quinta-feira, 10 de outubro de 2013

Click 29 dezembro


PROJETO PRESIDENTE PRUDENTE - ATRAVESSANDO O JORDÃO 
(O DIA DA VITÓRIA - A GRANDE CAMINHADA)


“(...) E saí cantando meu pequeno hino; Quando vi que alguém também cantava; Vi minha esperança na voz de um menino que sorrindo me acompanhava; Outros que brincavam mais além deixavam de brincar pra vir também; E cada vez crescia mais aquele batalhão de paz; Onde já marchavam mais de cem; De todos os lugares, vinham aos milhares, e em pouco tempo eram milhões; Invadindo ruas, campos e cidades, espalhando amor aos corações; Em resposta o céu se iluminou; Uma luz imensa apareceu; Tocaram forte os sinos, os sons eram divinos, a paz tão esperada aconteceu; Inimigos se abraçaram, e juntos festejaram, o bem maior: a paz, o amor e Deus (...) Roberto Carlos/Erasmo Carlos

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Prosseguindo. Bem, e quando a camionete passa levando os estandartes de Paulo, e de Jesus, e de Marx eis que logo atrás vêm jovens empurrando um carrinho; e em cima do carrinho um livro aberto com os dizeres, deste lado: EDUCAÇÃO, e do outro lado, EVANGELHO. E os jovens que empurram o carrinho são deste lado, um jovem evangélico, e daquele lado, um jovem católico, mas no meio deles um jovem socialista, com os três jovens seguindo pelas avenidas de Presidente Prudente empurrando o carrinho. (Na emblemática frase de Paulo Freire: Se a educação sozinha não pode transformar a sociedade, tampouco sem ela a sociedade muda, se acha em potência essa união da Educação com o Evangelho. A Educação transmite o conhecimento, e o Evangelho direciona esse conhecimento para que o mesmo seja usufruído pela sociedade, principiando pela sociedade dos mais necessitados. Sem o Evangelho o conhecimento se torna em instrumento de dominação de uns sobre outros).

Prosseguindo. E quando os jovens passam empurrando o carrinho, eis que atrás deles vem um carro alegórico ocupando bom espaço da rua. E ao fundo se levanta uma grande réplica de Jerusalém se expandindo a partir do Muro das Lamentações. E deste lado de cá aparece em grande destaque a Mesquita de Omar com o ouro que cobre seu domo sendo visto em todo seu resplendor, beleza e grandeza sempiternos. E do lado de lá, em grande destaque, aparece a Sinagoga de Ramban. E entre a Mesquita de Omar com o Domo da Rocha prendendo as atenções e a Sinagoga de Ramban aparece, então, em grande destaque, a Basílica do Santo Sepulcro. Mesquita, Basílica e Sinagoga uma ao lado da outra. E no alto, encimando, em forma de arco que cobre toda a extensão, eis que se lê a inscrição: O TERCEIRO TEMPLO RECONSTRUÍDO. E em cima do carro alegórico seguem crianças palestinas, e crianças judias e crianças cristãs em suas respectivas indumentárias, conversando entre si e cantando cânticos tradicionais e pertinentes, cristãos, palestinos e judeus. Todas cantam o mesmo cântico. E o maestro está junto a elas, as ajudando na harmonia de sua síntese. 



Ora, no ano de 2003, 2004 Adamir Gerson se achava na igreja Obras do Espírito Santo. Fora ali levado por mãos angelicais para que falasse para o seu dirigente, pastor Luis Baldez, sobre as boas novas do Reino de Deus. Sobre a iminência do Casamento do Cordeiro sobre esta terra. (E a Palavra de Deus não voltou vazia neste coração, pois alguns anos depois, pastor Luis Baldez foi ouvido falando com alegria no coração de um novo socialismo... A partir das imagens do livro de Atos que mostra a comunidade de cristãos primitivos tendo todas as coisas em comum pastor Luiz Baldez sentiu no coração que o socialismo é sim parte dos planos de Deus)

E o que sucede é que por esses dias chegou à igreja uma jovem por nome Joseane, vinda da igreja Nova Jerusalém. E assim que tomou assento ela narrou um sonho que tivera naqueles dias. Narrou que vira em sonho uma grandíssima caminhada acontecendo no centro de Presidente Prudente. E a multidão caminhava no seu centro em direção ao Parque do Povo.

E ela narrando o sonho então contou que quando a multidão ia entrar no Parque do Povo, pela sua porta de entrada, eis que estavam ali uns clérigos parados. E eles conversavam entre si e se perguntavam: quem deu poder para estes fazerem isto? E a grande multidão entrou então no Parque do Povo e foi se postar diante de um grande palanque ali armado ocupado pelos ministros da Palavra de Deus.

Narrando o sonho, ela contou que a grande multidão que viu caminhando pelo centro de Presidente Prudente era composta de católicos e de evangélicos e que os ministros da Palavra de Deus que estavam no palanque eram padres católicos e pastores evangélicos.

O que sucede é que assim que acabou de narrar o sonho pouco tempo depois retornou para a sua igreja, todavia deixando a intrigante pergunta: o que foi fazer naquele lugar onde estava o homem interessado? O homem que Deus já o vinha preparando desde o ano de 2001, desde os atentados do 11 de Setembro nos Estados Unidos, para realizar tão grande caminhada? Por ventura que foi levado ali pelo Deus que não faz nada sem antes revelar aos seus escravos, os profetas, de modo que ele tinha no propósito do coração realizar uma grande caminhada escatológica, que seria sim introdutora da caminhada do Milênio; que marcaria sim o momento em que o reino do mundo começaria a se tornar em reino de nosso Senhor e do seu Cristo, como são as imagens de Apocalipse 11.15-18?

O que seria esta caminhada vista em sonho pela jovem Joseane? Por ventura que ela viu em sonho as duas linhas de vida que saem da mão de Jesus (Habacuque 3.4) se encontrando e juntas atravessando o Jordão espiritual? A linha de vida da espiritualidade cristã e a linha de vida da materialidade socialista se encontrando e juntas atravessando o Jordão espiritual, indo ocupar as moradas eternas que o filho do carpinteiro um dia disse as iria construir para os seus?

O que seria mesmo esta caminhada? Por ventura que no final do ano de 2013 uma grande caminhada, com a força e as cores da escatologia, aconteceria na cidade de Presidente Prudente, lugar onde a jovem Joseane viu acontecendo um grandíssimo acontecimento e lugar onde Adamir Gerson teve o seu encontro teofânico naquele ano de 78?

E eis que é o dia 29 de dezembro do ano de 2013... E eis que é a manhã do dia 29 de dezembro do ano de 2013... E uma multidão imensa, vinda de todas as partes do Brasil, de muitas partes da terra, está na cidade de Presidente Prudente, ocupando as suas avenidas, com os seus tambores, as suas bandeiras e os seus cânticos, seus muitos cânticos, e uma grande esperança. E de repente alguém grita, no meio da multidão: Eia lá vem! E todos esticam o pescoço para ver o que lá vem. E eis que todos avistam vindas as forças dos reis do nascente do sol (1) com a missão de começar em cima da terra o reinado de Jesus Cristo no lugar do reinado de homens, que trouxe proveito para poucos, mas lágrima, dor e sofrimento para a imensa maioria. Destarte, reinado de Jesus Cristo no lugar de reinado de homens que não quer dizer no lugar de homens, mas que Jesus Cristo realizaria seu reinado através de homens e mulheres comprometidos com a paz, a justiça e a libertação de todos que sofrem por causa de amarras políticas.

E lá vem. E na frente de todos eis que aparecem jovens empurrando um carro com uma grande roda em cima e nela a pomba branca da paz do Espírito Santo trazendo no bico o ramo de oliveira que anunciou a Noé a chegada da vida, com os seus raios dourados se espraiando em todas as direções.

E atrás da grande roda com a pomba da paz do Espírito Santo espraiando seus raios dourados em todas as direções seguem jovens em cima de uma caminhonete que veio de Estrela do Norte levando três estandartes, os estandartes de Paulo e de Marx ladeando o estandarte de Jesus Cristo. E a camionete segue pelas avenidas de Presidente Prudente ladeada por sem-terras que vão segurando nela por todos os lados e protegendo-a. (Ora, Marx foi aquele que disse: Trabalhadores de todos os países: uni-vos, pois vós possuireis a terra inteira (Manifesto Comunista); Jesus foi aquele que disse: Todas as coisas, portanto, que quereis que os homens vos façam, vós também tendes de fazer do mesmo modo a eles; isto, de fato, é o que a Lei e os Profetas querem dizer (Mateus 7.12); e Paulo foi aquele que disse: Que cada um persista em buscar, não a sua própria vantagem, mas a da outra pessoa (ICoríntios 10.24) (É verdade, Marx foi aquele que teorizou sobre o conceito de Mais-Valia Material e Paulo teorizou sobre o conceito de Mais-Valia Espiritual. Na conjugação de Marx e Paulo cessa toda e qualquer exploração, quer a material quer a espiritual. Em Paulo o corpo que ama e gera a vida, o corpo da mulher, e em Marx o corpo que ama e gera a riqueza, o trabalhador, são transformados em templos do Espírito Santo, sem ninguém ter mais o direito de profaná-los. Corpo e alma não são mais aviltados. É o Paraíso de Jesus que se estabelece na terra, pois tudo isto é maravilhoso e provém Dele).

Prosseguindo. Bem, e quando a camionete passa levando os estandartes de Paulo, e de Jesus, e de Marx, ladeados e protegidos por sem-terras, eis que logo atrás vêm jovens empurrando um carrinho; e em cima do carrinho um livro aberto com os dizeres, deste lado: EDUCAÇÃO, e do outro lado, EVANGELHO. E os jovens que empurram o carrinho são deste lado, um jovem evangélico, e daquele lado, um jovem católico, mas no meio deles um jovem socialista, com os três jovens seguindo pelas avenidas de Presidente Prudente empurrando o carrinho. (Na emblemática frase de Paulo Freire: Se a educação sozinha não pode transformar a sociedade, tampouco sem ela a sociedade muda, se acha em potência essa união da Educação com o Evangelho. Essa união vem suprir o que na frase está faltando, de ambos os lados. De fato, a Educação transmite o conhecimento, e o Evangelho ao revesti-lo de ética direciona este conhecimento para que o mesmo seja usufruído pela sociedade, por toda a sociedade, principiando pela sociedade dos mais necessitados. Sem o Evangelho o conhecimento se torna em instrumento de dominação de uns sobre outros).

Prosseguindo. E quando os jovens passam empurrando o carrinho, eis que atrás deles vem um carro alegórico ocupando bom espaço da rua. E ao fundo se levanta uma grande réplica de Jerusalém se expandindo a partir do Muro das Lamentações. E deste lado de cá aparece em grande destaque a Mesquita de Omar com o ouro que cobre o Domo sendo visto em todo seu resplendor, beleza e grandeza sempiternos. E do lado de lá, em grande destaque, aparece a Sinagoga de Ramban. E entre a Mesquita de Omar com o Domo da Rocha prendendo as atenções e a Sinagoga de Ramban aparece, então, em grande destaque, a Basílica do Santo Sepulcro. Mesquita, Basílica e Sinagoga uma ao lado da outra. E no alto, encimando, em forma de arco que cobre toda a extensão, eis que se lê a inscrição: O TERCEIRO TEMPLO RECONSTRUÍDO. E em cima do carro alegórico seguem crianças palestinas, e crianças judias e crianças cristãs em suas respectivas indumentárias, conversando entre si e cantando cânticos tradicionais e pertinentes, cristãos, palestinos e judeus. Todas cantam o mesmo cântico. E o maestro está junto a elas, as ajudando na harmonia de sua síntese.

