tendo refeito os cálculos, então chegaram à conclusão que a data exata da volta de Jesus seria o dia 22 de outubro do ano seguinte, 1844.

Como Fênix, o movimento reacendeu novamente e agora com muito mais força pois entenderam que o erro primeiro foi na verdade Deus provando a sua fé. E uma multidão imensa, perto de quinhentas mil almas, agora se levanta na nova esperança. Inundam as ruas com panfletos, com chamados urgentes, e então no dia 22 de outubro os montes se acham repletos de pessoas vestidas de branco para se encontrar com Jesus.

A data passou e Jesus não veio e então todos ficaram prostrados ao chão. O próprio Miller se recolheu ao ostracismo, enquanto a maioria voltava aos seus afazeres diários.

Mas, passado cento e cinqüenta anos, em que em todo este período não faltou zombadores contra Miller, se divertindo por ele ter sido um “falso profeta” eis que surge uma revelação do próprio Deus sobre aqueles acontecimentos. E a revelação vem esmagando a todos que zombaram e ainda zombam de Guilherme Miller, com a explicação científica de que Miller realmente foi verdadeiro, um profeta nas mãos do Deus que não faz nada sem antes revelar aos seus escravos, os profetas.

De fato, naquele preciso momento Jesus estava mesmo voltando, não como eles esperavam, mas de um modo radicalmente diferente: através do jovem judeu protestante Karl Marx, então com vinte e poucos anos.

Vejamos: Miller teve a revelação no ano de 1818 e foi este o ano em que Marx nasceu. No período em que Miller e seus seguidores decidiram ganhar as ruas com o anúncio da volta de Jesus, entre os anos de 1840 e 1841, ora, foi este o período em que Marx recebeu a láurea de Doutor em Filosofia e começou a sua efervescência revolucionária. E os anos do grande clímax, 1843 e 1844, foram os anos em que Marx, após ter se casado e, como um novo Abraão, deixado casa, pais, parentes, pátria e se tornado peregrino no mundo, sim, foi nestes anos de 1843 e 1844 que Marx escreveu suas primeiras obras de vulto, A Questão Judaica, em 1843 e Manuscritos Econômicos-Filosóficos.

Podemos realmente afirmar que a volta de Jesus se deu mesmo com Marx? O que dizia Miller sobre a volta de Jesus? Que ele iria voltar e iniciar o processo da restauração da terra.

Ora, o processo da restauração da terra se acha no profeta Isaías, o seu conteúdo sublime: Pois eis que crio novos céus e uma nova terra; e não haverá recordação das coisas anteriores e nem subirão ao coração. E o profeta Isaías continua a sua descrição de como será esta nova terra. Veja como ele descreve o seu cotidiano: (...) E hão de construir casas e as ocuparão; e hão de plantar vinhedos e comer os seus frutos. Não construirão e outro terá morada; não plantarão e outro comerá. Porque os dias do meu povo serão como os dias da árvore; e meus escolhidos usufruirão plenamente o trabalho das suas próprias mãos.

Ora, esta sociedade do Reino, restaurada, em que não há parasitas usufruindo do trabalho do próximo, teoricamente ela se manifestou pela primeira vez justamente naquele ano de 1844, ano de intensas expectações messiânicas, como conteúdo da obra Manuscritos Econômicos-Filosóficos.

“Tu ouviste. Observa tudo. Quanto a vós, não o contareis? Eu te fiz ouvir coisas novas do tempo atual, sim, coisas mantidas em reserva, que não conhecias. Terão de ser criadas no tempo atual e não desde aquele tempo, sim, coisas de que antes de hoje não ouvistes falar, para que não digas: Eis que eu já as conhecia” Isaías 48.6-7