segunda-feira, 24 de junho de 2013

Imediatamente após os Atentados do 11 de Setembro, pelo espírito, Adamir Gerson entrou em febril atividade para conter o avanço de um mal anunciado.

E a razão que entrou em febril atividade é que imediatamente após os Atentados o Alto lhe trouxe à memória o sonho profético de Dom Bosco sobre uma chuva de rosas que então cairia na terra no seu tempo final.

Vejamos o sonho de Dom Bosco, datado do ano de 1880: Eis que no sonho Dom Bosco notou que o céu ficara sombrio e se aproximou uma tempestade com trovões, raios e relâmpagos. E no meio de tudo isto se ouviu um grande estrondo, um grande trovão, que estremeceu a casa. E Dom Bonetti, que no sonho acompanhava Dom Bosco junto com o Conselho, correu para o alpendre e eis que viu caindo do céu uma chuva de espinhos. As gotas de espinhos que caiam eram grossas como cascatas de água numa chuva torrencial.

E após a chuva de espinhos eis que houve um segundo trovão, forte como o primeiro. No entanto agora parecia que o céu começava a se clarear. E quando houve o segundo trovão então Dom Bonetti correu para o alpendre e eis que viu uma nova chuva caindo do céu. De modo que exclamou: Óh! Uma chuva de botões!

E seguiu-se um terceiro trovão, mais forte ainda. De modo que Dom Bonetti correu para o alpendre para ver o que era então. Olhando para o alto, Dom Bonetti via que agora apareceram frinchas de céu claro e um pouco de sol. E olhando para as frinchas de céu claro eis que Dom Bonetti vê agora um novo espetáculo: do céu cai uma chuva de flores!

Chuva de espinhos, chuva de botões, chuva de flores!

Após a chuva de flores, que eram de muitos matizes, ocorreu do céu um quarto trovão, fortíssimo! Muitíssimo mais forte que todos os anteriores. E Dom Bonetti correndo para o alpendre e olhando para o alto eis que viu o céu completamente claro e no horizonte um sol brilhante. E Dom Bonetti pasmado diante do sol brilhante eis que viu o céu se abrindo e uma chuva de rosas, em grande quantidade, caindo das nuvens a terra. E as rosas, mui perfumadas, cobriam as terras e os telhados das casas. E quando Dom Bonetti viu uma chuva de rosas assim, então gritou para Dom Bosco: Venha, Dom Bosco, e vede! E Dom Bosco correu para o alpendre a ver a chuva das rosas mui perfumadas. E quando Dom Bosco olhava e via que elas cobriam as terras e os telhados das casas, eis que Dom Bonetti exclamou: Oh! Finalmente!

Bem, o que sucede é que imediatamente após os Atentados do 11 de Setembro, Adamir Gerson interpretando o sonho de Dom Bosco, então entendeu que a tempestade com raios e trovões vistas pelo vidente italiano foram mesmo os ataques concatenados dos radicais islâmicos. E o grande estrondo que estremecera a casa onde estavam Adamir Gerson entendeu como sendo o momento em que ruiu as Torres Gêmeas.

Diante do anúncio do Presidente George W. Bush, prometendo vingança, Adamir Gerson entendeu claro que a chuva de espinhos que se seguiu ao grande estrondo seria então que os Estados Unidos iriam atacar o Afeganistão. Os espinhos grossos que no sonho caiam, entendeu que seriam bombas lançadas sobre o povo do Afeganistão, naquele momento entendendo que ele não tinha nada que ver com aquilo.

Ora, querendo evitar o mal anunciado, os ataques que iriam trazer sofrimento ao povo do Afeganistão, querendo o impedir, Adamir Gerson entrou em atividade febril. Fez um portentoso trabalho, a partir do sonho profético de Dom Bosco, e correu em busca de apoio para realizá-lo.

E no trabalho constava uma grandíssima caminhada acontecendo na cidade de Presidente Prudente para aquele final de ano de 2001. A caminhada representava exatamente o derramamento da chuva de rosas visto em sonho por Dom Bosco. E era dito que tal caminhada iria inaugurar na terra uma nova ordem mundial que quando plenamente estabelecida ninguém mais iria ter pretexto para fazer o que os radicais islâmicos fizeram nos Estados Unidos e nem nação alguma iria ter pretexto para atacar outras nações.

E correu com o trabalho por muitos lugares em busca de apoio para a sua realização. Na Unesp, no Sindicato dos Bancários, entre estudantes, expôs para padres e pastores, e ninguém mostrou qualquer interesse. De modo que ele era completamente invisível no meio deles.

Mas, como Hegel disse que a crítica filosófica só é possível ao final do processo, ora, passado doze anos daqueles acontecimentos é possível que hoje tenhamos melhores explicações para esse sonho profético de Dom Bosco. De fato, o primeiro estrondo foi mesmo os acontecimentos do 11 de Setembro e a chuva de espinhos que se seguiu foi mesmo não só o ataque que os Estados Unidos fizeram ao Afeganistão como também o ataque que fizeram em seguida ao Iraque. A chuva de espinhos foi todo o sofrimento que a nação americana levou a esses países árabes, semeando ali a morte e deixando ali um rastro de destruição.

Mas, o que teria sido as chuvas que vieram na sequência, de botões, e de flores e de rosas? Para Adamir Gerson essas chuvas representam as manifestações que varreram o mundo como recusa das ordens estabelecidas. O Ocupa Wall Street e as manifestações na Grécia foram sim essa chuva de botões; as manifestações que varreram os países árabes, a Primavera Árabe, foi sim essa chuva de flores; e as manifestações que varreram o Brasil no mês de junho são sim preparações para a Chuva de Rosas, que mui provavelmente cairá do céu à terra no mês de outubro do ano de 2013.

Temos de entender tudo isto de forma dialética, com o olho da metafísica, o olho do espírito. Qual o profundo significado de no sonho de Dom Bosco Dom Bonetti ter exclamado, após a chuva de rosas: Oh! Finalmente? Adamir Gerson entende este Oh! Finalmente! como o momento histórico em que Deus restabelece a sua soberania e instaura na terra o governo de seu filho Jesus, como são as imagens de Apocalipse 11.15-18.

Vale lembrar que na metade do século passado teólogos humanistas tiveram lampejos deste novo dia que vem chegando. Uma geração inteira de teólogos se entregou a utopia lírica da chegada da Era de Jesus, da chegada da Era do Espírito, da chegada da Era do Humanismo Integral, palavras balbuciadas naqueles dias por Ignácio de Castro, e por Bardiaev, e por Jacques Maritain, balbucios que eram repetidos com esperança por todos, que não cessavam de dizer: damos por encerrado as revoluções, liberal e marxista; o tempo que urge é a construção da Revolução do Amor, do amor total, sem qualquer barreira que o impeça. E enquanto balbuciavam estas palavras de esperança de um novo tempo, dentre eles se levantou Teilhard de Chardin: Eu vi! A terra inteira se iluminando instantaneamente! É certo, a Era de Jesus não nasceu naqueles dias; não estava madura para seu nascimento. Tinha pela frente ainda uma grande caminhada. Teria de ser enriquecida nas lutas sociais e políticas da Teologia da Libertação. Então estaria apta para o nascimento. E o que impede, hoje, o seu nascimento?

Pois é, seguramente é esse Governo de Cristo, a ser construído pacificamente, pelo poder das idéias, pelo poder da inteligência, que cada vez mais ganhará os homens para o seu lado, que porta respostas para esses jovens que nos Estados Unidos, na Grécia, na Espanha, no Egito, na Tunísia, no Brasil saíram às ruas clamando por um novo modelo civilizatório. Esses jovens não querem pura e simplesmente a troca de governos, de homens, mas, sim, a troca de modelo civilizatório. Querem um novo paradigma onde tudo seja regido pela cooperação e a solidariedade, e não esse mundo louco regido pelo consumismo desenfreado e irresponsável.

Abaixo segue o trabalho A Guerra dos Meninos Brasileiros e as propostas para a realização de uma grandíssima manifestação no mês de outubro na região de Presidente Prudente, Oeste Paulista. E nestas manifestações seguramente será que estará caindo sobre a terra, a partir do Brasil, a chuva de rosas mui perfumadas do sonho profético de Dom Bosco. Mais do que isto, que a partir deste dia estas forças mortas que governam o Brasil e o mundo começarão a passar. Como vaticinou o profeta Isaías: “E os olhos dos que vêem não ficarão grudados e os próprios ouvidos dos que ouvem atentarão. E o próprio coração dos apressados demais considerará o conhecimento e até mesmo a língua dos gagos se apressará em falar coisas claras. O insensato não mais será chamado de generoso; e quanto ao homem sem princípios, não se dirá que é nobre; porque o próprio insensato falará mera insensatez e o próprio coração dele fará o que é prejudicial, para praticar a apostasia e para falar contra Javé aquilo que é desordenado, para fazer a alma do faminto ficar vazia, e ele faz até mesmo o sedento passar sem a própria bebida. Quanto ao homem sem princípios, seus instrumentos são maus; ele mesmo aconselhou atos de conduta desenfreada, para estragar os atribulados com declarações falsas, mesmo quando um pobre fala o que é direito. E o profeta Isaías prossegue com o seu vaticínio sobre a nova terra, a nova civilização: “(...) E no deserto há de residir o juízo e no pomar morará a própria justiça. E o trabalho da verdadeira justiça terá de tornar-se a paz; e o serviço da verdadeira justiça: sossego e segurança por tempo indefinido. E meu povo terá de morar num lugar de permanência pacífico, e em domicílios de plena confiança, e em lugares de descanso sem perturbação. E há de saraivar quando a floresta descer e a cidade ficar rebaixada a um estado rebaixado. ‘Felizes sois vós os que semeais junto a todas as águas, mandando embora os pés do touro e do jumento.’” Isaías 32

Bravo, jovens! Saiam às ruas, se manifestem, e mandem embora os pés do touro e do jumento!
                                       
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Quando o segundo sol chegar, para realinhar as órbitas dos planetas; Derrubando com assombro exemplar o que os astrônomos diriam se tratar de um outro cometa. Cássia Eller/Nando Reis... Menino Deus / Quando a flor do teu sexo / Abrir as pétalas para o universo / Então por um lapso se encontrará nexo / Ligando os breus dando sentido aos mundos / E aos corações, sentimentos profundos / De terna alegria no dia do Menino Deus, Caetano Veloso

           A GUERRA DOS MENINOS BRASILEIROS (O DIA DA VITÓRIA)

“(...) E saí cantando meu pequeno hino; Quando vi que alguém também cantava; Vi minha esperança na voz de um menino que sorrindo me acompanhava; Outros que brincavam mais além, deixavam de brincar pra vir também; E cada vez crescia mais aquele batalhão de paz; Onde já marchavam mais de cem; De todos os lugares, vinham aos milhares, e em pouco tempo eram milhões; Invadindo ruas, campos e cidades, espalhando amor aos corações; Em resposta o céu se iluminou; Uma luz imensa apareceu; Tocaram forte os sinos, os sons eram divinos, a paz tão esperada aconteceu; Inimigos se abraçaram, e juntos festejaram, o bem maior: a paz, o amor e Deus (...) Roberto Carlos/Erasmo Carlos

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Ora, no ano de 2003, 2004 Adamir Gerson se achava na igreja Obras do Espírito Santo. Fora ali levado por mãos angelicais para que falasse para o seu dirigente, pastor Luis Baldez, sobre as boas novas do Reino de Deus. Sobre a iminência do Casamento do Cordeiro sobre esta terra. (E a Palavra de Deus não voltou vazia neste coração, pois alguns anos depois, pastor Luis Baldez foi ouvido falando com alegria no coração de um novo socialismo... A partir das imagens do livro de Atos que mostra a comunidade de cristãos primitivos tendo todas as coisas em comum pastor Luiz Baldez sentiu no coração que o socialismo é sim parte dos planos de Deus)

E o que sucede é que por esses dias chegou à igreja uma jovem por nome Joseane, vinda da igreja Nova Jerusalém. E assim que tomou assento ela narrou um sonho que tivera naqueles dias. Narrou que vira em sonho uma grandíssima caminhada acontecendo no centro de Presidente Prudente. E a multidão caminhava no seu centro em direção ao Parque do Povo.