E o carro alegórico, em toda a sua riqueza e beleza, sempiternos, segue pelas avenidas de Presidente Prudente. E eis que na sua frente segue três jovens montados cada qual em um cavalo branco. E levam ao ombro um grande estandarte que segue pelas avenidas da cidade girando em suas mãos. E o jovem do lado de cá, em indumentária palestina, e com o dorso do cavalo coberto do vermelho, do vermelho cetim, leva ao ombro um grande estandarte que girando em suas mãos então faz aparecer dum lado a figura de Esaú, mas do outro lado a figura de Yasser Arafat. Quanto ao jovem que vai do lado de lá, em indumentária hebraica, e com o dorso do cavalo coberto do branco, do branco cetim, ora, quando gira o estandarte em suas mãos eis que de um lado aparece a figura de Jacó, mas no outro lado a figura de Yitzhac Rabin. E os dois jovens, palestino e judeu, seguem pelas avenidas de Presidente Prudente ladeando um jovem cristão que segue pelas suas avenidas levando ao ombro um grande estandarte, que quando gira em suas mãos então dum lado aparece a figura de Isaque, mas do outro lado a figura de Jesus. E o dorso deste cavalo está coberto do rosa, do rosa cetim.

E o que sucede é que quando passa pelas suas avenidas os jovens empurrando a grande roda com a pomba branca da paz; passa a camionete que veio de Estrela do Norte trazendo os estandartes de Paulo, e de Jesus, e de Marx; passa os três jovens empurrando o carrinho que leva em cima um livro aberto com os dizeres EDUCAÇÃO e EVANGELHO, sim, o que sucede é que assim que acaba de passar o caminhão alegórico levando em cima crianças judias, palestinas e cristãs, e os dois cavaleiros que seguem à sua frente, então a multidão que os presencia não se contém e exclama: Vede! É a Arca do Pacto! Do Pacto novo que Deus selou com seu filho Jesus! E a multidão exclama: Ó morte, onde está a tua vitória? Ó morte, onde está o teu aguilhão? Ó Glória... Já não seremos mais explorados; nem material e nem espiritual, mas o Cordeiro que está no meio do trono nos pastoreará e nos guiará para as fontes de águas da vida. Não teremos mais fome, e nem sede, e nem sol ou calor abrasador cairão mais sobre nós. Deus enxugou toda lágrima dos nossos olhos! Ô Glóóóóóóória!!!

E o grande exército de Deus, sim, há um povo numeroso e poderoso; semelhante a ele não se fez existir nenhum, desde o passado indefinido, e depois dele não haverá mais nenhum até os anos de geração após geração. Adiante dele um fogo devora e atrás dele uma chama consome. Adiante dele a terra está como o jardim do Éden; mas atrás dele é um deserto desolado, e também se mostrou que dela nada escapa.  Sua aparência é como a aparência de cavalos e correm como corcéis.  Saltitam como que com o ruído de carros nos cumes dos montes, como que com o ruído dum fogo chamejante que devora o restolho. É como um povo forte, posto em ordem de batalha. Por causa dele, povos terão dores agudas. Quanto a todas as faces, certamente ficarão coradas de excitação.  Correm como homens poderosos. Sobem a muralha como homens de guerra. E vão, cada um, nos seus próprios caminhos e não trocam de veredas. E não empurram um ao outro. Prosseguem andando assim como o varão vigoroso no seu rumo; e se alguns caírem mesmo entre os projéteis, os outros não interrompem o avanço. Investem para dentro da cidade. Correm sobre a muralha. Sobem às casas. Entram pelas janelas como o ladrão. Diante dele a terra ficou agitada, os céus tremeram.  Mesmo o sol e a lua ficaram escuros e as próprias estrelas recolheram a sua claridade. E o próprio Javé certamente fará ouvir a sua voz perante a sua força militar, pois o seu acampamento é muito numeroso. Pois, aquele que cumpre a sua palavra é forte; porque o dia de Javé é grande e muito atemorizante, e quem poderá resistir nele? Sim, e o grande exército de Deus, que o profeta Joel viu saindo para a sua ação, em toda a terra, partindo de um lugar (daquele lugar que disse: Acudi e vinde, todas as nações ao redor, e reuni-vos. Àquele lugar faze baixar os teus poderosos, ó Javé. Despertem as nações e subam à baixada de Jeosafá; pois ali me assentarei para julgar todas as nações ao redor. Metei a foicinha, porque a colheita ficou madura. Vinde, descei, porque o lagar de vinho ficou cheio. Os tanques de lagar estão realmente transbordando; porque se tornou abundante a sua maldade. Massas de gente, massas de gente estão na baixada da decisão, porque está próximo o dia de Javé na Baixada da Decisão, porque está próximo o dia de Javé na Baixada da Decisão (Joel 3.11-14), sim, e o grande exército de Deus segue pelas avenidas de Presidente Prudente arrebatando e extasiando a grande multidão. Que bate no peito e diz: eu militarei nele! Serei um dos seus soldados valorosos, investindo para dentro da cidade, correndo sobre a muralha, subindo às casas, e entrando pelas janelas como o ladrão.

E o que sucede é que quando a multidão acaba de exclamar: Ô Glóóóóóóória!!! E passa o carro alegórico levando em cima crianças judias, palestinas e cristãs então a multidão vê passar em seguida novo quadro que é mais uma jóia na coroa do Senhor. E eis que vêm quatro jovens carregando ao ombro quatro grandes estandartes. Na frente segue um estandarte, mas, atrás, guardando distância de seis passos – que foram os seis passos que o rei Davi deu quando fazia a arca do Pacto subir da casa de Obede-Edom para cima a Jerusalém, e com gritos de alegria, e com toque de buzina, e com cânticos, e com dança – segue três estandartes um ao lado do outro. E os três estandartes que segue atrás, seis passos atrás, ora, deste lado de cá segue o grande estandarte de Madre Tereza de Calcutá, no ombro de uma jovem clarissa, e do lado de lá o grande estandarte de Chiara Lubich no ombro de uma jovem ecumênica. Mas entre a jovem Clarissa e a jovem Ecumênica que levam ao ombro os estandartes de Madre Tereza de Calcutá e de Chiara Lubich eis que segue uma jovem da pastoral da criança levando ao ombro o grande estandarte de Zilda Arns. E as três jovens seguem pelas avenidas de Presidente Prudente guardando distância de seis passos, da jovem Missionária que vai à frente levando ao ombro o grande estandarte de Dorothy Stang.

E quando essa jóia da coroa régia do Senhor passa pelas suas avenidas eis que a multidão vê passar nova jóia da coroa do Senhor. E eis quatro jovens levando ao ombro quatro grandes estandartes. Na frente segue um jovem levando ao ombro seu grande estandarte, e atrás dele, guardando distância de seis passos – que foram os seis passos que o rei Davi deu quando fazia a arca do Pacto subir da casa de Obede-Edom para cima a Jerusalém, e com gritos de alegria, e com toque de buzina, e com cânticos, e com dança – segue três jovens levando ao ombro seu grande estandarte. Um ao lado do outro. E eis que deste lado segue um jovem levando ao ombro o grande estandarte do Bispo Desmond Tutu, e do lado de lá segue um jovem levando ao ombro o grande estandarte de Nelson Mandela. E os dois grandes estandartes seguem pelas avenidas de Presidente Prudente ladeando o grande estandarte de Martin Luther King, que segue pelas suas avenidas nos ombros de um jovem batista negro. E os três jovens negros, levando os estandartes do Bispo Desmond Tutu, e de Martin Luther King, e de Nelson Mandela, seguem pelas avenidas de Presidente Prudente guardando a distância de seis passos do jovem que vai à frente levando ao ombro o grande estandarte de Mahatma Gandhi.

É possível que muitos, com muito tino, com muita razão, diga: você falou de três grandes líderes negros que pelo seu passado de luta por justiça social, por paz verdadeira, são mais do que merecedores em tomar parte de uma caminhada que se diz tem a força e as cores da escatologia. Mas, porque no lugar de Mahatma Gandhi não apareceu a figura de um personagem que é grande orgulho de toda a comunidade negra brasileira, Zumbi dos Palmares? E colocando Mahatma Gandhi em outro quadro, pois também é merecedor de ser lembrado e tomar parte de tão grande acontecimento?

É verdade, Zumbi dos Palmares é merecedor de ser lembrado e tomar parte no grande acontecimento escatológico. E será lembrado, está sendo lembrado, não só Zumbi dos Palmares como outros grandes personagens que dedicaram as suas vidas na libertação de seu povo, para que seu povo tivesse um dia melhor, como é também o índio guarani Sepé Tiaraju. Sepé Tiaraju cabe num quadro em que ele vai à frente, como Dorothy Stang e Mahatma Gandhi, e atrás dele, guardando distância de seis passos, seguem dois grandes brasileiros que dedicaram as suas vidas na defesa dos índios, estiveram ao lado dos índios, que sem eles, na intenção do governo em levar o “progresso” para o oeste brasileiro, a dizimação dos índios teria sido muitíssimo maior. Viram-se numa situação em que no passado se viu muitos jesuítas a serviço de Jesus e não dos colonizadores. Estes dois grandes brasileiros são os irmãos Villas-Bôas, Orlando e Claudio. Cabendo também o outro irmão, Leonardo. E ao lado deles o grande brasileiro, Darci Ribeiro e a guatemalteca Rigoberta Menchú. Muitos e muitos outros nomes serão lembrados e levados para o panteão escatológico.

Prosseguindo. Bem, e quando passarem os jovens levando ao ombro o grande estandarte do Bispo Desmond Tutu, e de Nelson Mandela, e de Martin Luther King, e de Mahatma Gandhi, eis que a multidão vê agora passar aos seus olhos dois jovens montados cada qual em um cavalo branco. E levam ao ombro um grande estandarte. E os estandartes seguem girando em suas mãos. E o que sucede é que quando o jovem do lado de cá passa pelas avenidas de Presidente Prudente girando o seu estandarte então em um lado a multidão vê o rosto de João XXIII, mas no outro lado vê o rosto de John Wesley, com os rostos de João XXIII e de John Wesley intermitentemente se manifestando aos olhos da multidão (2). E quando o jovem do lado de lá gira o estandarte em sua mão então a multidão vê de um lado o rosto de Che Guevara, mas no outro lado vê o rosto de Francisco de Assis. Sim, dum lado o rosto da Lei, do Hay que Endurecerse, do Reino, e do outro o rosto da Graça, do Pero Sim Perder La Ternura Jámas. E os rostos de João XXIII e de John Wesley, e de Che Guevara e de Francisco de Assis se mostram intermitentemente aos olhos de toda a multidão, como se fossem a sua noite e o seu dia.

E quando passarem os jovens montados em seus cavalos brancos, levando ao ombro os dois grandes estandartes que seguem pelas avenidas de Presidente Prudente girando em suas mãos, e fazendo alternar aos olhos da multidão João XXIII e John Wesley, Che Guevara e Francisco de Assis, eis que a multidão vê passar atrás deles dezenas e dezenas de jovens que levam ao ombro os estandartes daqueles que João viu por debaixo do altar clamando vingança pelo seu sangue derramado (3). E eis que são dezenas e dezenas de jovens levando ao ombro os estandartes daqueles cristãos que sofreram martírio nas mãos de Roma pagã. E o seu número é incontável, sendo incontável o número dos seus estandartes, pois, deveras, cada estandarte leva o nome de um daqueles mártires que na defesa de sua fé sofreu horrores à mão de homens violentos e de feras famintas. E na frente de todos eles seguem três jovens levando em suas mãos ramalhetes com rosas brancas.

E as dezenas e dezenas de jovens seguem pelas avenidas de Presidente Prudente levando ao ombro os seus estandartes. E eis que a multidão vê entre seus estandartes os estandartes dos apóstolos de Jesus que foram martirizados. Todos eles estão ali nos ombros dos jovens para receberam a coroa de glória que um dia foi-lhes prometido. Todos eles estão ali, desde Estevam ao último dos apóstolos martirizado, André. E entre eles, no meio deles, dezenas e dezenas de jovens carregam ao ombro o estandarte de um cristão que teve a sua vida ceifada por não permitir que valores éticos e morais fossem subjugados por valores que não alimentavam o espírito senão que a carne. Valores que não faziam nova criatura senão que conservava a velha.