E ela narrando o sonho então contou que quando a multidão ia entrar no Parque do Povo, pela sua porta de entrada, eis que estavam ali uns clérigos parados. E eles conversavam entre si e se perguntavam: quem deu poder para estes fazerem isto? E a grande multidão entrou então no Parque do Povo e foi se postar diante de um grande palanque ali armado ocupado pelos ministros da Palavra de Deus.

Narrando o sonho, ela contou que a grande multidão que viu caminhando pelo centro de Presidente Prudente era composta de católicos e de evangélicos; mas os católicos eram maioria, como ela mesma disse. E quanto aos ministros da Palavra de Deus que ocupavam o grande palanque eram padres católicos e pastores evangélicos; mas os pastores evangélicos eram maioria, como ela mesma disse narrando o sonho.

O que sucede é que assim que acabou de narrar o sonho pouco tempo depois retornou para a sua igreja, todavia deixando a intrigante pergunta: o que foi fazer naquele lugar onde estava o homem interessado? O homem que Deus já o vinha preparando desde o ano de 2001, desde os atentados do 11 de Setembro nos Estados Unidos, para realizar tão grande caminhada? Por ventura que foi levado ali pelo Deus que não faz nada sem antes revelar aos seus escravos, os profetas, de modo que ele tinha no propósito do coração realizar uma grande caminhada escatológica, que seria sim introdutora da caminhada do Milênio; que marcaria sim o momento em que o reino do mundo começaria a se tornar em reino de nosso Senhor e do seu Cristo, como são as imagens de Apocalipse 11.15-18?

O que seria esta caminhada vista em sonho pela jovem Joseane? Por ventura que ela viu em sonho as duas linhas de vida que saem da mão de Jesus (Habacuque 3.4) se encontrando e juntas atravessando o Jordão espiritual?

O que seria mesmo esta caminhada? Por ventura que no final do ano de 2012 ou mais tardar no ano de 2013 (este escrito é do começo do ano de 2012. De modo que em acontecendo tão grande acontecimento o mesmo seria realizado mui provavelmente na manhã do dia 13 de outubro do ano de 2013. Tudo começaria no dia 9 de outubro (Assentamento Che Guevara), dia 10, dia 11 e no dia 12 de outubro seria um dia de grande reflexão, com os vários grupos temáticos debatendo nas avenidas de Presidente Prudente o seu tema relacionado com o Governo do Reino de Deus que vem realizar o grande vaticínio do profeta Isaías: Como cessou aquele que compelia outros a trabalhar, como cessou a opressão! Javé destroçou o bastão dos iníquos, a vara dos governantes, aquele que incessantemente golpeava povos em fúria com um golpe, aquele que subjugava nações em pura ira, com perseguição sem freio. A terra inteira chegou a descansar, ficou sossegada. As pessoas ficaram animadas, com clamores jubilantes. Até mesmo os juníperos se alegraram de ti, os cedros do Líbano, dizendo: Desde que te deitaste (imperialismo, a nova e sequencional Babilônia), não sobe contra nós nenhum lenhador (Isaías 14.1-7), sim, em acontecendo tão grande acontecimento tudo começaria no dia 9 de outubro, 10, 11 e 12, dia de grande reflexão. E então tudo se consumaria na manhã do dia 13 de outubro do ano de 2013...

E eis que é o dia 23 de dezembro do ano de 2012... E eis que é o dia 30 de maio do ano de 2013... (Mas, em tudo acontecendo, eis que é a manhã do dia 13 de outubro do ano de 2013). E uma multidão imensa, vinda de todas as partes do Brasil, de muitas partes da terra, está na cidade de Presidente Prudente, ocupando as suas avenidas, com os seus tambores, as suas bandeiras e os seus cânticos, seus muitos cânticos. E de repente alguém grita, no meio da multidão: Eia lá vem! E todos esticam o pescoço para ver o que lá vem, e eis que todos avistam vindas as forças dos reis do nascente do sol (1) com a missão de começar em cima da terra o reinado de Jesus Cristo no lugar do reinado de homens, que trouxe proveito para poucos, mas lágrima, dor e sofrimento para a imensa maioria.

E lá vem. E na frente de todos eis que aparecem jovens empurrando uma grande roda e nela os dizeres: 2012: O TEMPO DO REINO! O TEMPO DOS MANSOS QUE JESUS DISSE HERDARIA A TERRA E A GOVERNARIA. No centro da grande roda, o número 2012, e em cima, circundando, os dizeres: O ANO DOS MANSOS QUE JESUS DISSE HERDARIA A TERRA E A GOVERNARIA, e embaixo, completando o círculo, os dizeres, OS TRABALHADORES (Este escrito é do começo do ano de 2012, de modo que em acontecendo tão grande acontecimento, então na roda apareceria os dizeres: 2013: O TEMPO DO REINO! O TEMPO DOS MANSOS QUE JESUS DISSE HERDARIA A TERRA E A GOVERNARIA).

E atrás seguem jovens em cima de uma caminhonete que veio do Pontal do Paranapanema levando três estandartes, os estandartes de Paulo e de Marx ladeando o estandarte de Jesus Cristo. (Marx foi aquele que disse: Trabalhadores de todos os países: uni-vos, pois vós possuireis a terra inteira (Manifesto Comunista); Jesus foi aquele que disse: Todas as coisas, portanto, que quereis que os homens vos façam, vós também tendes de fazer do mesmo modo a eles; isto, de fato, é o que a Lei e os Profetas querem dizer (Mateus 7.12; e Paulo foi aquele que disse: Que cada um persista em buscar, não a sua própria vantagem, mas a da outra pessoa (ICoríntios 10.24).

Prosseguindo. Bem, e quando a camionete passa levando os estandartes de Paulo, e de Jesus, e de Marx eis que logo atrás vêm jovens empurrando um carrinho; e em cima do carrinho um livro aberto com os dizeres, deste lado: EDUCAÇÃO, e do outro lado, EVANGELHO. E os jovens que empurram o carrinho são deste lado, um jovem evangélico, e daquele lado, um jovem católico, mas no meio deles um jovem socialista, com os três jovens seguindo pelas avenidas de Presidente Prudente empurrando o carrinho. (Na emblemática frase de Paulo Freire: Se a educação sozinha não pode transformar a sociedade, tampouco sem ela a sociedade muda, se acha em potência essa união da Educação com o Evangelho. A Educação transmite o conhecimento, e o Evangelho direciona esse conhecimento para que o mesmo seja usufruído pela sociedade, principiando pela sociedade dos mais necessitados. Sem o Evangelho o conhecimento se torna em instrumento de dominação de uns sobre outros).

Prosseguindo. E quando os jovens passam empurrando o carrinho, eis que atrás deles vem um carro alegórico ocupando bom espaço da rua. E ao fundo se levanta uma grande réplica de Jerusalém se expandindo a partir do Muro das Lamentações. E deste lado de cá aparece em grande destaque a Mesquita de Omar com o ouro que cobre seu domo sendo visto em todo seu resplendor, beleza e grandeza sempiternos. E do lado de lá, em grande destaque, aparece a Sinagoga de Ramban. E entre a Mesquita de Omar com o Domo da Rocha prendendo as atenções e a Sinagoga de Ramban aparece, então, em grande destaque, a Basílica do Santo Sepulcro. Mesquita, Basílica e Sinagoga uma ao lado da outra. E no alto, encimando, em forma de arco que cobre toda a extensão, eis que se lê a inscrição: O TERCEIRO TEMPLO RECONSTRUÍDO. E em cima do carro alegórico seguem crianças palestinas, e crianças judias e crianças cristãs em suas respectivas indumentárias, conversando entre si e cantando cânticos tradicionais e pertinentes, cristãos, palestinos e judeus. Todas cantam o mesmo cântico. E o maestro está junto a elas, as ajudando na harmonia de sua síntese.

E o carro alegórico, em toda a sua riqueza e beleza, sempiternos, segue pelas avenidas de Presidente Prudente. E eis que na sua frente segue três jovens montados cada qual em um cavalo branco. E levam ao ombro um grande estandarte que segue pelas avenidas da cidade girando em suas mãos. E o jovem do lado de cá, em indumentária palestina, e com o dorso do cavalo coberto do vermelho, do vermelho cetim, leva ao ombro um grande estandarte que girando em suas mãos então faz aparecer dum lado a figura de Esaú, mas do outro lado a figura de Yasser Arafat. Quanto ao jovem que vai do lado de lá, em indumentária hebraica, e com o dorso do cavalo coberto do branco, do branco cetim, ora, quando gira o estandarte em suas mãos eis que de um lado aparece a figura de Jacó, mas no outro lado a figura de Yitzhac Rabin. E os dois jovens, palestino e judeu, seguem pelas avenidas de Presidente Prudente ladeando um jovem cristão que segue pelas suas avenidas levando ao ombro um grande estandarte, que quando gira em suas mãos então dum lado aparece a figura de Isaque, mas do outro lado a figura de Jesus. E o dorso deste cavalo está coberto do rosa, do rosa cetim.

E o que sucede é que quando passa pelas suas avenidas a camionete que veio de Estrela do Norte trazendo os estandartes de Paulo, e de Jesus, e de Marx; passa os três jovens empurrando o carrinho que leva em cima um livro aberto com os dizeres EDUCAÇÃO e EVANGELHO, sim, o que sucede é que assim que acaba de passar o caminhão alegórico levando em cima crianças judias, palestinas e cristãs, então a multidão que os presenciara não se contém e exclama: Vede! É a Arca do Pacto! Do Pacto novo que Deus selou com seu filho Jesus! Ó morte, onde está a tua vitória? Ó morte, onde está o teu aguilhão? Ó Glória... Já não seremos mais explorados; nem material e nem espiritual, mas o Cordeiro que está no meio do trono nos pastoreará e nos guiará para as fontes de águas da vida. E o Cordeiro enxugará de nossos olhos toda lágrima, e não teremos mais fome, e nem sede, e nem sol ou calor abrasador cairão mais sobre nós. Ô Glóóóóóóória!!!

E o grande exército de Deus, sim, há um povo numeroso e poderoso; semelhante a ele não se fez existir nenhum, desde o passado indefinido, e depois dele não haverá mais nenhum até os anos de geração após geração. Adiante dele um fogo devora e atrás dele uma chama consome. Adiante dele a terra está como o jardim do Éden; mas atrás dele é um deserto desolado, e também se mostrou que dela nada escapa.  Sua aparência é como a aparência de cavalos e correm como corcéis.  Saltitam como que com o ruído de carros nos cumes dos montes, como que com o ruído dum fogo chamejante que devora o restolho. É como um povo forte, posto em ordem de batalha. Por causa dele, povos terão dores agudas. Quanto a todas as faces, certamente ficarão coradas de excitação.  Correm como homens poderosos. Sobem a muralha como homens de guerra. E vão, cada um, nos seus próprios caminhos e não trocam de veredas. E não empurram um ao outro. Prosseguem andando assim como o varão vigoroso no seu rumo; e se alguns caírem mesmo entre os projéteis, os outros não interrompem o avanço. Investem para dentro da cidade. Correm sobre a muralha. Sobem às casas. Entram pelas janelas como o ladrão. Diante dele a terra ficou agitada, os céus tremeram.  Mesmo o sol e a lua ficaram escuros e as próprias estrelas recolheram a sua claridade. E o próprio Javé certamente fará ouvir a sua voz perante a sua força militar, pois o seu acampamento é muito numeroso. Pois, aquele que cumpre a sua palavra é forte; porque o dia de Javé é grande e muito atemorizante, e quem poderá resistir nele? Sim, e o grande exército de Deus, que o profeta Joel viu saindo para a sua ação, em toda a terra, partindo de um lugar (daquele lugar que disse: Acudi e vinde, todas as nações ao redor, e reuni-vos. Àquele lugar faze baixar os teus poderosos, ó Javé. Despertem as nações e subam à baixada de Jeosafá; pois ali me assentarei para julgar todas as nações ao redor. Metei a foicinha, porque a colheita ficou madura. Vinde, descei, porque o lagar de vinho ficou cheio. Os tanques de lagar estão realmente transbordando; porque se tornou abundante a sua maldade. Massas de gente, massas de gente estão na baixada da decisão, porque está próximo o dia de Javé na Baixada da Decisão, porque está próximo o dia de Javé na Baixada da Decisão (Joel 3.11-14), sim, e o grande exército de Deus segue pelas avenidas de Presidente Prudente arrebatando e extasiando a grande multidão. Que bate no peito e diz: eu militarei nele! Serei um dos seus soldados valorosos, investindo para dentro da cidade, correndo sobre a muralha, subindo às casas, e entrando pelas janelas como o ladrão.

E o que sucede é que quando a multidão acaba de exclamar: Ô Glóóóóóóória!!! E passa o carro alegórico levando em cima crianças judias, palestinas e cristãs então a multidão vê passar em seguida novo quadro que é mais uma jóia na coroa do Senhor. E eis que vêm quatro jovens carregando ao ombro quatro grandes estandartes. Na frente segue um estandarte, mas, atrás, guardando distância de seis passos – que foram os seis passos que o rei Davi deu quando fazia a arca do Pacto subir da casa de Obede-Edom para cima a Jerusalém, e com gritos de alegria, e com toque de buzina, e com cânticos, e com dança – segue três estandartes um ao lado do outro. E os três estandartes que segue atrás, seis passos atrás, ora, deste lado de cá segue o grande estandarte de Madre Tereza de Calcutá, no ombro de uma jovem clarissa, e do lado de lá o grande estandarte de Chiara Lubich no ombro de uma jovem ecumênica. Mas entre a jovem Clarissa e a jovem Ecumênica que levam ao ombro os estandartes de Madre Tereza de Calcutá e de Chiara Lubich eis que segue uma jovem da pastoral da criança levando ao ombro o grande estandarte de Zilda Arns. E as três jovens seguem pelas avenidas de Presidente Prudente guardando distância de seis passos, da jovem Missionária que vai à frente levando ao ombro o grande estandarte de Dorothy Stang.

E quando essa jóia da coroa régia do Senhor passa pelas suas avenidas eis que a multidão vê passar nova jóia da coroa do Senhor. E eis quatro jovens levando ao ombro quatro grandes estandartes. Na frente segue um jovem levando ao ombro seu grande estandarte, e atrás dele, guardando distância de seis passos – que foram os seis passos que o rei Davi deu quando fazia a arca do Pacto subir da casa de Obede-Edom para cima a Jerusalém, e com gritos de alegria, e com toque de buzina, e com cânticos, e com dança – segue três jovens levando ao ombro seu grande estandarte. Um ao lado do outro. E eis que deste lado segue um jovem levando ao ombro o grande estandarte do Bispo Desmond Tutu, e do lado de lá segue um jovem levando ao ombro o grande estandarte de Nelson Mandela. E os dois grandes estandartes seguem pelas avenidas de Presidente Prudente ladeando o grande estandarte de Martin Luther King, que segue pelas suas avenidas nos ombros de um jovem batista negro. E os três jovens negros, levando os estandartes do Bispo Desmond Tutu, e de Martin Luther King, e de Nelson Mandela, seguem pelas avenidas de Presidente Prudente guardando a distância de seis passos do jovem que vai à frente levando ao ombro o grande estandarte de Mahtma Gandhi.

E quando passarem os jovens levando ao ombro o grande estandarte do Bispo Desmond Tutu, e de Nelson Mandela, e de Martin Luther King, e de Mahatma Gandhi, eis que a multidão vê agora passar aos seus olhos dois jovens montados cada qual em um cavalo branco. E levam ao ombro um grande estandarte. E os estandartes seguem girando em suas mãos. E o que sucede é que quando o jovem do lado de cá passa pelas avenidas de Presidente Prudente girando o seu estandarte então em um lado a multidão vê o rosto de João XXIII, mas no outro lado vê o rosto de John Wesley, com os rostos de João XXIII e de John Wesley intermitentemente se manifestando aos olhos da multidão. E quando o jovem do lado de lá gira o estandarte em sua mão então a multidão vê de um lado o rosto de Che Guevara, mas no outro lado vê o rosto de Francisco de Assis. E os rostos de João XXIII e de John Wesley, e de Che Guevara e de Francisco de Assis se mostram intermitentemente aos olhos de toda a multidão, como se fossem a sua noite e o seu dia.

E quando passarem os jovens montados em seus cavalos brancos, levando ao ombro os dois grandes estandartes que seguem pelas avenidas de Presidente Prudente girando em suas mãos, e fazendo alternar aos olhos da multidão João XXIII e John Wesley, Che Guevara e Francisco de Assis (Hay que endurecerse, pero sin perder La ternura jámas), eis que a multidão vê passar atrás deles dezenas e dezenas de jovens que levam ao ombro os estandartes daqueles que João viu por debaixo do altar clamando vingança pelo seu sangue derramado (2). E eis que são dezenas e dezenas de jovens levando ao ombro os estandartes daqueles cristãos que sofreram martírio nas mãos de Roma pagã. E o seu número é incontável, sendo incontável o número dos seus estandartes, pois, deveras, cada estandarte leva o nome de um daqueles mártires que na defesa de sua fé sofreu horrores à mão de homens violentos e de feras famintas. E na frente de todos eles seguem três jovens levando em suas mãos ramalhetes com rosas brancas.

E as dezenas e dezenas de jovens seguem pelas avenidas de Presidente Prudente levando ao ombro os seus estandartes. E eis que a multidão vê entre seus estandartes os estandartes dos apóstolos de Jesus que foram martirizados. Todos eles estão ali nos ombros dos jovens para receberam a coroa de glória que um dia foi-lhes prometido. Todos eles estão ali, desde Estevam ao último dos apóstolos martirizado, André. E entre eles, no meio deles, dezenas e dezenas de jovens carregam ao ombro o estandarte de um cristão que teve a sua vida ceifada por não permitir que valores éticos e morais fossem subjugados por valores que não tinham o poder da transformação, de fazer uma nova criatura,

É incontável o seu número. É incontável o número dos estandartes dos mártires do cristianismo que desfilam pelas avenidas de Presidente Prudente. De modo que se podem ver no meio deles, entre os estandartes dos apóstolos de Jesus, eis os estandartes de Policarpo, e de Bárbara de Nicomédia, e de Anastácio de Sirmiuns, e de Demétrio Tessalonico, e de Perpétua e de Felicidade, e de Inês, e de Agatonice, e de Sinforosa, e de Justino, e de Teodoro de Heracléia, e de Catarina de Alexandria, e de Cristina de Bolsene, e de Irene, e de Clemêncio, e de Flávia Domitila, e de Blandina, e de Inácio, e de Leônidas, e de Pantaleão de Nicomédia, e de Teodósia, e de Procópio de Citópolis. A verdade é que se para cada mártir cristão houvesse um representante em Presidente Prudente com certeza todas as suas ruas seriam insuficientes para abrigar o seu número, tão grande foi o número dos mártires que morreram na defesa da fé cristã.

E o que sucede é que quando passarem os três jovens levando nos braços ramalhetes com rosas brancas, e sendo seguido por uma multidão incalculável de jovens levando ao ombro o estandarte de um cristão martirizado sob o domínio de Roma pagã, eis que agora a multidão vê passar diante dos seus olhos os estandartes daqueles que João viu completando o número dos mártires cristãos, e que foram chamados por ele de co-escravos e de co-irmãos, que iriam ser mortos como foram aqueles que debaixo do altar clamavam vingança pelo seu sangue (3).

E diante dos olhos da multidão agora passa os estandartes dos mártires do socialismo. É incontável o seu número. É incontável o número dos estandartes dos mártires do socialismo que passam perante os olhos da multidão. Desde os mártires que morreram lutando na Comuna de Paris, passando pelos mártires de Chicago, e pelo martírio do casal Rosemberg em Nova Yorque, e pelo martírio de Che Guevara na Bolívia, até chegar ao martírio de Dorothy Stang no Brasil, é incontável o número dos mártires pelo socialismo, que sofreram todo tipo de violência desde ser afogado na água até ser amarrado pelos pés e ser arrastado pelas ruas da cidade por automóveis conduzidos por homens enfurecidos, e se não bastasse, lançados ao mar por helicópteros.

E dezenas e dezenas de jovens seguem pelas avenidas de Presidente Prudente levando ao ombro os estandartes dos mártires pelo socialismo, cujo número foi tão grande como foi o número dos mártires pelo cristianismo. E na frente deles seguem três jovens levando nos braços ramalhetes com rosas vermelhas.