É incontável o seu número. É incontável o número dos estandartes dos mártires do cristianismo que desfilam pelas avenidas de Presidente Prudente. De modo que se podem ver no meio deles, entre os estandartes dos apóstolos de Jesus, eis os estandartes de Policarpo, e de Bárbara de Nicomédia, e de Anastácio de Sirmiuns, e de Demétrio Tessalonico, e de Perpétua e de Felicidade, e de Inês, e de Agatonice, e de Sinforosa, e de Justino, e de Teodoro de Heracléia, e de Catarina de Alexandria, e de Cristina de Bolsene, e de Irene, e de Clemêncio, e de Flávia Domitila, e de Blandina, e de Inácio, e de Leônidas, e de Pantaleão de Nicomédia, e de Teodósia, e de Procópio de Citópolis. A verdade é que se para cada mártir cristão houvesse um representante em Presidente Prudente com certeza todas as suas ruas seriam insuficientes para abrigar o seu número, tão grande foi o número dos mártires que morreram na defesa da fé cristã.

E o que sucede é que quando passarem os três jovens levando nos braços ramalhetes com rosas brancas, e sendo seguido por uma multidão incalculável de jovens levando ao ombro o estandarte de um cristão martirizado sob o domínio de Roma pagã, eis que agora a multidão vê passar diante dos seus olhos os estandartes daqueles que João viu completando o número dos mártires cristãos, e que foram chamados por ele de co-escravos e de co-irmãos, que iriam ser mortos como foram aqueles que debaixo do altar clamavam vingança pelo seu sangue (4).

E diante dos olhos da multidão agora passa os estandartes dos mártires do socialismo. É incontável o seu número. É incontável o número dos estandartes dos mártires do socialismo que passam perante os olhos da multidão. Desde os mártires que morreram lutando na Comuna de Paris, passando pelos mártires de Chicago, e pelo martírio do casal Rosemberg em Nova Yorque, e pelo martírio de Che Guevara na Bolívia, até chegar ao martírio de Dorothy Stang no Brasil, é incontável o número dos mártires pelo socialismo, que sofreram todo tipo de violência desde ser afogado na água até ser amarrado pelos pés e ser arrastado pelas ruas da cidade por automóveis conduzidos por feras humanas, enfurecidas, e se não bastasse, até mesmo lançados ao mar de helicópteros.

E dezenas e dezenas de jovens seguem pelas avenidas de Presidente Prudente levando ao ombro os estandartes dos mártires pelo socialismo, cujo número foi tão grande como foi o número dos mártires pelo cristianismo. E na frente deles seguem três jovens levando nos braços ramalhetes com rosas vermelhas.

E eis que a multidão nas avenidas de Presidente Prudente vê agora passar os mártires pelo socialismo, que necessário se fez morrer para que se completasse o número dos seus co-escravos e co-irmãos que foram mortos sob Romã pagã e eles então fossem vingados. E esta vingança se consuma não no derramamento de sangue, de mais sangue, mas na completa libertação, redenção dos oprimidos, como está ali em Apocalipse 7.9. Os mártires do cristianismo e os mártires do socialismo deram as vidas para que se manifestasse o quadro de Apocalipse 7.9, a mais bela página da literatura universal.

Sim, eis que a multidão vê agora jovens levando ao ombro os estandartes de Stuart Angel, e de Carlos Mariguela, e de Alexandre Vanucci Lemes, e de Vladimir Herzog, e de Manuel Fiel Filho, e de Santo Dias, e de Chico Mendes, e de Olga Benário, e de João Bosco Penido, e de Pe. Ezequiel Ramin, e de Dom Oscar Romero, e de Pe. Josimo Tavares, e de Frei Tito, e de Ranúsia Alves Rodrigues, e de Manoel Lisboa, e de Rosa Luxemburgo e Karl Liebknecht, e de Carlos Lamarca e de Iara Yavelberg, e de Zequinha Barreto. Se todas as ruas de Presidente Prudente são pequenas demais para abrigar os estandartes dos mártires cristãos são também pequenas demais para abrigar os estandartes dos mártires pelo socialismo. Milhões foram mortos pela causa do cristianismo, e milhões foram mortos pela causa do socialismo, todavia era no martírio dos seus milhões, no seu sangue derramado, que um novo mundo estava sendo forjado.

E quando passarem os jovens levando ao ombro os estandartes dos mártires pela causa do cristianismo e passar os jovens levando ao ombro os estandartes dos mártires pela causa do socialismo, eis que atrás deles, logo atrás, seguem jovens levando ao ombro os estandartes das grandes religiões monoteístas.

E atrás deles seguem jovens levando ao ombro os estandartes das grandes doutrinas espiritualistas, dedicadas à caridade e a minorar o sofrimento daqueles que não tem a quem clamar, tanto as que estão no oriente como as que estão no ocidente.

E atrás dos jovens levando os estandartes das religiões monoteístas e das doutrinas espiritualistas eis que seguem jovens levando em seus ombros os estandartes de todas as denominações religiosas, quer as pertencentes ao campo evangélico quer as pertencentes ao campo católico. Todas elas, nas suas centenas, que sentiram em seus seres que realmente os seus corpos foram mergulhados nas águas do Mar Vermelho espiritual e que agora chegou o tempo de mergulhá-los nas águas do Jordão espiritual indo diretamente para ocupar as moradas eternas que o Cristo da cruz um dia disse iria as preparar para os seus, e eis que tem chegado o dia Dele levar os seus para estarem sempre com ele onde estiver.

E atrás dos jovens levando em seus ombros os estandartes de suas respectivas denominações religiosas eis que seguem os povos da floresta, as suas inúmeras tribos, todas elas nas suas mais ricas indumentárias. E seguem pelas avenidas de Presidente Prudente com os seus chocalhos e as suas danças e os seus cânticos. A sua cultura, cintilando vivacidade, segue assim pelas avenidas de Presidente Prudente. E na frente de todas elas segue a tribo dos Guarani-kaiowá, que Deus ouviu e ouvirá o seu clamor.

E atrás dos povos da floresta então segue o caminhão levando os homens e mulheres, que por terem se dedicado ao serviço com os pobres, por terem lutado para arrebatar os pobres da mão do opressor, que sem medo enfrentaram as forças das trevas e do terror, sim, eis que no grande caminhão seguem políticos que lutaram para que a Educação, da Pré-Escola ao Ensino Superior, seja direito de todos e não apenas dos filhos dos ricos. Seguem políticos que tem lutado na defesa do meio-ambiente. Seguem políticos que lutaram para que os trabalhadores não fossem explorados e não tivessem a sua força de trabalho trocada apenas pela sobrevivência. Estes, no Grande Dia, ouvirão Aquela maravilhosa voz lhes dizer: Vinde, vós os que tendes sido abençoados por meu Pai. Herdai o reino preparado para vós desde a fundação do mundo. Pois fiquei com fome, e vós me destes algo para comer; fiquei com sede, e vós me destes algo para beber. Eu era estranho, e vós me recebestes hospitaleiramente; estava nu, e vós me vestistes. Fiquei doente, e vós cuidastes de mim. Eu estava na prisão, e vós me visitastes. E eles seguem pelas avenidas de Presidente Prudente acenando para as multidões, enquanto que as multidões não cessam de acenar para eles os seus lencinhos, branco e vermelho.

E o que sucede é que quando a multidão entra no Parque do Povo e após a grande Celebração do Reino, então chegará o momento da simbólica chuva de rosas, uma justa homenagem que será prestada a todos aqueles que lutaram e foram martirizados tanto pelo cristianismo como pelo socialismo. E aqueles três jovens que seguiram na frente dos estandartes dos mártires pelo cristianismo então lançarão ao alto os  ramalhetes de rosas brancas em suas mãos numa justa homenagem a todos os mártires do cristianismo. E quando  subirem e descerem ao olhar de todo o povo no Parque do Povo então dedos femininos começarão a retirar das cordas do violino o som divino do hino MAIS ALVO QUE A NEVE. E a multidão, na alegria do espírito, canta MAIS ALVO QUE A NEVE. Em seguida será a vez dos três jovens que seguiram na frente dos estandartes dos mártires pelo socialismo lançarem ao alto os seus ramalhetes com rosas vermelhas numa justa homenagem a todos os mártires do socialismo. E quando subirem e descerem ao olhar de todo o povo então dedos masculinos começarão a retirar do violino o som da música Vermelho, que o Brasil inteiro cantou com Fafá de Belém.

E sucederá que quando todos no Parque do Povo acabar de cantar Vermelho, então os seis jovens se abaixarão e apanharão os seus ramalhetes. E juntos os lançarão ao alto, os ramalhetes com rosas brancas e os ramalhetes com rosas vermelhas, numa justa homenagem aos mártires do cristianismo e aos mártires do socialismo. E enquanto sobem e descem ao olhar de todo o povo no Parque do Povo, então os dedos femininos e masculinos começarão a retirar do violino o som divino da música Rosa de Sarom com todos no Parque do Povo cantando: Uma cortina se abriu e surgiu / Um cavalo e mil cavaleiros / Brancos, vermelhos armados, armados / Do riso inocente que faz despertar / Pisando firmes na terra / Abrindo seu ventre fazendo brotar / Uma canção que só fala de amor / Que só diz que a vida já vai começar / Do trigo somos a sua brancura / E da videira o seu vermelhão / O branco da paz, o vermelho da vida / Somos a rosa – a Rosa de Sarom

E enquanto dedos masculinos e femininos retiram do violino o som divino da música Rosa de Sarom (5), ao seu som, então chegou o grande momento de todos no Parque do Povo participar da Ceia Nova, da Ceia especial, que Jesus por ocasião da última ceia (6) disse só voltaria a participar dela quando aparecesse nova, no reino de seu Pai, junto com seus discípulos.

E todos no Parque do Povo levam à boca um pedaço de pão e um cálice de vinho, com o pão e o vinho tendo um novo sentido em suas vidas, não mais apenas lembrar-se do sacrifício de Jesus na cruz, mas saber que no seu sacrifício estava a redenção completa do ser humano, tanto a redenção espiritual que trás igualdade espiritual como a redenção material que trás igualdade material. Igualdade espiritual e igualdade material que Ele cuidou em construir no devir histórico, primeiro com Paulo, e depois, quando a História no seu movimento real saiu do tempo teológico-espiritualista e entrou no tempo antropológico-materialista, seguindo a curvatura da história e que se deu com e a partir do Renascimento, ora, então na plenitude dos tempos materiais ele cuidou em construir a sua redenção material com o judeu Marx.

E a multidão no Parque do Povo participa da Ceia Nova de Jesus, que se manifesta em conexão com o seu novo nome (7). E o perfume universal da sua paz e da sua justiça sobe do chão do Parque do Povo e é levado pelo vento para os quatro cantos da terra, a fazer moradia e a fincar raízes irremovíveis em todos os corações e em todas as mentes.