E eis que a multidão nas avenidas de Presidente Prudente vê agora passar os mártires pelo socialismo, que necessário se fez morrer para que se completasse o número dos seus co-escravos e co-irmãos que foram mortos sob Romã pagã e eles então fossem vingados. Eis que a multidão vê jovens levando ao ombro os estandartes de Stuart Angel, e de Carlos Mariguela, e de Alexandre Vanucci Lemes, e de Vladimir Herzog, e de Manuel Fiel Filho, e de Santo Dias, e de Chico Mendes, e de Olga Benário, e de João Bosco Penido, e de Pe. Ezequiel Ramin, e de Dom Oscar Romero, e de Pe. Josimo Tavares, e de Frei Tito, e de Ranúsia Alves Rodrigues, e de Manoel Lisboa, e de Rosa Luxemburgo e Karl Liebknecht, e de Carlos Lamarca e de Iara Yavelberg, e de Zequinha Barreto. Se todas as ruas de Presidente Prudente são pequenas demais para abrigar os estandartes dos mártires cristãos são também pequenas demais para abrigar os estandartes dos mártires pelo socialismo. Milhões foram mortos pela causa do cristianismo, e milhões foram mortos pela causa do socialismo, todavia era no martírio dos seus milhões, no seu sangue derramado, que um novo mundo estava sendo forjado.

E quando passarem os jovens levando ao ombro os estandartes dos mártires pela causa do cristianismo e passar os jovens levando ao ombro os estandartes dos mártires pela causa do socialismo, eis que atrás deles, logo atrás, seguem jovens levando ao ombro os estandartes das grandes religiões monoteístas.

E atrás deles seguem jovens levando ao ombro os estandartes das grandes doutrinas espiritualistas, dedicadas à caridade e a minorar o sofrimento daqueles que não tem a quem clamar, tanto as que estão no oriente como as que estão no ocidente.

E atrás dos jovens levando os estandartes das religiões monoteístas e das doutrinas espiritualistas eis que seguem jovens levando em seus ombros os estandartes de todas as denominações religiosas, quer as pertencentes ao campo evangélico quer as pertencentes ao campo católico. Todas elas, nas suas centenas, que sentiram em seus seres que realmente os seus corpos foram mergulhados nas águas do Mar Vermelho espiritual e que agora chegou o tempo de mergulhá-los nas águas do Jordão espiritual indo diretamente para ocupar as moradas eternas que o Cristo da cruz um dia disse iria as preparar para os seus.

E atrás dos jovens levando em seus ombros os estandartes de suas respectivas denominações religiosas eis que seguem os povos da floresta, as suas inúmeras tribos, todas elas nas suas mais ricas indumentárias. E seguem pelas avenidas de Presidente Prudente com os seus chocalhos e as suas danças e os seus cânticos. A sua cultura, cintilando vivacidade, segue assim pelas avenidas de Presidente Prudente. E na frente de todas elas segue a tribo dos Guarani-kaiowá.

E atrás dos povos da floresta então segue o caminhão levando os homens e mulheres, que por terem se dedicado ao serviço com os pobres, por terem lutado para arrebatar os pobres da mão do opressor, que sem medo enfrentaram as forças das trevas e do terror, sim, seguem os homens e mulheres que neste dia, quando estiverem no grande palanque armado ali no Parque do Povo visto em sonho pela jovem Joseane, hão de ouvir: Vinde, vós os que tendes sido abençoados por meu Pai. Herdai o reino preparado para vós desde a fundação do mundo. Pois fiquei com fome, e vós me destes algo para comer; fiquei com sede, e vós me destes algo para beber. Eu era estranho, e vós me recebestes hospitaleiramente; estava nu, e vós me vestistes. Fiquei doente, e vós cuidastes de mim. Eu estava na prisão, e vós me visitastes. E eis que no grande caminhão se pode ver, dentre muitos, dos escolhidos de Javé, Luiza Erundina, e Eduardo Suplicy, e Plínio de Arruda Sampaio, e Heloisa Helena, e Cristovam Buarque, e Marina Silva, acenando para a grande multidão que não cessa de acenar os seus lencinhos brancos e vermelhos para os ungidos de Javé que irão começar na terra o reinado de seu filho Jesus.

E o que sucede é que quando a multidão entra no Parque do Povo e após a grande Celebração do Reino, então chegará o momento da simbólica chuva de rosas, uma justa homenagem que será prestada a todos aqueles que lutaram e foram martirizados tanto pelo cristianismo como pelo socialismo. E aqueles três jovens que seguiram na frente dos estandartes dos mártires pelo cristianismo então lançarão ao alto os  ramalhetes de rosas brancas em suas mãos numa justa homenagem a todos os mártires do cristianismo. E quando  subirem e descerem ao olhar de todo o povo no Parque do Povo então dedos femininos começarão a retirar das cordas do violino o som divino do hino MAIS ALVO QUE A NEVE. E a multidão, na alegria do espírito, canta MAIS ALVO QUE A NEVE. Em seguida será a vez dos três jovens que seguiram na frente dos estandartes dos mártires pelo socialismo lançarem ao alto os seus ramalhetes com rosas vermelhas numa justa homenagem a todos os mártires do socialismo. E quando subirem e descerem ao olhar de todo o povo então dedos masculinos começarão a retirar do violino o som da música Vermelho, que o Brasil inteiro cantou com Fafá de Belém.

E sucederá que quando todos no Parque do Povo acabar de cantar Vermelho, então os seis jovens se abaixarão e apanharão os seus ramalhetes. E juntos os lançarão ao alto, os ramalhetes com rosas brancas e os ramalhetes com rosas vermelhas, numa justa homenagem aos mártires do cristianismo e aos mártires do socialismo. E enquanto sobem e descem ao olhar de todo o povo no Parque do Povo, então os dedos femininos e masculinos começarão a retirar do violino o som divino da música Rosa de Sarom com todos no Parque do Povo cantando: Uma cortina se abriu e surgiu / Um cavalo e mil cavaleiros / Brancos, vermelhos armados, armados / Do riso inocente que faz despertar / Pisando firmes na terra / Abrindo seu ventre fazendo brotar / Uma canção que só fala de amor / Que só diz que a vida já vai começar / Do trigo somos a sua brancura / E da videira o seu vermelhão / O branco da paz, o vermelho da vida / Somos a rosa – a Rosa de Sarom

E enquanto dedos masculinos e femininos retiram do violino o som divino da música Rosa de Sarom (4), ao seu som, então chegou o grande momento de todos no Parque do Povo participar da Ceia Nova, da Ceia especial, que Jesus por ocasião da última ceia (5) disse só voltaria a participar dela quando aparecesse nova, no reino de seu Pai, junto com seus discípulos.

E todos no Parque do Povo levam à boca um pedaço de pão e um cálice de vinho, com o pão e o vinho tendo um novo sentido em suas vidas, não mais apenas lembrar-se do sacrifício de Jesus na cruz, mas saber que no seu sacrifício estava a redenção completa do ser humano, tanto a redenção espiritual que trás igualdade espiritual como a redenção material que trás igualdade material. Igualdade espiritual e igualdade material que Ele cuidou em construir no devir histórico, primeiro com Paulo, e depois, quando a História no seu movimento real saiu do tempo teológico-espiritualista e entrou no tempo antropológico-materialista, seguindo a curvatura da história e que se deu com e a partir do Renascimento, ora, então na plenitude dos tempos materiais ele cuidou em construir a sua redenção material com o judeu Marx.

E a multidão no Parque do Povo participa da Ceia Nova de Jesus, que se manifesta em conexão com o seu novo nome (6). E o perfume universal da sua paz e da sua justiça sobe do chão do Parque do Povo e é levado pelo vento para os quatro cantos da terra, a fazer moradia e a fincar raízes irremovíveis em todos os corações e em todas as mentes.

E a multidão se despede do Parque do Povo cantando a música do Geraldo Vandré PRA DIZER QUE NÃO FALEI DAS FLORES. Voltam para as suas casas com a certeza de que a Semente terá de ser semeada em todos os corações, em todas as mentes, na sua casa, na sua vizinhança, no seu bairro, na sua cidade, no seu estado, na sua nação, no seu continente, na terra inteira, pois, deveras, é esta a Semente que o profeta Daniel viu sendo arrancada do monte, sem o auxílio de mãos, e feriu a estátua a esmiuçando, e se espalhando para a terra inteira e a enchendo como a um só monte (7).
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(1) Apocalipse 16.12
(2) Apocalipse 6.9
(3) Apocalipse 6.11
(4) A música Rosa de Sarom na verdade é uma letra que Adamir Gerson fez e encaixou no clássico Romance de Amor, que por sinal é controverso a sua origem. O que se sabe com certeza é que se trata de uma música pertencente ao folclore espanhol. Quanto ao seu compositor o mais aceito é que tenha sido Antônio Rovira, também aparecendo como seu autor Tarrega, Sor, Yepes, Paganini, e aquele que muitos afirmam ser o compositor de fato, Vicente Gomes. Por ser uma música sem autor aparente, e belíssima, e intuindo que a sua autoria desconhecida podia esconder um propósito divino, Adamir Gerson se viu no direito de utilizá-la pondo nela uma letra que julga pertinente. E espera que a sua versão tenha o mesmo alcance que teve a música austríaca Griechischer Wein, do Udo Jurgens, que transposta para a cultura portuguesa por Paulo Alexandre, se transformou num belíssimo clássico lusitano.
(5) Mateus 26.26-29
(6) Apocalipse 3.12

(7) Daniel 2.44

quarta-feira, 12 de junho de 2013

Nascimento do PAREPA


21 DE DEZEMBRO DO ANO DE 2012

O imperceptível há de tornar-se perceptível, por aqueles que são limpos de mão e puros de coração, e aguardam ansiosamente o dia da revelação do Filho do homem

NASCIMENTO DO PAREPA, PArtido da REconstrução do PAraíso. Horário: 20:00 Horas

LOCAL: Igreja Evangélica Obras do Espírito Santo. Localização: Jardim Guanabara, cidade de Presidente Prudente, Estado de São Paulo, País Brasil, Hemisfério Sul, Continente Latino-Americano, Planeta Terra. 

PRESENÇA: Quatorze corpos-espíritos em busca de uma nova sociedade, livre de toda e qualquer opressão.

MODELO A SER SEGUIDO EM TODA A TERRA

TRÊS HINOS FORAM CANTADOS. 169 por Jonathan; 577 por Osvaldo; 187 por Agnaldo.

LEITURA DA PALAVRA POR SILVIO: Jó 2.7

Após a abertura dos trabalhos com uma oração, então Pastor Luiz Baldez faz uso da Palavra e por cerca de meia hora expressa a sua esperança e confiança na chegada de um novo tempo. Com tino diz que ficou difícil falar de política, tanto é a podridão no seu meio. Mas enfatiza que este Encontro que está acontecendo no espaço da Igreja Obras do Espírito Santo dirigida por ele é sobre outra e nova política, a Teocracia de Deus. Enfatiza que ao contrário da política feita pelos homens que é jogo de interesse, de puro interesse, a Teocracia de Deus se revela a verdadeira política, pois se resume ao serviço. Ao serviço em prol da sociedade, e com especificidade ao serviço com os necessitados. A Teocracia de Deus trás inquebrantável a ética, a moral, e o respeito a toda a diversidade de que se compõe a sociedade. Deus não é um particular, mas um universal. Deus é O Universal, assim como expressado por Mestre Ekhart, Hegel, Teilhard de Chardin e por Pietro Ubaldi.

Após meia hora com explanações que enfatizam a proximidade do Reino, e não economizando palavras que a organização é fundamental, é preciso criar a base sobre a qual se levantará todo o edifício do novo partido, entrelaçar e harmonizar as suas diferentes organizações de poder que trará a libertação, a libertação de modelos político-econômicos que se revelaram predadores, não só da natureza como do espírito, passa então a palavra para Adamir Gerson para que fale sobre a criação do Parepa neste dia de 21 de dezembro, que, como ele mesmo diz convicto de esperança, será um dia histórico.

Capítulo Primeiro

Adamir Gerson em tom de oração: Ao nosso Pai amado: sejas louvado hoje e eternamente. E se dirige aos presentes: “Saudações e agradecimentos a todos os irmãos que ouviram o chamado do Pastor Baldez e aqui se fizeram presente. Vamos pedir a Deus que nos dê uma noite abençoada e quando estivermos saindo daqui, para as nossas casas, que a nossa saída seja como a de Abraão do Egito, rico, riquíssimos, da graça de Deus e do conhecimento da sua santa e bendita Palavra”.

E prossegue com a palavra: “No final da década de 70 aconteceu no ABC paulista, mais precisamente que na cidade de São Bernardo do Campo, o pipocar das greves operárias. Os trabalhadores estavam sendo oprimidos pelo patronato e decidiram fazer a greve como forma de sua luta e de suas reivindicações. E realizavam as suas assembléias no estádio de Vila Euclides. Dezenas de milhares de trabalhadores se reuniam no Estádio de Vila Euclides para ouvir um desconhecido líder sindical, barbudo, com a voz rouca, chamado Luis Inácio, que mais tarde veio se tornar Presidente da República Federativa do Brasil.

“Mas surgiu a reação dos militares, da ditadura militar, e os trabalhadores foram impedidos de continuar no Estádio de Vila Euclides. Sem ter para onde ir então um frade que acompanhava todos aqueles acontecimentos com esperança, Frei Beto, indicou a igreja matriz de São Bernardo do Campo lugar em que continuariam com as suas assembléias de operários. De modo que foi por entre os bancos da igreja matriz de São Bernardo do Campo, na discussão de operários, que o então metalúrgico Lula nasceu como líder político.

“E aquele frade no meio deles, Frei Beto, homem de fé, profundo conhecedor das Escrituras, naqueles dias em que Lula nascia politicamente e naqueles dias de nascimento do PT não teve a menor dúvida de que aquelas gigantescas greves ocorridas no ABC paulista e que tiveram desfecho político na Igreja Matriz de São Bernardo do Campo, transformando um líder operário em um líder político, tudo aquilo foi cumprimento de profecia. Para Frei Beto aqueles acontecimentos não foram outra coisa senão que a mulher gloriosa de Apocalipse 12 dera à luz ao seu filho varão com a missão de governar todas as nações com vara de ferro. A mulher gloriosa era a Igreja Matriz de São Bernardo do Campo e o filho varão era o operário iletrado Lula. Luta tinha um histórico de vida que fazia lembrar em muito a José do Egito, posto governante do Egito por Deus, e quem mais poderia ser o filho varão com a missão de governar as nações da terra senão Lula? Uma verdade: a reação da ditadura militar, tentando impedir aquele nascimento novo no Brasil, para Frei Beto não era outra coisa senão a reação do dragão, lutando para tragar o filho varão.

E Adamir Gerson prosseguia com a palavra, endereçando-a aos presentes: “Mas, façamos a pergunta: Apocalipse 12 se cumpriu realmente naquele final da década de 70 e início da década de 80, como creu Frei Beto? A Igreja Matriz de São Bernardo do Campo foi mesmo a mulher gloriosa de Apocalipse 12 e Lula o seu filho?

“As esperanças de Frei Beto não foram em vão. E aqueles acontecimentos operários que tiveram desfecho político na Igreja Matriz de São Bernardo do Campo foi mesmo um parto divino; mas o que nascia naquele dia era Esaú. Aquele operário barbudo, nascendo politicamente numa igreja vermelha, a Teologia da Libertação, e sendo por ela posto nas fraldas vermelhas do Marxismo, o que se deu naqueles dias foi o nascimento de Esaú.

“Do Esaú que incapacitado de retirar do mato o alimento de sua sobrevivência, por indolência, preguiça ou lá o que for, barganhou o que tinha de mais sagrado, a primogenitura, por um prato de comida. Desprezou uma dádiva dada por Deus: ‘De que me vale a primogenitura se simplesmente estou morrendo de fome? De que nos vale a ética, de que nos vale a moral, se não temos o poder? Bradavam o Esaú Lula e PT. E assim trocaram a ética, a moral, o embasamento espiritual que fez muitos olharem para o PT e Lula naquele início da década de 80 com confiança no futuro, sim, trocaram a primogenitura, o que era primeiro, o alicerce de todo agir, pelo prato de lentilhas do poder, como costumava dizer Leonel Brizola.

“O PT se esvai... como se esvaiu Esaú... e o futuro que o aguarda, e está bem perto, já batendo às portas, é o choro amargo de Esaú por ter tido tudo e ficado sem nada...

“Mas, passado quase trinta e quatro anos, podemos dizer que não foi naqueles dias, mas é hoje, neste dia 21 de dezembro do ano de 2012, que a mulher gloriosa de Apocalipse 12 está dando à luz ao seu filho que há realmente de governar a terra com vara de ferro. Não foi o PT, como creu piamente Frei Beto, Leonardo Boff, e todos os teólogos ligados à Teologia da Libertação, de que o PT iria criar um Brasil e uma terra de gente de rosto feliz, mas é o PAREPA nascendo no dia de hoje. Aqui, numa igreja simples, freqüentada por pessoas simples, boa parte recuperada das drogas e do crime, como foi o testemunho do jovem Jefferson, que testemunhou faz dois meses o Evangelho o resgatou do crime no Estado do Paraná, e está se recuperando dos seus traumas, e do jovem Jonathan que disse faz quatro dias deixou a penitenciária de Caiuá, depois de se envolver com o crime do tráfico. Aqui não tem os holofotes que cercaram a igreja matriz de São Bernardo do Campo, com aquele nascimento sendo literalmente televisado para o Brasil e o mundo. Ninguém sabe de nada do que está acontecendo aqui nesta noite, aqui na igreja Obras do Espírito Santo, a não ser este grupo pequeno de pessoas e seguramente Deus, que está no nosso meio.

“E será este nascimento, e não aquele quem irá realmente criar um Brasil e uma terra de gente de rosto feliz. Porque ao contrário daquele nascimento, que nascia desligado do Alto, confiando no poder e na capacidade de homens, este nasce ligado à Transcendência, confiando, não no seu poder, mas no poder e na capacidade de Deus. É Deus, através de instrumentos de carne, quem irá construir um Brasil e uma terra de gente de rosto feliz. Fazer com que a terra inteira viva debaixo da graça e do amor de seu filho Jesus Cristo.

“E para finalizar quero dizer: Se o PT foi capaz de trocar ética e a moral pelo prato de lentilhas do poder, a ética e a moral serão os instrumentos com os quais o PAREPA construirá o poder. Resultando num poder limpo e transparente, que há de enxugar todas as lágrimas, as lágrimas do desempregado, as lágrimas dos lares destruídos, as lágrimas da mãe que no lugar de ver o filho na escola o vê numa penitenciária, as lágrimas da Terra que chora por causa da depredação que se faz contra os seus recursos naturais. E quando lá no pólo norte uma calota de gelo se derrete é uma lágrima que escorre por sua face...”

E Pastor Luiz Baldez retoma novamente a palavra. E ao estar mais uma vez falando da Teocracia de Deus, que o que o move a acreditar no PAREPA é que se trata de uma nova política, portadora dos valores do Reino, então Adamir Gerson abre a Bíblia no livro do Apocalipse e pede para o jovem Jefferson fazer a leitura do verso 15 ao verso 18 no capítulo 11. E após a leitura, Adamir Gerson retoma a palavra.

Capítulo Segundo

Estamos aqui a dizer que tem chegado o tempo do reinado de Cristo. A leitura da Palavra feita pelo irmão Jefferson não deixa nenhuma dúvida quanto ao governo de Cristo. Mas, é preciso esclarecimentos para que a chegada deste grande momento na história da humanidade seja compreendida em toda sua magnitude.

“No ano de 1823 o inglês John Acquila Brown publicou o livro The Even-Tide, que quer dizer A Noite. E ele fez constar no livro uma profecia que podemos dizer se cumpriu ao pé da letra. Tomando como ponto de partida a destruição de Jerusalém por Nabucodonozor, que datou no ano 604ª.c, e interpretando os sete tempos que aparecem no livro do profeta Daniel (1) como um período profético de 2520 anos, período profético que ele entendeu seria o tempo exato em que o trono de Deus permaneceria vago, sendo seu último rei Zedequias, ora, Brown concluiu simplesmente que no ano de 1917 Israel iria se manifestar no seu estado pleno. Literalmente que neste ano iria ser estabelecido novamente a Teocracia de Deus, agora sublimada. Literalmente o reino messiânico visionado por todos os profetas, em especial por Isaías.” E Adamir Gerson se dirige aos presentes e faz a pergunta: “Alguns dos irmãos que estão aqui nesta noite sabe responder o que de importante aconteceu no ano de 1917 ligado a profecia de Brown?” Dirige-se a um e a outro com a pergunta. E quando aponta para Carlos Batista, celestial de longa data, ele responde: “A revolução russa!”

“Sim, a revolução russa. A revolução russa foi o acontecimento que deu cumprimento cabal ao profetismo de John Acquila Brown. O governo que se estabeleceu na Rússia naquele final da década de 10 e início da década de 20, que expropriou a riqueza dos poderosos e os mandou embora, de mãos vazias, com os oprimidos se saciando plenamente, aquele governo encabeçado por Lênin foi sim o cumprimento da profecia constante no livro The Even-Tide.

“Mas, como tem muitos estudiosos da Palavra de Deus que conhecedores da profecia de John Acquila Brown reconhecem que ela realmente foi verdadeira; um vaticínio que se cumpriu realmente naquele ano de 1917, apenas que se toma outro acontecimento, a Declaração Balfour, documento assinado pelo chanceler inglês que outorgava de forma oficial o direito dos judeus retornarem ao antigo lar de seus antepassados e reconstruir ali para si um “Lar Nacional”, ora, qual dos dois acontecimentos seja o verdadeiro? A mente lógica irá dizer: se foi a Declaração Balfour não pode ter sido a revolução russa; e seu foi a revolução russa não pode ter sido a Declaração Balfour”.

E Adamir Gerson prossegue nos seus esclarecimentos, dizendo: “Realmente as mentes tem ficado confusas sobre estes dois acontecimentos frente à profecia de Brown. E posso dizer que tem chegado o tempo de tudo ser devidamente esclarecido. Ora, no dia 2 de novembro do ano de 1917 o chanceler britânico, Lorde Balfour, assinou a histórica Declaração, permitindo aos judeus retornar ao antigo lar de seus antepassados, deixando de ser peregrino entre as nações, de ser enxotados de governo a governo; e neste mesmo período doze líderes bolcheviques se reuniram e decidiram fazer a revolução, uma revolução que iria dar aos oprimidos um lar nacional, o socialismo, com eles deixando de peregrinar de emprego em emprego, de ser enxotado de patrão a patrão.