E a multidão se despede do Parque do Povo cantando a música do Geraldo Vandré PRA DIZER QUE NÃO FALEI DAS FLORES. Voltam para as suas casas com a certeza de que a Semente terá de ser semeada em todos os corações, em todas as mentes, na sua casa, na sua vizinhança, no seu bairro, na sua cidade, no seu estado, na sua nação, no seu continente, na terra inteira, pois, deveras, é esta a Semente que o profeta Daniel viu sendo arrancada do monte, sem o auxílio de mãos, e feriu a estátua a esmiuçando, e se espalhando para a terra inteira e a enchendo como a um só monte (8).
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(1) Apocalipse 16.12
(2) Há uma íntima ligação entre John Wesley e João XXIII, e é preciso expô-la com acuidade. De fato, Deus tinha a obra de seu filho Jesus para realizar na terra no seu tempo final. Muito sofrimento na terra, os pobres sendo oprimidos tanto materialmente como espiritualmente. E o seu clamor chegou a Deus. E Deus decidiu livrá-los por enviar-lhes a salvação completa de Jesus. Deus iria libertá-los espiritualmente, do domínio de Sodoma, e iria libertá-los materialmente, do domínio do Egito, e então eles não iriam ter mais fome, e não iriam ter mais sede, e nem calor e sol abrasador iriam cair sobre eles. Deus iria enxugar toda lágrima dos olhos deles.
E Deus respondeu-lhes por enviar na terra dois grandíssimos pentecostes, um que foi gestado no ventre de John Wesley, o grande pentecostes espiritual que Deus derramou em Los Angeles no ano de 1906, e que fez nascer o moderno movimento pentecostal, portador da libertação espiritual de Jesus, e o grande pentecostes material que Deus derramou na realização do Concílio Vaticano II na primeira metade da década de 60 e que faz nascer o moderno movimento da Teologia da Libertação. Pentecostalismo e Teologia da Libertação foram movimentos que nasceram por vontade de Deus para, por seu intermédio, então libertar não só o povo latino-americano, lugar fértil para esses movimentos e onde eles mais cresceram, mais fincaram raízes. É certo, Deus os derramou como tese e antítese; apartado um do outro e sem a consciência de que fazia parte de um mesmo processo, a total libertação de Jesus. Todavia iria chegar o dia em que Deus enviaria um terceiro e grandíssimo pentecostes sobre a terra, a consumação pentecostal; e este seria síntese dos dois anteriores. Deus iria reunir em um só ato o povo destes dois pentecostes, de modo que Pentecostalismo e Teologia da Libertação iriam estar juntos proclamando o senhorio de Jesus sobre este mundo. E Deus pode sim derramar este grandíssimo pentecostes, do qual o pentecostes dos dias apostólicos forneceu base tipológica, no mês de outubro do ano de 2013 nas avenidas de Presidente Prudente.
(3) Apocalipse 6.9
(4) Apocalipse 6.11
(5) A música Rosa de Sarom na verdade é uma letra que Adamir Gerson fez e encaixou no clássico Romance de Amor, que por sinal é controverso a sua origem. O que se sabe com certeza é que se trata de uma música pertencente ao folclore espanhol. Quanto ao seu compositor o mais aceito é que tenha sido Antônio Rovira, também aparecendo como seu autor Tarrega, Sor, Yepes, Paganini, e aquele que muitos afirmam ser o compositor de fato, Vicente Gomes. Por ser uma música sem autor aparente, e belíssima, e intuindo que a sua autoria desconhecida podia esconder um propósito divino, Adamir Gerson se viu no direito de utilizá-la pondo nela uma letra que julga pertinente. E espera que a sua versão tenha o mesmo alcance que teve a música austríaca Griechischer Wein, do Udo Jurgens, que transposta para a cultura portuguesa por Paulo Alexandre, se transformou num belíssimo clássico lusitano.
(6) Mateus 26.26-29. Essa Ceia nova, especial, escatológica, que aparece no livro de Mateus há de marcar definitivamente a ligação umbilical de Jesus com o socialismo. Porque, deveras, todos que participarão dela farão com esse objetivo, o reconhecimento de que o pão partido simboliza a luta do socialismo, mas agora ligado umbilicalmente ao cristianismo. Este é o novo significado da Ceia de Jesus, não só rememorar o seu sacrifício, mas que este sacrifício foi em prol de uma sociedade fraterna, igualitária, e que estar participando do sacrifício de Jesus é estar engajado na luta por este reino de igualdade. Uma luta que é feita, não por violência e nem por força militar, mas pelo espírito de Jesus, que não exclui por conta de condição racial, cultural ou social, mas que inclui a todos e a todos dá oportunidade.
(7) Apocalipse 3.12

(8) Daniel 2.44

quinta-feira, 12 de setembro de 2013

21 de Dezembro de 2012

21 DE DEZEMBRO DO ANO DE 2012

O imperceptível há de tornar-se perceptível, por aqueles que são limpos de mão e puros de coração, e aguardam ansiosamente o dia da revelação do Filho do homem

NASCIMENTO DO PAREPA, PArtido da REconstrução do PAraíso. Horário: 20:00 Horas

LOCAL: Igreja Evangélica Obras do Espírito Santo. Localização: Jardim Guanabara, cidade de Presidente Prudente, Estado de São Paulo, País Brasil, Hemisfério Sul, Continente Latino-Americano, Planeta Terra. 

PRESENÇA: Quatorze corpos-espíritos em busca de uma nova sociedade, livre de toda e qualquer opressão.

MODELO A SER SEGUIDO EM TODA A TERRA

TRÊS HINOS FORAM CANTADOS. 169 por Jonathan; 577 por Osvaldo; 187 por Agnaldo.

LEITURA DA PALAVRA POR SILVIO: Jó 2.7

Após a abertura dos trabalhos com uma oração, então Pastor Luiz Baldez faz uso da Palavra e por cerca de meia hora expressa a sua esperança e confiança na chegada de um novo tempo. Com tino diz que ficou difícil falar de política, tanto é a podridão no seu meio. Mas enfatiza que este Encontro que está acontecendo no espaço da Igreja Obras do Espírito Santo dirigida por ele é sobre outra e nova política, a Teocracia de Deus. Enfatiza que ao contrário da política feita pelos homens que é jogo de interesse, de puro interesse, a Teocracia de Deus se revela a verdadeira política, pois se resume ao serviço. Ao serviço em prol da sociedade, e com especificidade ao serviço com os necessitados. A Teocracia de Deus trás inquebrantável a ética, a moral, e o respeito a toda a diversidade de que se compõe a sociedade. Deus não é um particular, mas um universal. Deus é O Universal, assim como expressado por Mestre Ekhart, Hegel, Teilhard de Chardin e por Pietro Ubaldi.

Após meia hora com explanações que enfatizam a proximidade do Reino, e não economizando palavras que a organização é fundamental, é preciso criar a base sobre a qual se levantará todo o edifício do novo partido, entrelaçar e harmonizar as suas diferentes organizações de poder que trará a libertação, a libertação de modelos político-econômicos que se revelaram predadores, não só da natureza como do espírito, passa então a palavra para Adamir Gerson para que fale sobre a criação do Parepa neste dia de 21 de dezembro, que, como ele mesmo diz convicto de esperança, será um dia histórico.

Capítulo Primeiro

Adamir Gerson em tom de oração: Ao nosso Pai amado: sejas louvado hoje e eternamente. E se dirige aos presentes: “Saudações e agradecimentos a todos os irmãos que ouviram o chamado do Pastor Baldez e aqui se fizeram presente. Vamos pedir a Deus que nos dê uma noite abençoada e quando estivermos saindo daqui, para as nossas casas, que a nossa saída seja como a de Abraão do Egito, rico, riquíssimos, da graça de Deus e do conhecimento da sua santa e bendita Palavra”.

E prossegue com a palavra: “No final da década de 70 aconteceu no ABC paulista, mais precisamente que na cidade de São Bernardo do Campo, o pipocar das greves operárias. Os trabalhadores estavam sendo oprimidos pelo patronato e decidiram fazer a greve como forma de sua luta e de suas reivindicações. E realizavam as suas assembléias no estádio de Vila Euclides. Dezenas de milhares de trabalhadores se reuniam no Estádio de Vila Euclides para ouvir um desconhecido líder sindical, barbudo, com a voz rouca, chamado Luis Inácio, que mais tarde veio se tornar Presidente da República Federativa do Brasil.

“Mas surgiu a reação dos militares, da ditadura militar, e os trabalhadores foram impedidos de continuar no Estádio de Vila Euclides. Sem ter para onde ir então um frade que acompanhava todos aqueles acontecimentos com esperança, Frei Beto, indicou a igreja matriz de São Bernardo do Campo lugar em que continuariam com as suas assembléias de operários. De modo que foi por entre os bancos da igreja matriz de São Bernardo do Campo, na discussão de operários, que o então metalúrgico Lula nasceu como líder político.

“E aquele frade no meio deles, Frei Beto, homem de fé, profundo conhecedor das Escrituras, naqueles dias em que Lula nascia politicamente e naqueles dias de nascimento do PT não teve a menor dúvida de que aquelas gigantescas greves ocorridas no ABC paulista e que tiveram desfecho político na Igreja Matriz de São Bernardo do Campo, transformando um líder operário em um líder político, tudo aquilo foi cumprimento de profecia. Para Frei Beto aqueles acontecimentos não foram outra coisa senão que a mulher gloriosa de Apocalipse 12 dera à luz ao seu filho varão com a missão de governar todas as nações com vara de ferro. A mulher gloriosa era a Igreja Matriz de São Bernardo do Campo e o filho varão era o operário iletrado Lula. Luta tinha um histórico de vida que fazia lembrar em muito a José do Egito, posto governante do Egito por Deus, e quem mais poderia ser o filho varão com a missão de governar as nações da terra senão Lula? Uma verdade: a reação da ditadura militar, tentando impedir aquele nascimento novo no Brasil, para Frei Beto não era outra coisa senão a reação do dragão, lutando para tragar o filho varão.

E Adamir Gerson prosseguia com a palavra, endereçando-a aos presentes: “Mas, façamos a pergunta: Apocalipse 12 se cumpriu realmente naquele final da década de 70 e início da década de 80, como creu Frei Beto? A Igreja Matriz de São Bernardo do Campo foi mesmo a mulher gloriosa de Apocalipse 12 e Lula o seu filho?

“As esperanças de Frei Beto não foram em vão. E aqueles acontecimentos operários que tiveram desfecho político na Igreja Matriz de São Bernardo do Campo foi mesmo um parto divino; mas o que nascia naquele dia era Esaú. Aquele operário barbudo, nascendo politicamente numa igreja vermelha, a Teologia da Libertação, e sendo por ela posto nas fraldas vermelhas do Marxismo, o que se deu naqueles dias foi o nascimento de Esaú.

“Do Esaú que incapacitado de retirar do mato o alimento de sua sobrevivência, por indolência, preguiça ou lá o que for, barganhou o que tinha de mais sagrado, a primogenitura, por um prato de comida. Desprezou uma dádiva dada por Deus: ‘De que me vale a primogenitura se simplesmente estou morrendo de fome? De que nos vale a ética, de que nos vale a moral, se não temos o poder? Bradavam o Esaú Lula e PT. E assim trocaram a ética, a moral, o embasamento espiritual que fez muitos olharem para o PT e Lula naquele início da década de 80 com confiança no futuro, sim, trocaram a primogenitura, o que era primeiro, o alicerce de todo agir, pelo prato de lentilhas do poder, como costumava dizer Leonel Brizola.

“O PT se esvai... como se esvaiu Esaú... e o futuro que o aguarda, e está bem perto, já batendo às portas, é o choro amargo de Esaú por ter tido tudo e ficado sem nada...

“Mas, passado quase trinta e quatro anos, podemos dizer que não foi naqueles dias, mas é hoje, neste dia 21 de dezembro do ano de 2012, que a mulher gloriosa de Apocalipse 12 está dando à luz ao seu filho que há realmente de governar a terra com vara de ferro. Não foi o PT, como creu piamente Frei Beto, Leonardo Boff, e todos os teólogos ligados à Teologia da Libertação, de que o PT iria criar um Brasil e uma terra de gente de rosto feliz, mas é o PAREPA nascendo no dia de hoje. Aqui, numa igreja simples, freqüentada por pessoas simples, boa parte recuperada das drogas e do crime, como foi o testemunho do jovem Jefferson, que testemunhou faz dois meses o Evangelho o resgatou do crime no Estado do Paraná, e está se recuperando dos seus traumas, e do jovem Jonathan que disse faz quatro dias deixou a penitenciária de Caiuá, depois de se envolver com o crime do tráfico. Aqui não tem os holofotes que cercaram a igreja matriz de São Bernardo do Campo, com aquele nascimento sendo literalmente televisado para o Brasil e o mundo. Ninguém sabe de nada do que está acontecendo aqui nesta noite, aqui na igreja Obras do Espírito Santo, a não ser este grupo pequeno de pessoas e seguramente Deus, que está no nosso meio.

“E será este nascimento, e não aquele quem irá realmente criar um Brasil e uma terra de gente de rosto feliz. Porque ao contrário daquele nascimento, que nascia desligado do Alto, confiando no poder e na capacidade de homens, este nasce ligado à Transcendência, confiando, não no seu poder, mas no poder e na capacidade de Deus. É Deus, através de instrumentos de carne, quem irá construir um Brasil e uma terra de gente de rosto feliz. Fazer com que a terra inteira viva debaixo da graça e do amor de seu filho Jesus Cristo.

“E para finalizar quero dizer: Se o PT foi capaz de trocar ética e a moral pelo prato de lentilhas do poder, a ética e a moral serão os instrumentos com os quais o PAREPA construirá o poder. Resultando num poder limpo e transparente, que há de enxugar todas as lágrimas, as lágrimas do desempregado, as lágrimas dos lares destruídos, as lágrimas da mãe que no lugar de ver o filho na escola o vê numa penitenciária, as lágrimas da Terra que chora por causa da depredação que se faz contra os seus recursos naturais. E quando lá no pólo norte uma calota de gelo se derrete é uma lágrima que escorre por sua face...”

E Pastor Luiz Baldez retoma novamente a palavra. E ao estar mais uma vez falando da Teocracia de Deus, que o que o move a acreditar no PAREPA é que se trata de uma nova política, portadora dos valores do Reino, então Adamir Gerson abre a Bíblia no livro do Apocalipse e pede para o jovem Jefferson fazer a leitura do verso 15 ao verso 18 no capítulo 11. E após a leitura, Adamir Gerson retoma a palavra.

Capítulo Segundo

Estamos aqui a dizer que tem chegado o tempo do reinado de Cristo. A leitura da Palavra feita pelo irmão Jefferson não deixa nenhuma dúvida quanto ao governo de Cristo. Mas, é preciso esclarecimentos para que a chegada deste grande momento na história da humanidade seja compreendida em toda sua magnitude.

“No ano de 1823 o inglês John Acquila Brown publicou o livro The Even-Tide, que quer dizer A Noite. E ele fez constar no livro uma profecia que podemos dizer se cumpriu ao pé da letra. Tomando como ponto de partida a destruição de Jerusalém por Nabucodonozor, que datou no ano 604ª.c, e interpretando os sete tempos que aparecem no livro do profeta Daniel (1) como um período profético de 2520 anos, período profético que ele entendeu seria o tempo exato em que o trono de Deus permaneceria vago, sendo seu último rei Zedequias, ora, Brown concluiu simplesmente que no ano de 1917 Israel iria se manifestar no seu estado pleno. Literalmente que neste ano iria ser estabelecido novamente a Teocracia de Deus, agora sublimada. Literalmente o reino messiânico visionado por todos os profetas, em especial por Isaías.” E Adamir Gerson se dirige aos presentes e faz a pergunta: “Alguns dos irmãos que estão aqui nesta noite sabe responder o que de importante aconteceu no ano de 1917 ligado a profecia de Brown?” Dirige-se a um e a outro com a pergunta. E quando aponta para Carlos Batista, celestial de longa data, ele responde: “A revolução russa!”

“Sim, a revolução russa. A revolução russa foi o acontecimento que deu cumprimento cabal ao profetismo de John Acquila Brown. O governo que se estabeleceu na Rússia naquele final da década de 10 e início da década de 20, que expropriou a riqueza dos poderosos e os mandou embora, de mãos vazias, com os oprimidos se saciando plenamente, aquele governo encabeçado por Lênin foi sim o cumprimento da profecia constante no livro The Even-Tide.

“Mas, como tem muitos estudiosos da Palavra de Deus que conhecedores da profecia de John Acquila Brown reconhecem que ela realmente foi verdadeira; um vaticínio que se cumpriu realmente naquele ano de 1917, apenas que se toma outro acontecimento, a Declaração Balfour, documento assinado pelo chanceler inglês que outorgava de forma oficial o direito dos judeus retornarem ao antigo lar de seus antepassados e reconstruir ali para si um “Lar Nacional”, ora, qual dos dois acontecimentos seja o verdadeiro? A mente lógica irá dizer: se foi a Declaração Balfour não pode ter sido a revolução russa; e seu foi a revolução russa não pode ter sido a Declaração Balfour”.

E Adamir Gerson prossegue nos seus esclarecimentos, dizendo: “Realmente as mentes tem ficado confusas sobre estes dois acontecimentos frente à profecia de Brown. E posso dizer que tem chegado o tempo de tudo ser devidamente esclarecido. Ora, no dia 2 de novembro do ano de 1917 o chanceler britânico, Lorde Balfour, assinou a histórica Declaração, permitindo aos judeus retornar ao antigo lar de seus antepassados, deixando de ser peregrino entre as nações, de ser enxotados de governo a governo; e neste mesmo período doze líderes bolcheviques se reuniram e decidiram fazer a revolução, uma revolução que iria dar aos oprimidos um lar nacional, o socialismo, com eles deixando de peregrinar de emprego em emprego, de ser enxotado de patrão a patrão.

“O que foi isso?", pergunta Adamir Gerson aos presentes, e ele mesmo responde: “Foi que naquele final do ano de 1917 deu-se na terra o aparecimento do fruto do Reino. O que é um fruto? Ora, planta-se a semente; e ela morre para nascer uma arvore, e futuramente quando aparece o fruto junto com ele re-aparece também a sua respectiva semente. Isto explica porque o advento do socialismo na terra o mesmo foi gestado entre o povo judeu. Marx, Engels, Lênin, Trotsky, Kamenev, Zinoviev, eram judeus. Dos doze líderes bolcheviques que participaram do histórico encontro que decidiu a revolução sete deles eram judeus; e do órgão máximo da Revolução, Comissário do Povo, das 556 cadeiras 457 eram ocupadas por judeus.

“Mas, é preciso mais este esclarecimento: aquele governo, voltado para o socialismo, que se estabeleceu na Rússia naquele final da década de 10 e início da década de 20 foi mesmo o governo do Reino, mas pelo lado da lei. Ele reviveu Moisés, o judaísmo. Por isso a história do Lênin foi repetição puro e simples da história de Moisés. Mas, futuramente o governo do Reino iria reviver Jesus. Seria então um novo tempo, um novo socialismo a ser construído, não mais pelo poder do fuzil e da baioneta, mas agora pelo poder do Evangelho. Pelo poder da Palavra de Deus. Todos iriam compreender a real vontade de Deus, na alegria do espírito, se entregando a ela: a construção de uma terra em que todos são realmente iguais, se relacionando como irmãos, cada qual tendo segundo as suas necessidades. Transformando e convertendo, aos poucos e progressivamente, o reino da opressão iria se transformando em reino de Jesus Cristo.”

E concluiu Adamir Gerson: “Bem tem feito o Pastor Baldez ao falar que o que está nascendo nesta noite, aqui na Igreja Obras do Espírito Santo, é a Teocracia de Deus. Porque o socialismo foi realmente Teocracia de Deus. Quer queiram quer não, foi cumprimento da Palavra de Deus. Oculto, invisível a todos, a comunistas, a católicos, a evangélicos, a capitalistas, todavia o socialismo foi mesmo Teocracia de Deus. O início do reino messiânico davídico sobre a terra, a verdadeira visão que teve John Acquila Brown naquele ano de 1823. E hoje, dia 21 de dezembro do ano de 2012, aqui no espaço da Igreja Obras do Espírito Santo, a Teocracia de Deus está se revelando em nova figura de espírito, no lugar da Ditadura do Proletariado, a revivência da Lei, eis agora a Democracia de Jesus, a revivência da Graça; no lugar do Partido Comunista, que quis construir na terra o Paraíso sem Deus, eis agora o PAREPA, que há de construir o Paraíso sob domínio absoluto do Todo-Poderoso, numa íntima ligação com a Transcendência; entre céu e terra.”

E Pastor Luiz Baldez retoma a palavra, dizendo: “Irmão Gerson, não é bom pararmos? Muitas informações podem ter o efeito de confundir. Não é melhor passarmos a mensagem em sucessivas reuniões?” Adamir Gerson: “Sim. Vou apenas abordar mais um tópico que creio não pode ficar para trás fora deste dia”.

Capítulo Terceiro

De modo que Adamir Gerson prossegue, dizendo: “Na metade do século passado, com o aparecimento da Teologia Humanista, uma geração inteira de teólogos que se acordou para os graves problemas sociais e políticos da sociedade, a luta por transformações não podia ser atributo só do povo socialista, mas o povo cristão tinha também a obrigação de se inserir nela, a verdade é que não tardou e houve o confronto entre as duas concepções. De modo que os de mentalidade teológica afirmavam que a História possuía reducionismo teológico absoluto. A História era cristofinalizada. Mas os de mentalidade antropológica, vide o povo socialista, negavam por completo que a História pudesse ter reducionismo teológico absoluto e fosse cristofinalizada. Como nenhuma das partes conseguiu provar a sua tese, a questão foi protelada, jogada para o futuro. O futuro iria decidir quem, então, estava com a verdade.

“E a verdade é que estamos aqui para causar o desempate. E afirmar com embasamentos necessários que aqueles que defenderam que a História possuía reducionismo teológico absoluto e era cristofinalizada estiveram com a verdade. A História realmente possui reducionismo teológico absoluto e é mesmo cristofinalizada. Ela nasceu do Cristo e tende para o Cristo.

“A História vai de Paraíso a Paraíso. Todo o devir histórico não foi outro senão que o Paraíso estava sendo gestado no ventre da História. O retorno de Eva se deu com a religião cristã, e o retorno de Adão, com o socialismo. O que está acontecendo neste dia 21 de dezembro do ano de 2012 é tão somente que Adão e Eva estão principiando a se manifestar juntos, em um só corpo, um só espírito. Antes deste dia de 21 de dezembro podemos dizer a humanidade caminhou na noite escura da pré-história, em que o homem foi lobo do próprio homem, mas a partir de home, deste dia em diante, a humanidade estará caminhando na luz da História. Na libertação de Ciro aqueles receberam a missão de reconstruir Jerusalém, e hoje, na libertação do Ciro Maior, Jesus Cristo, presente aqui no meio de nós, eis que estamos recebendo a missão para reconstruir o Paraíso de Deus e introduzir nele uma humanidade que foi lavada, remida no sangue do Cordeiro, para que ocupe as moradas eternas que o filho do carpinteiro um disse as iria construir para os seus. Deus nosso Pai seja hoje e eternamente louvado!”

sexta-feira, 6 de setembro de 2013

Invasões americanas mundo afora

Reproduzo levantamento feito por Alberto da Silva Jones, publicado em 2007 no sítio do Centro de Mídia Independente/Brasil: 

Entre as várias invasões que as forças armadas dos Estados Unidos fizeram nos séculos XIX, XX e XXI, podemos citar:


1846/1848 - México - Por causa da anexação, pelos EUA, da República do Texas;


1890 - Argentina - Tropas desembarcam em Buenos Aires para defender interesses econômicos americanos;

1891 - Chile - Fuzileiros Navais esmagam forças rebeldes nacionalistas;

1891 - Haiti - Tropas debelam a revolta de operários negros na ilha de Navassa, reclamada pelos EUA;

1893 - Hawai - Marinha enviada para suprimir o reinado independente e anexar o Hawaí aos EUA;

1894 - Nicarágua - Tropas ocupam Bluefields, cidade do mar do Caribe, durante um mês;