“O que foi isso?", pergunta Adamir Gerson aos presentes, e ele mesmo responde: “Foi que naquele final do ano de 1917 deu-se na terra o aparecimento do fruto do Reino. O que é um fruto? Ora, planta-se a semente; e ela morre para nascer uma arvore, e futuramente quando aparece o fruto junto com ele re-aparece também a sua respectiva semente. Isto explica porque o advento do socialismo na terra o mesmo foi gestado entre o povo judeu. Marx, Engels, Lênin, Trotsky, Kamenev, Zinoviev, eram judeus. Dos doze líderes bolcheviques que participaram do histórico encontro que decidiu a revolução sete deles eram judeus; e do órgão máximo da Revolução, Comissário do Povo, das 556 cadeiras 457 eram ocupadas por judeus.

“Mas, é preciso mais este esclarecimento: aquele governo, voltado para o socialismo, que se estabeleceu na Rússia naquele final da década de 10 e início da década de 20 foi mesmo o governo do Reino, mas pelo lado da lei. Ele reviveu Moisés, o judaísmo. Por isso a história do Lênin foi repetição puro e simples da história de Moisés. Mas, futuramente o governo do Reino iria reviver Jesus. Seria então um novo tempo, um novo socialismo a ser construído, não mais pelo poder do fuzil e da baioneta, mas agora pelo poder do Evangelho. Pelo poder da Palavra de Deus. Todos iriam compreender a real vontade de Deus, na alegria do espírito, se entregando a ela: a construção de uma terra em que todos são realmente iguais, se relacionando como irmãos, cada qual tendo segundo as suas necessidades. Transformando e convertendo, aos poucos e progressivamente, o reino da opressão iria se transformando em reino de Jesus Cristo.”

E concluiu Adamir Gerson: “Bem tem feito o Pastor Baldez ao falar que o que está nascendo nesta noite, aqui na Igreja Obras do Espírito Santo, é a Teocracia de Deus. Porque o socialismo foi realmente Teocracia de Deus. Quer queiram quer não, foi cumprimento da Palavra de Deus. Oculto, invisível a todos, a comunistas, a católicos, a evangélicos, a capitalistas, todavia o socialismo foi mesmo Teocracia de Deus. O início do reino messiânico davídico sobre a terra, a verdadeira visão que teve John Acquila Brown naquele ano de 1823. E hoje, dia 21 de dezembro do ano de 2012, aqui no espaço da Igreja Obras do Espírito Santo, a Teocracia de Deus está se revelando em nova figura de espírito, no lugar da Ditadura do Proletariado, a revivência da Lei, eis agora a Democracia de Jesus, a revivência da Graça; no lugar do Partido Comunista, que quis construir na terra o Paraíso sem Deus, eis agora o PAREPA, que há de construir o Paraíso sob domínio absoluto do Todo-Poderoso, numa íntima ligação com a Transcendência; entre céu e terra.”

E Pastor Luiz Baldez retoma a palavra, dizendo: “Irmão Gerson, não é bom pararmos? Muitas informações podem ter o efeito de confundir. Não é melhor passarmos a mensagem em sucessivas reuniões?” Adamir Gerson: “Sim. Vou apenas abordar mais um tópico que creio não pode ficar para trás fora deste dia”.

Capítulo Terceiro

De modo que Adamir Gerson prossegue, dizendo: “Na metade do século passado, com o aparecimento da Teologia Humanista, uma geração inteira de teólogos que se acordou para os graves problemas sociais e políticos da sociedade, a luta por transformações não podia ser atributo só do povo socialista, mas o povo cristão tinha também a obrigação de se inserir nela, a verdade é que não tardou e houve o confronto entre as duas concepções. De modo que os de mentalidade teológica afirmavam que a História possuía reducionismo teológico absoluto. A História era cristofinalizada. Mas os de mentalidade antropológica, vide o povo socialista, negavam por completo que a História pudesse ter reducionismo teológico absoluto e fosse cristofinalizada. Como nenhuma das partes conseguiu provar a sua tese, a questão foi protelada, jogada para o futuro. O futuro iria decidir quem, então, estava com a verdade.

“E a verdade é que estamos aqui para causar o desempate. E afirmar com embasamentos necessários que aqueles que defenderam que a História possuía reducionismo teológico absoluto e era cristofinalizada estiveram com a verdade. A História realmente possui reducionismo teológico absoluto e é mesmo cristofinalizada. Ela nasceu do Cristo e tende para o Cristo.

“A História vai de Paraíso a Paraíso. Todo o devir histórico não foi outro senão que o Paraíso estava sendo gestado no ventre da História. O retorno de Eva se deu com a religião cristã, e o retorno de Adão, com o socialismo. O que está acontecendo neste dia 21 de dezembro do ano de 2012 é tão somente que Adão e Eva estão principiando a se manifestar juntos, em um só corpo, um só espírito. Antes deste dia de 21 de dezembro podemos dizer a humanidade caminhou na noite escura da pré-história, em que o homem foi lobo do próprio homem, mas a partir de home, deste dia em diante, a humanidade estará caminhando na luz da História. Na libertação de Ciro aqueles receberam a missão de reconstruir Jerusalém, e hoje, na libertação do Ciro Maior, Jesus Cristo, presente aqui no meio de nós, eis que estamos recebendo a missão para reconstruir o Paraíso de Deus e introduzir nele uma humanidade que foi lavada, remida no sangue do Cordeiro, para que ocupe as moradas eternas que o filho do carpinteiro um disse as iria construir para os seus. Deus nosso Pai seja hoje e eternamente louvado!”

quarta-feira, 8 de maio de 2013

Tempo da Revolução. Os Jovens da UJS e os Evangélicos


TEMPO DA REVOLUÇÃO. OS JOVENS DA UJS E OS EVANGÉLICOS

O trabalho "Tempo da Revolução. Os Jovens da UJS e os Evangélicos" foi originalmente escrito com outro título e naquela oportunidade o mesmo colheu do Pastor Ademar, Professor de Grego no Seminário Teológica da Assembléia de Deus a seguinte reação, como segue: Ademar Souza e Silva < pastorademar@gmail.com> escreveu:
JESUS CRISTO É A NOSSA VITÓRIA!!!!!!!!!!!!!!!!!! 1Jo
Querido e amado Adamir Gerson.
Parabéns.
Você é um grande escritor.
Gostei.
Li e reli avidamente seus escritos.
Muito obrigado.
Eu te amo em nome de JESUS CRISTO.
Continue firme.
Você é um homem iluminado.
Aleluia!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
EU SOU A LUZ DO MUNDO.
QUEM ME SEGUE,
NÃO ANDARÁ EM TREVAS.
MAS TERÁ A LUZ DO MUNDO. João 8.12
Saúde prá você.

Pr. Ademar
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Por volta do ano de 97, 98 Adamir Gerson conheceu os jovens da UJS (União da Juventude Socialista), entidade estudantil ligada ao Partido Comunista do Brasil.

Tendo ficado no meio deles, indo e vindo com as boas novas, no ano de 99 foi surpreendido pelo jovem Ronaldo dizendo ele para Adamir Gerson que estavam se preparando para a revolução comunista que, segundo ele, iria ocorrer em breve, em aproximadamente cinco anos. Por volta do ano de 2004, 2005, no mais tarde no ano de 2006, vai explodir a revolução proletária no Brasil; e, então, os burgueses irão comer o que a nossa mão der. E o jovem Ronaldo dizia isto com a maior das certezas, dizendo que em todo o Brasil estava havendo preparações para a grande revolução.

Bem, o tempo declinado por Ronaldo para explodir a revolução proletária chegou, 2004, 2005, 2006, e a verdade é que a revolução não veio, todavia deixando a intrigante pergunta: o que teria levado não só Ronaldo, mas todos aqueles jovens, cerca de doze, a acreditarem piamente que estavam em curso no Brasil preparações para a revolução do socialismo? Ainda mais, as suas esperanças estarem se dando em um clima completamente adverso, pois em toda a terra o socialismo estava sendo questionado por conta das grandes manifestações na Europa que fizeram ruir governos socialistas.

Havia realmente no Brasil preparações para a revolução? Havia sim, para a revolução do socialismo celestial. A revolução do socialismo celestial iria acontecer, seria deflagrada a partir do povo evangélico que sem o saber carrega adormecido no espírito ao socialismo. Os evangélicos vinham crescendo numericamente, dobrando a sua população em apenas duas décadas, em cadaq esquina surgindo uma nova igreja, e mais do que isso: cada vez mais se interessando por política!

E chama à atenção que paralelamente a esse crescimento e desenvolvimento político por parte dos evangélicos os comunistas do PC do B também vieram passando por metamorfose revolucionária. Abandonaram o sectarismo político e se tornaram homens e mulheres do diálogo, sem, contudo, jamais abandonar a luta pelo socialismo.

O que é isso? Como explicar essa metamorfose nos revolucionários do PC do B?

É o seguinte: quando os escravos hebreus foram libertos do Egito por Moisés e tomaram o rumo de Canaã, a terra da promessa, ora, quando atravessaram o Mar Vermelho e seguiam rumo ao seu objetivo, antes de atravessarem o rio Jordão, conquistaram aos amorreus a terra de Gileade. E Moisés deu Gileade como herança para a tribo de Rubem, e para a Tribo de Gade, e para a meia-tribo de Manassés.
           
Acontece, porém, que o objetivo final da marcha hebréia era Canaã que se situava depois do rio Jordão e não Gileade, antes do rio Jordão. As promessas que Deus fez a Abraão seriam de que sua descendência peregrina iria ocupar e encontrar descanso em Canaã.
           
De modo que tendo chegado o momento exato dos filhos de Israel atravessar o rio Jordão e ir desalojar os cananeus e filisteus e ocupar seus lugares a verdade é que aqueles que tinham recebido Gileade como herança se negaram a atravessar o rio Jordão. Estavam satisfeitos com o que tinham.
           
Mas Moisés agiu duro com eles. Caso se negasse a atravessar o rio Jordão até mesmo o que tinham iriam perder. Por fim as tribos de Rubem e de Gade, e a meia tribo de Manassés consentiram em atravessar o rio Jordão na frente dos seus irmãos a fim de ajudá-los a também conquistar a sua herança.

E no antítipo tudo isto voltou a se repetir. Lênin e os revolucionários bolcheviques naqueles anos críticos de 17, 18, 19 fizeram a revolução e marcharam resolutamente na direção do Comunismo. Atravessaram o seu Mar Vermelho, que foi a vitória sobre a contra-revolução interna e a vitória sobre as nações imperialistas, caminharam pelo deserto cercados de nações hostis, e sempre seguindo rumo ao Comunismo. Mas, tal quais os escravos hebreus, a verdade é que os revolucionários marxistas também tiveram a sua Gileade, a conquista do deserto, a saber: o Socialismo Real!