1894/1895 - China - Marinha, Exército e Fuzileiros desembarcam no país durante a guerra sino-japonesa;

1894/1896 - Coréia - Tropas permanecem em Seul durante a guerra;

1895 - Panamá - Tropas desembarcam no porto de Corinto, província Colombiana;

1898/1900 - China - Tropas ocupam a China durante a Rebelião Boxer;

1898/1910 - Filipinas - Luta pela independência do país, dominado pelos EUA (Massacres realizados por tropas americanas em Balangica, Samar, 27/09/1901, e Bud Bagsak, Sulu, 11/15/1913; 600.000 filipinos mortos;

1898/1902 - Cuba - Tropas sitiaram Cuba durante a guerra hispano-americana;

1898 - Porto Rico - Tropas sitiaram Porto Rico na guerra hispano-americana, hoje 'Estado Livre Associado' dos Estados Unidos;

1898 - Ilha de Guam - Marinha desembarca na ilha e a mantêm como base naval até hoje;

1898 - Espanha - Guerra Hispano-Americana - Desencadeada pela misteriosa explosão do encouraçado Maine, em 15 de fevereiro, na Baía de Havana. Esta guerra marca o surgimento dos EUA como potência capitalista e militar mundial;

1898 - Nicarágua - Fuzileiros Navais invadem o porto de San Juan del Sur;

1899 - Ilha de Samoa - Tropas desembarcam e invadem a Ilha em conseqüência de conflito pela sucessão do trono de Samoa;

1899 - Nicarágua - Tropas desembarcam no porto de Bluefields e invadem a Nicarágua (2ª vez);

1901/1914 - Panamá - Marinha apóia a revolução quando o Panamá reclamou independência da Colômbia; tropas americanas ocupam o canal em 1901, quando teve início sua construção;

1903 - Honduras - Fuzileiros Navais desembarcam em Honduras e intervêm na revolução do povo hondurenho;

1903/1904 - República Dominicana - Tropas atacaram e invadiram o território dominicano para proteger interesses do capital americano durante a revolução;

1904/1905 - Coréia - Fuzileiros Navais dos Estados Unidos desembarcaram no território coreano durante a guerra russo-japonesa;

1906/1909 - Cuba -Tropas dos Estados Unidos invadem Cuba e lutam contra o povo cubano durante período de eleições;

1907 - Nicarágua - Tropas invadem e impõem a criação de um protetorado, sobre o território livre da Nicarágua;

1907 - Honduras - Fuzileiros Navais desembarcam e ocupam Honduras durante a guerra de Honduras com a Nicarágua;

1908 - Panamá - Fuzileiros invadem o Panamá durante período de eleições;

1910 - Nicarágua - Fuzileiros navais desembarcam e invadem pela 3ª vez Bluefields e Corinto, na Nicarágua;

1911 - Honduras - Tropas enviadas para proteger interesses americanos durante a guerra civil invadem Honduras;

1911/1941 - China - Forças do exército e marinha dos Estados Unidos invadem mais uma vez a China durante período de lutas internas repetidas;

1912 - Cuba - Tropas invadem Cuba com a desculpa de proteger interesses americanos em Havana;

1912 - Panamá - Fuzileiros navais invadem novamente o Panamá e ocupam o país durante eleições presidenciais;

1912 - Honduras - Tropas norte americanas mais uma vez invadem Honduras para proteger interesses do capital americano;

1912/1933 - Nicarágua - Tropas dos Estados Unidos com a desculpa de combaterem guerrilheiros invadem e ocupam o país durante 20 anos;

1913 - México - Fuzileiros da Marinha invadem o México com a desculpa de evacuar cidadãos americanos durante a revolução;

1913 - México - Durante a revolução mexicana, os Estados Unidos bloqueiam as fronteiras mexicanas;

1914/1918 - Primeira Guerra Mundial - EUA entram no conflito em 6 de abril de 1917 declarando guerra à Alemanha. As perdas americanas chegaram a 114 mil homens;

1914 - República Dominicana - Fuzileiros navais da Marinha dos Estados invadem o solo dominicano e interferem na revolução em Santo Domingo;

1914/1918 - México - Marinha e exército invadem o território mexicano e interferem na luta contra nacionalistas;

1915/1934 - Haiti - Tropas americanas desembarcam no Haiti, em 28 de julho, e transformam o país numa colônia americana, permanecendo lá durante 19 anos;

1916/1924 - República Dominicana - Os EUA invadem e estabelecem governo militar na República Dominicana, em 29 de novembro, ocupando o país durante oito anos;

1917/1933 - Cuba - Tropas desembarcam em Cuba e transformam o país num protetorado econômico americano, permanecendo essa ocupação por 16 anos;

1918/1922 - Rússia - Marinha e tropas enviadas para combater a revolução bolchevista. O Exército realizou cinco desembarques, sendo derrotado pelos russos em todos eles;

1919 - Honduras - Fuzileiros desembarcam e invadem mais uma vez o país durante eleições, colocando no poder um governo a seu serviço;

1918 - Iugoslávia - Tropas dos Estados Unidos invadem a Iugoslávia e intervêm ao lado da Itália contra os sérvios na Dalmácia;

1920 - Guatemala - Tropas invadem e ocupam o país durante greve operária do povo da Guatemala;

1922 - Turquia - Tropas invadem e combatem nacionalistas turcos em Smirna;

1922/1927 - China - Marinha e Exército mais uma vez invadem a China durante revolta nacionalista;

1924/1925 - Honduras - Tropas dos Estados Unidos desembarcam e invadem Honduras duas vezes durante eleição nacional;

1925 - Panamá - Tropas invadem o Panamá para debelar greve geral dos trabalhadores panamenhos;

1927/1934 - China - Mil fuzileiros americanos desembarcam na China durante a guerra civil local e permanecem durante sete anos ocupando o território;

1932 - El Salvador - Navios de Guerra dos Estados Unidos são deslocados durante a revolução das Forças do Movimento de Libertação Nacional - FMLN -
comandadas por Marti;

1939/1945 - II Guerra Mundial - Os EUA declaram guerra ao Japão em 8 de dezembro de 1941 e depois a Alemanha e Itália, invadindo o Norte da África, a Ásia e a Europa, culminando com o lançamento das bombas atômicas sobre as cidades desmilitarizadas de Iroshima e Nagasaki;

1946 - Irã - Marinha americana ameaça usar artefatos nucleares contra tropas soviéticas caso as mesmas não abandonem a fronteira norte do Irã;

1946 - Iugoslávia - Presença da marinha ameaçando invadir a zona costeira da Iugoslávia em resposta a um avião espião dos Estados Unidos abatido pelos soviéticos;

1947/1949 - Grécia - Operação de invasão de Comandos dos EUA garantem vitória da extrema direita nas "eleições" do povo grego;

1947 - Venezuela - Em um acordo feito com militares locais, os EUA invadem e derrubam o presidente eleito Rómulo Gallegos, como castigo por ter aumentado o preço do petróleo exportado, colocando um ditador no poder;

1948/1949 - China - Fuzileiros invadem pela ultima vez o território chinês para evacuar cidadãos americanos antes da vitória comunista;

1950 - Porto Rico - Comandos militares dos Estados Unidos ajudam a esmagar a revolução pela independência de Porto Rico, em Ponce;

1951/1953 - Coréia - Início do conflito entre a República Democrática da Coréia (Norte) e República da Coréia (Sul), na qual cerca de 3 milhões de pessoas morreram. Estados Unidos são um dos principais protagonistas da invasão usando como pano de fundo a recém criada Nações Unidas, ao lado dos sul-coreanos. A guerra termina em julho de 1953 sem vencedores e com dois estados polarizados: comunistas ao norte e um governo pró-americano no sul. Os EUA perderam 33 mil homens e mantém até hoje base militar e aero-naval na Coréia do Sul;

1954 - Guatemala - Comandos americanos, sob controle da CIA, derrubam o presidente Arbenz, democraticamente eleito, e impõem uma ditadura militar no país. Jacobo Arbenz havia nacionalizado a empresa United Fruit e impulsionado a reforma agrária;

1956 - Egito - O presidente Nasser nacionaliza o canal de Suez. Tropas americanas se envolvem durante os combates no Canal de Suez sustentados pela Sexta Frota dos EUA. As forças egípcias obrigam a coalizão franco-israelense-britânica, a retirar-se do canal;

1958 - Líbano - Forças da Marinha invadem apóiam o exército de ocupação do Líbano durante sua guerra civil;

1958 - Panamá - Tropas dos Estados Unidos invadem e combatem manifestantes nacionalistas panamenhos;

1961/1975 - Vietnã. Aliados ao sul-vietnamitas, o governo americano invade o Vietnã e tenta impedir, sem sucesso, a formação de um estado comunista, unindo o sul e o norte do país. Inicialmente a participação americana se restringe a ajuda econômica e militar (conselheiros e material bélico). Em agosto de 1964, o congresso americano autoriza o presidente a lançar os EUA em guerra. Os Estados Unidos deixam de ser simples consultores do exército do Vietnã do Sul e entram num conflito traumático, que afetaria toda a política militar dali para frente. A morte de quase 60 mil jovens americanos e a humilhação imposta pela derrota do Sul em 1975, dois anos depois da retirada dos Estados Unidos, moldou a estratégia futura de evitar guerras que impusessem um custo muito alto de vidas americanas e nas quais houvesse inimigos difíceis de derrotar de forma convencional, como os vietcongues e suas táticas de guerrilhas;

1962 - Laos - Militares americanos invadem e ocupam o Laos durante guerra civil contra guerrilhas do Pathet Lao;

1964 - Panamá - Militares americanos invadiram mais uma vez o Panamá e mataram 20 estudantes, ao reprimirem a manifestação em que os jovens queriam trocar, na zona do canal, a bandeira americana pela bandeira de seu país;

1965/1966 - República Dominicana - Trinta mil fuzileiros e pára-quedistas desembarcaram na capital do país, São Domingo, para impedir a nacionalistas panamenhos de chegarem ao poder. A CIA conduz Joaquín Balaguer à presidência, consumando um golpe de estado que depôs o presidente eleito Juan Bosch. O país já fora ocupado pelos americanos de 1916 a 1924;

1966/1967 - Guatemala - Boinas Verdes e marines invadem o país para combater movimento revolucionário contrário aos interesses econômicos do capital americano;

1969/1975 - Camboja - Militares americanos enviados depois que a Guerra do Vietnã invadem e ocupam o Camboja;

1971/1975 - Laos - EUA dirigem a invasão sul-vietnamita bombardeando o território do vizinho Laos, justificando que o país apoiava o povo vietnamita em sua luta contra a invasão americana;

1975 - Camboja - 28 marines americanos são mortos na tentativa de resgatar a tripulação do petroleiro estadunidense Mayaquez;

1980 - Irã - Na inauguração do estado islâmico formado pelo Aiatolá Khomeini, estudantes que haviam participado da Revolução Islâmica do Irã ocuparam a embaixada americana em Teerã e fizeram 60 reféns. O governo americano preparou uma operação militar surpresa para executar o resgate, frustrada por tempestades de areia e falhas em equipamentos. Em meio à frustrada operação, oito militares americanos morreram no choque entre um helicóptero e um avião. Os reféns só seriam libertados um ano depois do seqüestro, o que enfraqueceu o então presidente Jimmy Carter e elegeu Ronald Reagan, que conseguiu aprovar o maior orçamento militar em época de paz até então;

1982/1984 - Líbano - Estados Unidos invadiram o Líbano e se envolveram nos conflitos no país logo após a invasão por Israel - e acabaram envolvidos na guerra civil que dividiu o país. Em 1980, os americanos supervisionaram a retirada da Organização pela Libertação da Palestina de Beirute. Na segunda intervenção, 1.800 soldados integraram uma força conjunta de vários países, que deveriam restaurar a ordem após o massacre de refugiados palestinos por libaneses aliados a Israel. O custo para os americanos foi a morte 241 fuzileiros navais, quando os libaneses explodiram um carro bomba perto de um quartel das forças americanas;

1983/1984 - Ilha de Granada - Após um bloqueio econômico de quatro anos a CIA coordena esforços que resultam no assassinato do 1º Ministro Maurice Bishop. Seguindo a política de intervenção externa de Ronald Reagan, os Estados Unidos invadiram a ilha caribenha de Granada alegando prestar proteção a 600 estudantes americanos que estavam no país, as tropas eliminaram a influência de Cuba e da União Soviética sobre a política da ilha;

1983/1989 - Honduras - Tropas enviadas para construir bases em regiões próximas à fronteira invadem o Honduras;

1986 - Bolívia - Exército invade o território boliviano na justificativa de auxiliar tropas bolivianas em incursões nas áreas de cocaína;

1989 - Ilhas Virgens - Tropas americanas desembarcam e invadem as ilhas durante revolta do povo do país contra o governo pró-americano;

1989 - Panamá - Batizada de Operação Causa Justa, a intervenção americana no Panamá foi provavelmente a maior batida policial de todos os tempos: 27 mil soldados ocuparam a ilha para prender o presidente panamenho, Manuel Noriega, antigo ditador aliado do governo americano. Os Estados Unidos justificaram a operação como sendo fundamental para proteger o Canal do Panamá, defender 35 mil americanos que viviam no país, promover a democracia e interromper o tráfico de drogas, que teria em Noriega seu líder na América Central. O ex-presidente cumpre prisão perpétua nos Estados Unidos.

1990 - Libéria - Tropas invadem a Libéria justificando a evacuação de estrangeiros durante guerra civil;

1990/1991 - Iraque - Após a invasão do Iraque ao Kuwait, em 2 de agosto de 1990, os Estados Unidos, com o apoio de seus aliados da Otan, decidem impor um embargo econômico ao país, seguido de uma coalizão anti-Iraque (reunindo além dos países europeus membros da Otan, o Egito e outros países árabes) que ganhou o título de "Operação Tempestade no Deserto". As hostilidades começaram em 16 de janeiro de 1991, um dia depois do fim do prazo dado ao Iraque para retirar tropas do Kuwait. Para expulsar as forças iraquianas do Kuwait, o então presidente George Bush destacou mais de 500 mil soldados americanos para a Guerra do Golfo;

1990/1991 - Arábia Saudita - Tropas americanas destacadas para ocupar a Arábia Saudita que era base militar na guerra contra Iraque;

1992/1994 - Somália - Tropas americanas, num total de 25 mil soldados, invadem a Somália como parte de uma missão da ONU para distribuir mantimentos para a população esfomeada. Em dezembro, forças militares norte-americanas (comando Delta e Rangers) chegam a Somália para intervir numa guerra entre as facções do então presidente Ali Mahdi Muhammad e tropas do general rebelde Farah Aidib. Sofrem uma fragorosa derrota militar nas ruas da capital do país;

1993 - Iraque - No início do governo Clinton é lançado um ataque contra instalações militares iraquianas em retaliação a um suposto atentado, não concretizado, contra o ex-presidente Bush, em visita ao Kuwait;

1994/1999 - Haiti - Enviadas pelo presidente Bill Clinton, tropas americanas ocuparam o Haiti na justificativa de devolver o poder ao presidente eleito Jean-Betrand Aristide, derrubado por um golpe, mas o que a operação visava era evitar que o conflito interno provocasse uma onda de refugiados haitianos nos Estados Unidos;

1996/1997 - Zaire (ex-República do Congo) - Fuzileiros Navais americanos são enviados para invadir a área dos campos de refugiados Hutus;

1997 - Libéria - Tropas dos Estados Unidos invadem a Libéria justificando a necessidade de evacuar estrangeiros durante guerra civil sob fogo dos rebeldes;

1997 - Albânia - Tropas invadem a Albânia para evacuar estrangeiros;

2000 - Colômbia - Marines e "assessores especiais" dos EUA iniciam o Plano Colômbia, que inclui o bombardeamento da floresta com um fungo transgênico fusarium axyporum (o "gás verde");

2001 - Afeganistão - Os EUA bombardeiam várias cidades afegãs, em resposta ao ataque terrorista ao World Trade Center em 11 de setembro de 2001. Invadem depois o Afeganistão onde estão até hoje;

2003 - Iraque - Sob a alegação de Saddam Hussein esconder armas de destruição e financiar terroristas, os EUA iniciam intensos ataques ao Iraque. É batizada pelos EUA de "Operação Liberdade do Iraque" e por Saddam de "A Última Batalha", a guerra começa com o apoio apenas da Grã-Bretanha, sem o endosso da ONU e sob protestos de manifestantes e de governos no mundo inteiro. As forças invasoras americanas até hoje estão no território iraquiano, onde a violência aumentou mais do que nunca.


* Na América Latina, África e Ásia, os Estados Unidos invadiam países ou para depor governos democraticamente eleitos pelo povo, ou para dar apoio a ditaduras criadas e montadas pelos Estados Unidos, tudo em nome da "democracia" (deles).

Nota do perfil "Porra Serra":
Como o levantamento acabou em 2007, acrescentei:
2011 - Líbia
Ataques norteamericanos com VANTS (Veículos Aérios Não Tripulados): Síria, Iêmen, Paquistão, Somália, Irã, Afeganistão e Iraque.

A real história dos EUA

MUNDO: Levantamento de países invadidos pelos Estados Unidos


A direita brasileira, marionete de Washington. costuma repetir ad infinitum que "o perigo são os russos", e em alguns mesmo os chineses. Estudo feito em 2007 faz um levantamento de países invadidos pelos Estados Unidos, o mais imperialista de todos os países.


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Reproduzo levantamento feito por Alberto da Silva Jones, publicado em 2007 no sítio do Centro de Mídia Independente/Brasil: 

Entre as várias invasões que as forças armadas dos Estados Unidos fizeram nos séculos XIX, XX e XXI, podemos citar:

1846/1848 - México - Por causa da anexação, pelos EUA, da República do Texas;

1890 - Argentina - Tropas desembarcam em Buenos Aires para defender interesses econômicos americanos;

1891 - Chile - Fuzileiros Navais esmagam forças rebeldes nacionalistas;

1891 - Haiti - Tropas debelam a revolta de operários negros na ilha de Navassa, reclamada pelos EUA;

1893 - Hawai - Marinha enviada para suprimir o reinado independente e anexar o Hawaí aos EUA;

1894 - Nicarágua - Tropas ocupam Bluefields, cidade do mar do Caribe, durante um mês;

1894/1895 - China - Marinha, Exército e Fuzileiros desembarcam no país durante a guerra sino-japonesa;

1894/1896 - Coréia - Tropas permanecem em Seul durante a guerra;

1895 - Panamá - Tropas desembarcam no porto de Corinto, província Colombiana;

1898/1900 - China - Tropas ocupam a China durante a Rebelião Boxer;

1898/1910 - Filipinas - Luta pela independência do país, dominado pelos EUA (Massacres realizados por tropas americanas em Balangica, Samar, 27/09/1901, e Bud Bagsak, Sulu, 11/15/1913; 600.000 filipinos mortos;

1898/1902 - Cuba - Tropas sitiaram Cuba durante a guerra hispano-americana;

1898 - Porto Rico - Tropas sitiaram Porto Rico na guerra hispano-americana, hoje 'Estado Livre Associado' dos Estados Unidos;

1898 - Ilha de Guam - Marinha desembarca na ilha e a mantêm como base naval até hoje;

1898 - Espanha - Guerra Hispano-Americana - Desencadeada pela misteriosa explosão do encouraçado Maine, em 15 de fevereiro, na Baía de Havana. Esta guerra marca o surgimento dos EUA como potência capitalista e militar mundial;

1898 - Nicarágua - Fuzileiros Navais invadem o porto de San Juan del Sur;

1899 - Ilha de Samoa - Tropas desembarcam e invadem a Ilha em conseqüência de conflito pela sucessão do trono de Samoa;

1899 - Nicarágua - Tropas desembarcam no porto de Bluefields e invadem a Nicarágua (2ª vez);

1901/1914 - Panamá - Marinha apóia a revolução quando o Panamá reclamou independência da Colômbia; tropas americanas ocupam o canal em 1901, quando teve início sua construção;

1903 - Honduras - Fuzileiros Navais desembarcam em Honduras e intervêm na revolução do povo hondurenho;

1903/1904 - República Dominicana - Tropas atacaram e invadiram o território dominicano para proteger interesses do capital americano durante a revolução;

1904/1905 - Coréia - Fuzileiros Navais dos Estados Unidos desembarcaram no território coreano durante a guerra russo-japonesa;

1906/1909 - Cuba -Tropas dos Estados Unidos invadem Cuba e lutam contra o povo cubano durante período de eleições;

1907 - Nicarágua - Tropas invadem e impõem a criação de um protetorado, sobre o território livre da Nicarágua;

1907 - Honduras - Fuzileiros Navais desembarcam e ocupam Honduras durante a guerra de Honduras com a Nicarágua;

1908 - Panamá - Fuzileiros invadem o Panamá durante período de eleições;

1910 - Nicarágua - Fuzileiros navais desembarcam e invadem pela 3ª vez Bluefields e Corinto, na Nicarágua;

1911 - Honduras - Tropas enviadas para proteger interesses americanos durante a guerra civil invadem Honduras;

1911/1941 - China - Forças do exército e marinha dos Estados Unidos invadem mais uma vez a China durante período de lutas internas repetidas;

1912 - Cuba - Tropas invadem Cuba com a desculpa de proteger interesses americanos em Havana;

1912 - Panamá - Fuzileiros navais invadem novamente o Panamá e ocupam o país durante eleições presidenciais;

1912 - Honduras - Tropas norte americanas mais uma vez invadem Honduras para proteger interesses do capital americano;

1912/1933 - Nicarágua - Tropas dos Estados Unidos com a desculpa de combaterem guerrilheiros invadem e ocupam o país durante 20 anos;

1913 - México - Fuzileiros da Marinha invadem o México com a desculpa de evacuar cidadãos americanos durante a revolução;

1913 - México - Durante a revolução mexicana, os Estados Unidos bloqueiam as fronteiras mexicanas;

1914/1918 - Primeira Guerra Mundial - EUA entram no conflito em 6 de abril de 1917 declarando guerra à Alemanha. As perdas americanas chegaram a 114 mil homens;

1914 - República Dominicana - Fuzileiros navais da Marinha dos Estados invadem o solo dominicano e interferem na revolução em Santo Domingo;

1914/1918 - México - Marinha e exército invadem o território mexicano e interferem na luta contra nacionalistas;

1915/1934 - Haiti - Tropas americanas desembarcam no Haiti, em 28 de julho, e transformam o país numa colônia americana, permanecendo lá durante 19 anos;

1916/1924 - República Dominicana - Os EUA invadem e estabelecem governo militar na República Dominicana, em 29 de novembro, ocupando o país durante oito anos;

1917/1933 - Cuba - Tropas desembarcam em Cuba e transformam o país num protetorado econômico americano, permanecendo essa ocupação por 16 anos;

1918/1922 - Rússia - Marinha e tropas enviadas para combater a revolução bolchevista. O Exército realizou cinco desembarques, sendo derrotado pelos russos em todos eles;

1919 - Honduras - Fuzileiros desembarcam e invadem mais uma vez o país durante eleições, colocando no poder um governo a seu serviço;

1918 - Iugoslávia - Tropas dos Estados Unidos invadem a Iugoslávia e intervêm ao lado da Itália contra os sérvios na Dalmácia;

1920 - Guatemala - Tropas invadem e ocupam o país durante greve operária do povo da Guatemala;

1922 - Turquia - Tropas invadem e combatem nacionalistas turcos em Smirna;

1922/1927 - China - Marinha e Exército mais uma vez invadem a China durante revolta nacionalista;