Mas o objetivo final de sua marcha não era o socialismo real, mas o Comunismo! De modo que o mesmo chamado de Moisés que chegou às tribos de Rubem e de Gade, e á meia tribo de Manassés, também iria chegar para os marxistas-leninistas-stalinistas. Iriam ser conscientizados que o socialismo real é Gileade, a terra que os hebreus conquistaram aos amorreus antes do Rio Jordão, e que o lugar de descanso do proletariado seria o Comunismo, depois do Rio Jordão. Iriam ser conscientizados do que realmente estava depois do rio Jordão, depois do socialismo.

Ora, tendo chegado o momento da travessia do Rio Jordão aqueles que conquistaram sua herança antes do Rio Jordão se negaram ao prosseguir na marcha, porque já tinham sua herança, o que significa dizer que por ser o antítipo de imediato os marxistas irão se negar à travessia do Rio Jordão da Revolução. Bem, o que fará com que os construtores do socialismo real a princípio se neguem a atravessar o Rio Jordão da revolução, que significa passar do socialismo para o Comunismo? Porque ouvirão que o Cristianismo e o Marxismo fazem parte do mesmo processo de Redenção, a luta de Deus contra a grande cidade que em sentido espiritual se chama Sodoma e Egito (Apocalipse 11.8). Ouvirão que a passagem do socialismo para o Comunismo se dá no exato momento em que os marxistas reconhecem nos cristãos seus irmãos de sangue. Reconhecem que se colocar a espiritualidade cristã no Marxismo o que se tem é o Comunismo. E que se tirar do Comunismo a espiritualidade cristã o que fica é o socialismo. Em uma palavra, ouvirão que a passagem do socialismo para o Comunismo se dá na reconciliação do Marxismo com o Cristianismo. Essa reconciliação é que significa a travessia do Rio Jordão por parte da revolução. E tudo isto lhes soará estranho porque não constam na Teoria que fez e formou seus seres intelectuais.

É verdade, tendo chegado o momento da travessia do Jordão as tribos de Rubem e de Gade, e a meia tribo de Manassés se negaram à travessia. Mas Moisés lançando em seus espíritos esclarecimentos, de que a promessa que Deus fez a Abraão era Canaã, depois do rio Jordão, finalmente os rubenita-gadita-manassitas se curvaram a Moisés, deixando Gileade aos cuidados de suas esposas e de seus pequeninos e eles mesmos indo atravessar o rio Jordão na frente dos seus irmãos a fim de ajudá-los a também conquistar sua herança. De recalcitrantes se tornaram nos Valentes de Jah!. Isto significa dizer que os marxistas irão se conscientizar que realmente falta ao socialismo o complemento do cristianismo e que foi esta falta a razão de sua queda. Como dito pelo teólogo Leonardo Boff, as massas tem sede de pão, mas também tem sede de transcendência, esta falta na Teoria já detectada no final da década de 20 pelos primeiros luminares da Escola de Frankfurt. Destarte, a espiritualidade cristã se cruzando com a materialidade socialista torna o imperfeito em perfeito, isto é, neste cruzamento, mútua fecundação, tanto o socialismo se converte no Comunismo como o cristianismo se converte no Reino de Deus, Comunismo e Reino de Deus representando o pleno amadurecimento tanto de marxistas como de cristãos. E isto é certamente o cumprimento magistral das palavras que Jesus colocou em Paulo segundo o que está em ICoríntios 13.9-10. O que é completo se manifesta para tomar o lugar do que é parcial.

É verdade, quando Moisés dirigiu palavras sábias aos rubenita-gadita-manassitas, de que deveriam atravessar o rio Jordão na frente dos seus irmãos, chegou o momento da morte de Moisés. Moisés, que atravessou o Mar Vermelho, agora não iria atravessar o rio Jordão. Outro iria atravessar no seu lugar, Josué, preparado pelo mesmo Deus que preparara Moisés no deserto de Midiã. E Moisés morre, vendo com os próprios olhos a terra da promessa do outro lado, que ele mesmo não entraria, mas a sua descendência tomaria posse. E Moisés morre e os filhos de Israel pranteiam Moisés por trinta dias. Por fim se entregam à nova liderança de Josué, e vão atravessar o Rio Jordão, indo desalojar de Canaã cananeus e filisteus. É verdade, nessa passagem do socialismo para o Comunismo, mudanças profundas ocorrem na Revolução. O Marxismo atravessou o Mar Vermelho da Revolução, mas agora que chegou o tempo da travessia do rio Jordão da Revolução, outro atravessará no seu lugar, o socialismo celestial.

E assim como aconteceu na situação típica, quando a Arca do Pacto foi colocada sobre os ombros dos sacerdotes de Deus, com a Arca do Pacto atravessando na frente de todo o povo, para pavor dos reis de Canaã que se uniram a uma para enfrentar Josué e os filhos de Israel, a verdade é que a Arca do Pacto que irá agora atravessar em ombros dos sacerdotes de Deus, em ombros de homens e mulheres que se acordaram para o Deus da revolução, é o PAREPA, PArtido da REconstrução do PAraíso. E certamente que o pavor que caiu sobre os reis de Canaã, com Adonis-Zedeque, rei de Jerusalém, mandando dizer a Hoão, rei de Hébron, e a Pirão, rei de Jarmute, e a Jafia, rei de Laquis, e a Debir, rei de Eglom: Subi a mim e ajudai-me, sim, certamente que à notícia de que no Brasil o socialismo está se levantando com uma força muito mais forte, muito mais avassaladora, causará pavor nas nações opressoras. E certamente que Estados Unidos, União Européia e nações títeres mundo afora ficarão de alerta. De prontidão. De modo que é mesmo Apocalipse 19.19 em pleno andamento. E a razão que o socialismo está se levantando com uma força avassaladora é porque o povo evangélico se acordou da noite pro dia que o socialismo é Deus, ora, evangélicos e marxistas se levantando como a um só povo, isto fará com que essas nações, aterrorizadas, cooptem ao seu lado o “novo Francisco de Assis”, obra de imitação, porque o verdadeiro Francisco de Assis, com a missão de reconstruir a Igreja de Deus, com a missão de reconstruir o Paraíso de Deus, está se levantando nos trópicos do Brasil.

Voltando ao Jovem Ronaldo

Começamos a entender porque naquele final da década de 90 o jovem Ronaldo, juntamente com mais doze jovens, acreditavam piamente que a sua militância na UJS não estava sendo em vão. Era preparação para a grande revolução que em breve iria explodir no Brasil. Certamente que era a presença do Espírito Santo em suas vidas. Era Deus os alimentando. Porque iria chegar o momento em que o Grande Chamado para realizar a revolução iria chegar a estes jovens. Estes jovens iriam receber o Chamado e a Missão para irem a todo o povo evangélico e os acordar para o socialismo. Iria falar-lhes de Marx como tendo sido o novo Abraão, de Lênin como tendo sido o mesmo Moisés. Iria falar-lhes que a escapada dos escravos hebreus da opressão do Egito rumo à Canaã se repetiu na escapada do proletariado da opressão do capitalismo rumo ao socialismo. Iria falar-lhes que o afundamento das forças militares de Faraó nas águas empoladas do Mar Vermelho se repetiu na destruição das nações imperialistas que naquele ano de 1918 entraram no território revolucionário. Iria até mesmo falar-lhes que o ataque de Amaleque aos filhos de Israel, covarde, pelas costas, aproveitando-se da situação de um povo que estava cansado e exausto, se repetiu no ataque covarde das forças de Hitler à Pátria-Mãe do Socialismo naquele ano de 1941.

Helinho

É verdade quando o jovem Ronaldo dizia, cheio do espírito: estamos nos preparando para a grande revolução que em breve explodirá no Brasil, era mesmo o espírito de Deus atuando naqueles jovens. E temos uma prova contundente a esse respeito. Helinho, líder daqueles cerca de doze jovens. Helinho tornou-se um jovem maduro, se abriu para o Evangelho, adquiriu uma fé inabalável em Deus, de modo que se pode dizer que Helinho deixou de estar no socialismo para estar no Comunismo. Galgou esse estágio superior, que Fidel Castro julgou estar no conteúdo da parábola de Mateus 20.

Certamente que em breve toda a UJS estará se levantando no patamar novo do socialismo celestial. E no lugar do tempo gasto em baladas no final de semana eis que agora estes jovens sairão pelas vilas, e pelos bairros de suas cidades a bater em portas evangélicas e lhes falar ali do socialismo. O que hoje é feito pelas Testemunhas de Jeová que ao final de semana saem em grandes grupos à porta das pessoas isto será feito pelos jovens da UJS. Em grupos irão para um canto da cidade a levar para aqueles que conheceram Jesus na mediação de Paulo agora também o complemento da mediação em Marx. Toda a cidade terá de saber que estar em Jesus é estar afastado das concupiscências da carne, mas também afastado das concupiscências do dinheiro. Fora Sodoma! Fora Egito! É o clamor que se ouvirá; porque Sodoma e Egito têm traspassado a muitos com muita dor. Esta cidade que crucificou Jesus (Apocalipse 11.8) tem crucificado a muitas mães, a muitos pais, que no lugar de verem seus filhos passar a juventude na escola os vê passando a sua juventude atrás das grades, entregues às drogas, ao crime, e a tantas e tantas futilidades que o sistema capitalista é mestre em parir, pois estas futilidades ajudam-no a se manter de pé.

Shuanck Telles

É verdade, iria chegar o tempo em que Deus iria agir no espírito de todos os jovens da UJS e eles iriam adquirir sentido revolucionário. E verdade é que Deus já tem começado a agir. É o jovem Shuanck Telles que em Maceió está trabalhando junto aos jovens da UJS no intuito de acordar-lhes para o socialismo celestial. Em breve aqueles jovens de Maceió irão se acordar, e acordados irão acordar todos os jovens de Maceió e do Estado de Alagoas. E a notícia se espalhará contagiando cidade á cidade, Estado à Estado, país à país, continente à continente. É o grande exército de Deus, conforme Joel 2, começando a sua caminhada pela terra: De todos os lugares, vinham aos milhares, e em pouco tempo eram milhões; Invadindo ruas, campos e cidades, espalhando amor aos corações, Guerra dos Meninos, do Roberto e do Erasmo, uma antevisão do que está prestes a acontecer no Brasil a partir dos jovens da UJS.

sexta-feira, 3 de maio de 2013

Os Comunistas na Palavra de Deus

Como Nasceu o Anticomunismo entre os Cristãos?

Estamos nos primeiros dias do ano de 1918. Nesse preciso instante está acontecendo no país Rússia a maior revolução social de todos os tempos. Um acontecimento nunca visto em seis mil anos de história. Cumprindo milenares profecias, em especial Jó 20 (1), o lumpen proletário acabou de se levantar e destruir o poder burguês. Os poderosos foram derrubados do trono e espalhados mundo afora saindo do país apenas com a roupa do corpo. Completamente com as mãos fazias (Lucas 1.51-53); enquanto as suas propriedades, suas riquezas, passam para a mão e controle do lumpen proletário, daqueles que em Daniel 4.17 é chamado de “o mais humilde da humanidade”.