1924/1925 - Honduras - Tropas dos Estados Unidos desembarcam e invadem Honduras duas vezes durante eleição nacional;

1925 - Panamá - Tropas invadem o Panamá para debelar greve geral dos trabalhadores panamenhos;

1927/1934 - China - Mil fuzileiros americanos desembarcam na China durante a guerra civil local e permanecem durante sete anos ocupando o território;

1932 - El Salvador - Navios de Guerra dos Estados Unidos são deslocados durante a revolução das Forças do Movimento de Libertação Nacional - FMLN -
comandadas por Marti;

1939/1945 - II Guerra Mundial - Os EUA declaram guerra ao Japão em 8 de dezembro de 1941 e depois a Alemanha e Itália, invadindo o Norte da África, a Ásia e a Europa, culminando com o lançamento das bombas atômicas sobre as cidades desmilitarizadas de Iroshima e Nagasaki;

1946 - Irã - Marinha americana ameaça usar artefatos nucleares contra tropas soviéticas caso as mesmas não abandonem a fronteira norte do Irã;

1946 - Iugoslávia - Presença da marinha ameaçando invadir a zona costeira da Iugoslávia em resposta a um avião espião dos Estados Unidos abatido pelos soviéticos;

1947/1949 - Grécia - Operação de invasão de Comandos dos EUA garantem vitória da extrema direita nas "eleições" do povo grego;

1947 - Venezuela - Em um acordo feito com militares locais, os EUA invadem e derrubam o presidente eleito Rómulo Gallegos, como castigo por ter aumentado o preço do petróleo exportado, colocando um ditador no poder;

1948/1949 - China - Fuzileiros invadem pela ultima vez o território chinês para evacuar cidadãos americanos antes da vitória comunista;

1950 - Porto Rico - Comandos militares dos Estados Unidos ajudam a esmagar a revolução pela independência de Porto Rico, em Ponce;

1951/1953 - Coréia - Início do conflito entre a República Democrática da Coréia (Norte) e República da Coréia (Sul), na qual cerca de 3 milhões de pessoas morreram. Estados Unidos são um dos principais protagonistas da invasão usando como pano de fundo a recém criada Nações Unidas, ao lado dos sul-coreanos. A guerra termina em julho de 1953 sem vencedores e com dois estados polarizados: comunistas ao norte e um governo pró-americano no sul. Os EUA perderam 33 mil homens e mantém até hoje base militar e aero-naval na Coréia do Sul;

1954 - Guatemala - Comandos americanos, sob controle da CIA, derrubam o presidente Arbenz, democraticamente eleito, e impõem uma ditadura militar no país. Jacobo Arbenz havia nacionalizado a empresa United Fruit e impulsionado a reforma agrária;

1956 - Egito - O presidente Nasser nacionaliza o canal de Suez. Tropas americanas se envolvem durante os combates no Canal de Suez sustentados pela Sexta Frota dos EUA. As forças egípcias obrigam a coalizão franco-israelense-britânica, a retirar-se do canal;

1958 - Líbano - Forças da Marinha invadem apóiam o exército de ocupação do Líbano durante sua guerra civil;

1958 - Panamá - Tropas dos Estados Unidos invadem e combatem manifestantes nacionalistas panamenhos;

1961/1975 - Vietnã. Aliados ao sul-vietnamitas, o governo americano invade o Vietnã e tenta impedir, sem sucesso, a formação de um estado comunista, unindo o sul e o norte do país. Inicialmente a participação americana se restringe a ajuda econômica e militar (conselheiros e material bélico). Em agosto de 1964, o congresso americano autoriza o presidente a lançar os EUA em guerra. Os Estados Unidos deixam de ser simples consultores do exército do Vietnã do Sul e entram num conflito traumático, que afetaria toda a política militar dali para frente. A morte de quase 60 mil jovens americanos e a humilhação imposta pela derrota do Sul em 1975, dois anos depois da retirada dos Estados Unidos, moldou a estratégia futura de evitar guerras que impusessem um custo muito alto de vidas americanas e nas quais houvesse inimigos difíceis de derrotar de forma convencional, como os vietcongues e suas táticas de guerrilhas;

1962 - Laos - Militares americanos invadem e ocupam o Laos durante guerra civil contra guerrilhas do Pathet Lao;

1964 - Panamá - Militares americanos invadiram mais uma vez o Panamá e mataram 20 estudantes, ao reprimirem a manifestação em que os jovens queriam trocar, na zona do canal, a bandeira americana pela bandeira de seu país;

1965/1966 - República Dominicana - Trinta mil fuzileiros e pára-quedistas desembarcaram na capital do país, São Domingo, para impedir a nacionalistas panamenhos de chegarem ao poder. A CIA conduz Joaquín Balaguer à presidência, consumando um golpe de estado que depôs o presidente eleito Juan Bosch. O país já fora ocupado pelos americanos de 1916 a 1924;

1966/1967 - Guatemala - Boinas Verdes e marines invadem o país para combater movimento revolucionário contrário aos interesses econômicos do capital americano;

1969/1975 - Camboja - Militares americanos enviados depois que a Guerra do Vietnã invadem e ocupam o Camboja;

1971/1975 - Laos - EUA dirigem a invasão sul-vietnamita bombardeando o território do vizinho Laos, justificando que o país apoiava o povo vietnamita em sua luta contra a invasão americana;

1975 - Camboja - 28 marines americanos são mortos na tentativa de resgatar a tripulação do petroleiro estadunidense Mayaquez;

1980 - Irã - Na inauguração do estado islâmico formado pelo Aiatolá Khomeini, estudantes que haviam participado da Revolução Islâmica do Irã ocuparam a embaixada americana em Teerã e fizeram 60 reféns. O governo americano preparou uma operação militar surpresa para executar o resgate, frustrada por tempestades de areia e falhas em equipamentos. Em meio à frustrada operação, oito militares americanos morreram no choque entre um helicóptero e um avião. Os reféns só seriam libertados um ano depois do seqüestro, o que enfraqueceu o então presidente Jimmy Carter e elegeu Ronald Reagan, que conseguiu aprovar o maior orçamento militar em época de paz até então;

1982/1984 - Líbano - Estados Unidos invadiram o Líbano e se envolveram nos conflitos no país logo após a invasão por Israel - e acabaram envolvidos na guerra civil que dividiu o país. Em 1980, os americanos supervisionaram a retirada da Organização pela Libertação da Palestina de Beirute. Na segunda intervenção, 1.800 soldados integraram uma força conjunta de vários países, que deveriam restaurar a ordem após o massacre de refugiados palestinos por libaneses aliados a Israel. O custo para os americanos foi a morte 241 fuzileiros navais, quando os libaneses explodiram um carro bomba perto de um quartel das forças americanas;

1983/1984 - Ilha de Granada - Após um bloqueio econômico de quatro anos a CIA coordena esforços que resultam no assassinato do 1º Ministro Maurice Bishop. Seguindo a política de intervenção externa de Ronald Reagan, os Estados Unidos invadiram a ilha caribenha de Granada alegando prestar proteção a 600 estudantes americanos que estavam no país, as tropas eliminaram a influência de Cuba e da União Soviética sobre a política da ilha;

1983/1989 - Honduras - Tropas enviadas para construir bases em regiões próximas à fronteira invadem o Honduras;

1986 - Bolívia - Exército invade o território boliviano na justificativa de auxiliar tropas bolivianas em incursões nas áreas de cocaína;

1989 - Ilhas Virgens - Tropas americanas desembarcam e invadem as ilhas durante revolta do povo do país contra o governo pró-americano;

1989 - Panamá - Batizada de Operação Causa Justa, a intervenção americana no Panamá foi provavelmente a maior batida policial de todos os tempos: 27 mil soldados ocuparam a ilha para prender o presidente panamenho, Manuel Noriega, antigo ditador aliado do governo americano. Os Estados Unidos justificaram a operação como sendo fundamental para proteger o Canal do Panamá, defender 35 mil americanos que viviam no país, promover a democracia e interromper o tráfico de drogas, que teria em Noriega seu líder na América Central. O ex-presidente cumpre prisão perpétua nos Estados Unidos.

1990 - Libéria - Tropas invadem a Libéria justificando a evacuação de estrangeiros durante guerra civil;

1990/1991 - Iraque - Após a invasão do Iraque ao Kuwait, em 2 de agosto de 1990, os Estados Unidos, com o apoio de seus aliados da Otan, decidem impor um embargo econômico ao país, seguido de uma coalizão anti-Iraque (reunindo além dos países europeus membros da Otan, o Egito e outros países árabes) que ganhou o título de "Operação Tempestade no Deserto". As hostilidades começaram em 16 de janeiro de 1991, um dia depois do fim do prazo dado ao Iraque para retirar tropas do Kuwait. Para expulsar as forças iraquianas do Kuwait, o então presidente George Bush destacou mais de 500 mil soldados americanos para a Guerra do Golfo;

1990/1991 - Arábia Saudita - Tropas americanas destacadas para ocupar a Arábia Saudita que era base militar na guerra contra Iraque;

1992/1994 - Somália - Tropas americanas, num total de 25 mil soldados, invadem a Somália como parte de uma missão da ONU para distribuir mantimentos para a população esfomeada. Em dezembro, forças militares norte-americanas (comando Delta e Rangers) chegam a Somália para intervir numa guerra entre as facções do então presidente Ali Mahdi Muhammad e tropas do general rebelde Farah Aidib. Sofrem uma fragorosa derrota militar nas ruas da capital do país;

1993 - Iraque - No início do governo Clinton é lançado um ataque contra instalações militares iraquianas em retaliação a um suposto atentado, não concretizado, contra o ex-presidente Bush, em visita ao Kuwait;

1994/1999 - Haiti - Enviadas pelo presidente Bill Clinton, tropas americanas ocuparam o Haiti na justificativa de devolver o poder ao presidente eleito Jean-Betrand Aristide, derrubado por um golpe, mas o que a operação visava era evitar que o conflito interno provocasse uma onda de refugiados haitianos nos Estados Unidos;

1996/1997 - Zaire (ex-República do Congo) - Fuzileiros Navais americanos são enviados para invadir a área dos campos de refugiados Hutus;

1997 - Libéria - Tropas dos Estados Unidos invadem a Libéria justificando a necessidade de evacuar estrangeiros durante guerra civil sob fogo dos rebeldes;

1997 - Albânia - Tropas invadem a Albânia para evacuar estrangeiros;

2000 - Colômbia - Marines e "assessores especiais" dos EUA iniciam o Plano Colômbia, que inclui o bombardeamento da floresta com um fungo transgênico fusarium axyporum (o "gás verde");

2001 - Afeganistão - Os EUA bombardeiam várias cidades afegãs, em resposta ao ataque terrorista ao World Trade Center em 11 de setembro de 2001. Invadem depois o Afeganistão onde estão até hoje;

2003 - Iraque - Sob a alegação de Saddam Hussein esconder armas de destruição e financiar terroristas, os EUA iniciam intensos ataques ao Iraque. É batizada pelos EUA de "Operação Liberdade do Iraque" e por Saddam de "A Última Batalha", a guerra começa com o apoio apenas da Grã-Bretanha, sem o endosso da ONU e sob protestos de manifestantes e de governos no mundo inteiro. As forças invasoras americanas até hoje estão no território iraquiano, onde a violência aumentou mais do que nunca.


* Na América Latina, África e Ásia, os Estados Unidos invadiam países ou para depor governos democraticamente eleitos pelo povo, ou para dar apoio a ditaduras criadas e montadas pelos Estados Unidos, tudo em nome da "democracia" (deles).

Nota do perfil "Porra Serra":
Como o levantamento acabou em 2007, acrescentei:
2011 - Líbia
Ataques norteamericanos com VANTS (Veículos Aérios Não Tripulados): Síria, Iêmen, Paquistão, Somália, Irã, Afeganistão e Iraque.