E estes que estão fugindo espavoridos da Rússia e entram na Inglaterra, na França, nos Estados Unidos, lançam pedidos de socorro. “Intervenham na Rússia e destruam os comunistas, antes que eles façam o mesmo em vossos países”, diziam amargurados aqueles que tinham poder na Rússia e da noite pro dia perderam tudo. E imediatamente essas nações respondem ao seu pedido de socorro. Organizam poderosos exércitos e os enviam à Rússia para combater a vitória bolchevique. De modo que naquele ano de 1918, quatorze nações invadem a Rússia por todos os flancos para esmagar a revolução e trazer o povo de volta á escravidão capitalista. (Mas Paulo Francis, de Nova Yorque, disse que foram vinte e uma nações – que ele chamou de “nações covardes” – que naquele ano de 1918 invadiu a Rússia).

A verdade é que um ano depois todas elas foram derrotadas. Os bolcheviques, tendo ficado na mesma situação dos escravos saídos do Egito, espremidos entre o mar e as forças de Faraó que vinham em sua retaguarda, sem ter por onde escapar, sim, a verdade é que os bolcheviques ficaram espremidos entre a contra-revolução interna e a contra-revolução externa. Não obstante, um ano depois todas aquelas forças estavam destruídas, tanto as internas como as externas, pois no comando dos bolcheviques tinha um espírito de luz chamado Vladimir Illich Ulianov, o Lênin.

Essas nações, quatorze ou vinte uma, pouco importa, tendo fugido espavoridas da Rússia, em desespero encontraram para si uma luz no final do túnel. Se não puderam derrotar militarmente os bolcheviques, viram que poderiam fazer utilizando os cristãos. Assim, começaram a cooptar os religiosos cristãos, protestantes e católicos, e os colocar na luta contra o comunismo.

E esses religiosos, sem o saber, estavam se prestando ao inglório papel de Balaão. O seu antítipo. É que os escravos hebreus quando saíram do Egito e atravessaram o Mar Vermelho, após vencer os amorreus no caminho a notícia chegou a Balaque, rei de Moabe. E Balaque ficou muito amedrontado; e passou a ir com presentes até o profeta Balaão para que este viesse em seu socorro – E Moabe passou a dizer aos anciãos de Midiã: Esta congregação lamberá tudo agora ao redor de nós como o touro lambe a erva verde do campo. E Balaque, filho de Zípor, naquele tempo específico, era rei de Moabe. Enviou então mensageiros a Balaão, filho de Beor, em Petor, que está junto ao Rio da terra dos filhos do seu povo, a fim de chamá-lo, dizendo: Eis que um povo saiu do Egito. Eis que cobriram a terra até onde se pode ver e estão morando bem defronte de mim. E agora vem deveras, por favor; amaldiçoa-me deveras esse povo, pois são mais forte do que eu. Talvez eu possa golpeá-los e expulsá-los do país; porque bem sei que aqueles a quem abençoas é abençoado e aquele a quem amaldiçoas é amaldiçoado (Números 22.4-6). 

A verdade é quando a revolução aconteceu na Rússia e todas as forças burguesas, as de dentro e as de fora, foram derrotadas, então elas em desespero apelaram para as forças religiosas do Cristianismo. Apelaram para o Papa, para os pastores, para presbíteros, para todos. E começou a incutir nelas que não lhes restava nada senão lutar contra o comunismo, do contrário também iria perecer.

Foi assim que os cristãos se tornaram anticomunistas, contrários ao crescimento do socialismo. Sem saber que apenas estavam fazendo o papel de Balaão, do infeliz Balaão, daquele Balaão que não somente não conseguiu amaldiçoar os escravos saídos do Egito como também foi morto à espada por eles. É verdade, não obstante as maldições lançadas por religiosos cristãos contra os comunistas, excomunhão, ofensas, mesmo assim eles prosseguiram ao bom êxito, não somente vencendo o nazismo na Segunda Guerra Mundial como expandindo as fronteiras do socialismo para o dobro. Porque Aquele que estava com os comunistas, Javé dos exércitos, era mais forte e mais poderoso do que estas forças religiosas.

A carta de Judas descreve bem a essas forças religiosas que se prestaram ao papel de Balaão contra o comunismo: Ai deles, porque foram pela vereda de Caim e se arremeteram no proceder errôneo de Balaão, para uma recompensa, e pereceram na conversa rebelde de Corá. Estes são os rochedos ocultos sob a água, nos vossos ágapes, banqueteando-se convosco, pastores que se apascentam a si mesmos sem temor; nuvens sem água, levadas pelos ventos; árvores no fim do outono, mas infrutíferas, duas vezes mortas, desarraigadas; ondas bravias do mar, que espumam as suas próprias causas para vergonha; estrelas sem rumo fixo, para as quais está reservado para sempre o negrume da escuridão.

O quanto a Palavra de Deus é verdadeira! Agora mesmo o pastor Renato Viana, Pastor Presidente da Missão Evangélica Novo Israel, do Rio Grande do Norte, depois de dizer que Marx “estava queimando no inferno com sua doutrina infernal” o mesmo se referiu a Marx e Engels como “casal homossexual”. Como está na carta de Judas: ondas bravias do mar, que espumam as suas próprias causas para vergonha.

quinta-feira, 2 de maio de 2013

Como nasceu o anticomunismo entre os cristãos


Como Nasceu o Anticomunismo entre os Cristãos?

Estamos nos primeiros dias do ano de 1918. Nesse preciso instante está acontecendo no país Rússia a maior revolução social de todos os tempos. Um acontecimento nunca visto em seis mil anos de história. Cumprindo milenares profecias, em especial Jó 20 (1), o lumpen proletário acabou de se levantar e destruir o poder burguês. Os poderosos foram derrubados do trono e espalhados mundo afora saindo do país apenas com a roupa do corpo. Completamente com as mãos fazias (Lucas 1.51-53); enquanto as suas propriedades, suas riquezas, passam para a mão e controle do lumpen proletário, daqueles que em Daniel 4.17 é chamado de “o mais humilde da humanidade”.

E estes que estão fugindo espavoridos da Rússia e entram na Inglaterra, na França, nos Estados Unidos, lançam pedidos de socorro. “Intervenham na Rússia e destruam os comunistas, antes que eles façam o mesmo em vossos países”, diziam amargurados aqueles que tinham poder na Rússia e da noite pro dia perderam tudo. E imediatamente essas nações respondem ao seu pedido de socorro. Organizam poderosos exércitos e os enviam à Rússia para combater a vitória bolchevique. De modo que naquele ano de 1918, quatorze nações invadem a Rússia por todos os flancos para esmagar a revolução e trazer o povo de volta á escravidão capitalista. (Mas Paulo Francis, de Nova Yorque, disse que foram vinte e uma nações – que ele chamou de “nações covardes” – que naquele ano de 1918 invadiu a Rússia).

A verdade é que um ano depois todas elas foram derrotadas. Os bolcheviques, tendo ficado na mesma situação dos escravos saídos do Egito, espremidos entre o mar e as forças de Faraó que vinham em sua retaguarda, sem ter por onde escapar, sim, a verdade é que os bolcheviques ficaram espremidos entre a contra-revolução interna e a contra-revolução externa. Não obstante, um ano depois todas aquelas forças estavam destruídas, tanto as internas como as externas, pois no comando dos bolcheviques tinha um espírito de luz chamado Vladimir Illich Ulianov, o Lênin.

Essas nações, quatorze ou vinte uma, pouco importa, tendo fugido espavoridas da Rússia, em desespero encontraram para si uma luz no final do túnel. Se não puderam derrotar militarmente os bolcheviques, viram que poderiam fazer utilizando os cristãos. Assim, começaram a cooptar os religiosos cristãos, protestantes e católicos, e os colocar na luta contra o comunismo.

E esses religiosos, sem o saber, estavam se prestando ao inglório papel de Balaão. O seu antítipo. É que os escravos hebreus quando saíram do Egito e atravessaram o Mar Vermelho, após vencer os amorreus no caminho a notícia chegou a Balaque, rei de Moabe. E Balaque ficou muito amedrontado; e passou a ir com presentes até o profeta Balaão para que este viesse em seu socorro – E Moabe passou a dizer aos anciãos de Midiã: Esta congregação lamberá tudo agora ao redor de nós como o touro lambe a erva verde do campo.  E Balaque, filho de Zípor, naquele tempo específico, era rei de Moabe. Enviou então mensageiros a Balaão, filho de Beor, em Petor, que está junto ao Rio da terra dos filhos do seu povo, a fim de chamá-lo, dizendo: Eis que um povo saiu do Egito. Eis que cobriram a terra até onde se pode ver e estão morando bem defronte de mim. E agora vem deveras, por favor; amaldiçoa-me deveras esse povo, pois são mais forte do que eu. Talvez eu possa golpeá-los e expulsá-los do país; porque bem sei que aqueles a quem abençoas é abençoado e aquele a quem amaldiçoas é amaldiçoado (Números 22.4-6).

A verdade é quando a revolução aconteceu na Rússia e todas as forças burguesas, as de dentro e as de fora, foram derrotadas, então elas em desespero apelaram para as forças religiosas do Cristianismo. Apelaram para o Papa, para os pastores, para presbíteros, para todos. E começou a incutir nelas que não lhes restava nada senão lutar contra o comunismo, do contrário também iria perecer.

Foi assim que os cristãos se tornaram anticomunistas, contrários ao crescimento do socialismo. Sem saber que apenas estavam fazendo o papel de Balaão, do infeliz Balaão, daquele Balaão que não somente não conseguiu amaldiçoar os escravos saídos do Egito como também foi morto à espada por eles. É verdade, não obstante as maldições lançadas por religiosos cristãos contra os comunistas, excomunhão, ofensas, mesmo assim eles prosseguiram ao bom êxito, não somente vencendo o nazismo na Segunda Guerra Mundial como expandindo as fronteiras do socialismo para o dobro. Porque Aquele que estava com os comunistas, Javé dos exércitos, era mais forte e mais poderoso do que estas forças religiosas.

A carta de Judas descreve bem a essas forças religiosas que se prestaram ao papel de Balaão contra o comunismo: Ai deles, porque foram pela vereda de Caim e se arremeteram no proceder errôneo de Balaão, para uma recompensa, e pereceram na conversa rebelde de Corá. Estes são os rochedos ocultos sob a água, nos vossos ágapes, banqueteando-se convosco, pastores que se apascentam a si mesmos sem temor; nuvens sem água, levadas pelos ventos; árvores no fim do outono, mas infrutíferas, duas vezes mortas, desarraigadas; ondas bravias do mar, que espumam as suas próprias causas para vergonha; estrelas sem rumo fixo, para as quais está reservado para sempre o negrume da escuridão.

O quanto a Palavra de Deus é verdadeira! Agora mesmo o pastor Renato Viana, Pastor Presidente da Missão Evangélica Novo Israel, do Rio Grande do Norte, depois de dizer que Marx “estava queimando no inferno com sua doutrina infernal” o mesmo se referiu a Marx e Engels como “casal homossexual”. Como está na carta de Judas: ondas bravias do mar, que espumam as suas próprias causas para vergonha.